I love stories that can remind me where it all started. I remember that about my basketball dreams, the first time I’ve played the piano, first time I wrote some poetry, first time I’ve done a presentation, first time playing drums, first time playing as a band, first company, and I’m thankful for all the people who let me start it.
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Em 2010 eu fiz a aquisição de um Kindle Keyboard (3a geração). O fato de poder transicionar da minha biblioteca física para livros eletrônicos era fascinante. Eu venho transformando minha biblioteca de livros desde então. Ao todo são +40 livros que já deixaram de existir na minha biblioteca física para fazer parte da minha coleção com +80 livros que tenho no Kindle. -
My 3C’s for life?
Continuous improvement, cause and consciousness. Result? More self awareness.
— Daniel Wildt
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Ouvi uma história esses dias, sobre um feedback negativo. A pessoa que recebeu o feedback foi indicada a ter mais empatia. Ela precisava sorrir mais, tipo ser mais feliz, saca?
Eu digo que saco. Perdemos a capacidade de sentir. E de ler o dicionário um pouco mais.
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Documentando aqui um formato / guia de conversa para explorar e amplificar conteúdo de uma equipe.
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Ricardo Semler é conhecido por uma série de questões, desde grandes feitos com a Semco, excelentes livros, e também pelo projeto Lumiar.
Neste vídeo ele fala sobre a “nova escola”. Ou seria a educação necessária para desenvolver pessoas pensantes?
— Daniel Wildt (você pensa em se aposentar?)
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Do you need permission to change? Do you need permission to start some new project? Are you waiting on a friend? Or waiting on yourself?
To change something we need three things:
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Não sei vocês, mas eu tenho o hábito de ler livros mais de uma vez. Me serve para validar crenças e passar a ter novas visões de conteúdos que já consumi.
Indico aqui títulos que se tornaram necessários no meu dia a dia, antes de iniciar um novo livro. E ah, adicionei na lista, conteúdos dos autores que você pode consumir caso você entenda que os livros / áudios são TL;DR. 😛
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Muitas empresas querem ser iguais ao Spotify. Estamos spotifizando nossas equipes… estamos fazendo squads, chapters, guilds, CoPs… mas o ponto é que nada disso representa o modelo Spotify. Tem perguntas que você precisa responder, e uma questão importante para compreender:
Primeiro a questão importante:
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Você acorda para que? O que motiva o seu dia?
Ao tomar uma decisão sempre me lembro porque eu estou fazendo o que estou fazendo. Me lembra que o que eu faço tem um fim. Que eu tenho um fim. Me ajuda a trazer minha mente pro presente.
Confesso que isso me ajuda a deixar de lado algo que possa me distanciar da situação a se resolver e me coloca em foco de resolução. E me faz buscar quem pode me ajudar no contexto de resolução.
Como achar estas pessoas? Você vai conviver com dois tipos de pessoas:
1. Pessoas que fazem a diferença. 🙂
2. Pessoas que criam a diferença. 😦
Durante o desenvolvimento de uma equipe podem e vão aparecer diferenças, mas isso não significa que não existe forma de resolver e equalizar. O desafio é deixar claro para as pessoas que elas não deveriam terceirizar a resolução de dificuldades do trabalho com alguém da própria equipe. Isso vai dizer muito sobre a maturidade de uma equipe. Não falo da transparência da pessoa indicar o que está vendo e percebendo, mas da dificuldade de escuta existente. O time tem abertura, tem habilidade para escuta?
Escolha com cuidado. 🙂
— Daniel Wildt (Veja uma palestra minha sobre Comunicação Não Violenta)