Uma das coisas que acredito é em criar fluxo. Ritmo.
-
-
Ao olhar para frente, temos expectativas, sonhos. Ao olhar para hoje, temos reflexões, e possivelmente também frustrações. Ao olhar para o passado, deveríamos bater palma, e ter gratidão por tudo o que foi feito. Agradecer aos recursos disponíveis, ao tempo que existia disponível, e usar isto como aprendizado para acontecer cada vez mais. No final do dia?
(mais…) -
Eu fico muito feliz quando ganho em algum evento um material que realmente é útil. Ganhar folders e pastas duram o tempo do evento ou o tempo de se achar alguma lata de lixo reciclável ou alguém para passar o material adiante. 🙂
E como poder divulgar marcas e ações pensando em longo prazo e ações que sejam sustentáveis?
-
Seguindo na minha estratégia de contribuir com a comunidade empreendedora de Porto Alegre, lançamos a primeira edição do #StartupDojo de 2015! E para começar diferente, e aproveitar o verão, vamos fazer a edição em uma sorveteria!
-
Vou me tornar um empreendedor. É o que ouço de várias pessoas que converso em eventos. É suficiente essa afirmação? Tem algo mais?
(mais…) -
Uma das coisas que fico muito curioso é saber se uma música é da banda que conheço a gravação ou se ela já foi gravada por outra banda. A música de hoje é When The Levee Breaks, que conheci na gravação do Led Zeppelin.
-
Não. Não estou dizendo que é fácil. Desenvolver software é uma arte. Requer muita responsabilidade, e qualidade técnica no trabalho que é feito. Pode ser um segundo fluxo de valor na sua vida, uma diversão, ou sua renda principal.
No mínimo, uma forma de aprendizado e de desenvolvimento de novas capacidades.
-
Entendo que não existe “o processo de aprendizado”. Existem processos de aprendizado, que funcionam com base em contextos que vivemos e baseado nos conhecimentos e percepções que temos do nosso dia a dia. Contexto.
(mais…) -
Seth Godin trouxe uma reflexão sobre logo x marca. Acabo vendo esta relação em duas questões: ver x sentir.
-
Interessante como penso em formas de aprender e de burlar meu processo de aprendizado. Quase que como “confundir” o cérebro e fazer ele considerar que os desafios não são desafios mas sim jogos e brincadeiras.
(mais…)