Já pensou que talvez a gente seja uma pessoa clandestina, escondida, vivendo em nós mesmos?
Linha tênue entre pressão e um ato violento. Fica no ar. Do nada, um sentimento de dependência aparece e me parece que estou em um buraco com a única possibilidade de aceitar o que tem.
Is just a day where we don’t die?
I should be able to cherish my life.
Finding myself along the road.
Melhora. De algum jeito melhora.
Calma nas ondas que vão e vem.
A violência não vive somente nas ações e violações que podem ser causadas contra alguém, que é horrível e por isso temos leis para amparar isso.
A violência também está na não escuta conosco. Sutil e por vezes silenciosa.
Sobre ser direto ao comunicar e também sobre praticidade. E no fim, existe uma linha de chegada, um interesse.
Do que foi. Ainda queria que fosse igual, resumo.