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  • Muitas abas no Chrome!

    Agosto 15, 2013
    português

    tab-switch-plus Google Chrome aberto. O que se vê? Abas, muitas abas. Até não conseguir mais ver os ícones.

    Por padrão eu tenho as seguintes abas abertas:

    1. inbox de caixa de email 1
    2. inbox de caixa de email 2
    3. inbox de caixa de email 3
    4. facebook
    5. google plus
    6. tweetdeck (gestão de contas twitter)
    7. yammer (usamos desde 2009 e estamos  avaliando na empresa ele x google plus… vale um post!)

    Então basicamente, meu navegador “Hello World” possui 7 abas.

    Para facilitar a navegação entre as abas, o Guilherme Elias me deu uma dica de uma extensão do Google Chrome, que é muito simples, e ela monta um menu onde se consegue navegar de forma simples entre as abas.

    O nome da extensão: Tab Switch Plus. Aproveite!

  • Incubadoras, aceleradoras, capacitação, execução, inspiração – Quem faz?

    Julho 18, 2013
    português

    O mercado de empreendedorismo vem crescendo e muito no Brasil. Conhecer mais sobre modelos de negócio e desenvolvimento de negócios é um skill que deveria (eu acho que deve!) ser padrão para qualquer profissional. Independente da sua área de atuação.

    Quem faz parte deste ecossistema?

    (mais…)

  • Agile Kickstart – Papo sobre Cultura Organizacional e Cultura Ágil

    Julho 16, 2013
    português

    Fiz uma palestra para uma galera fera de Porto Alegre sobre cultura organizacional e cultura ágil.

    Um time que está iniciando o caminho nas metodologias ágeis, deve ter um foco muito forte na cultura. No trabalho de entender sua cultura e ver formas de como trabalhar cultura de prevenção, cultura de aprendizado e cultura de melhoria contínua.

    Nesta palestra falo um pouco sobre eXtreme Programming, sobre Scrum e sobre Lean, sempre puxando aspectos importantes que um time deveria dar atenção quando o assunto é a mudança cultural.

  • Cultura de aprendizado e formação de equipes de alto desempenho — GU Day SUCESU-RS 2013

    Julho 11, 2013
    português

    O assunto Cultura de Aprendizado é um assunto que me cativa demais. Seja pelo meu objetivo de vida de me tornar inútil e ajudar lideranças a serem formadas, mas também pela questão de formação de times de alto desempenho. Ajudar a desenvolver profissionais que sejam melhores profissionais, dia após dia. Lembrar que tudo isto é um processo de adaptar e desenvolver a governança corporativa.

    É algo que envolve a cultura da organização, envolve uma questão de atitude de cada pessoa, e principalmente o grupo, a sinergia que o grupo consegue desenvolver.  No final, o que se quer é viver feliz, desenvolvendo um trabalho de valor, e evitar a famosa aposentadoria por alívio.

    A cultura de aprendizado sendo trabalhada vai ajudar a desenvolver uma cultura de prevenção. E tudo começa a fazer sentido. Um time mais responsável, com liberdade e muita colaboração para fazer as coisas acontecerem.

    — Daniel Widt (assine meu canal de vídeos)

  • Em busca de um ritmo

    Junho 17, 2013
    português

    banner-A-300x250Me perguntaram dia desses:

    “Como fazer para voltar a ter paz com um cliente? O cliente não parava de pedir coisas e estava fora de controle. O time não conseguia atender as demandas, já que sempre vinham novas demandas. E o time não tinha como  negociar com o cliente para acertar as entregas.”

    Não tem jeito fácil de virar este jogo. Pegando experiências que tive com equipes, normalmente se passa por três passos:

    O primeiro é “aceitar a falha”. Entender que existe um problema com a equipe. Tomar consciência disto. O cliente não é o culpado. Ele pediu, e a equipe aceitou fazer e entregar. Mesmo sabendo do seu histórico. Não existia nenhuma restrição “segurando o cliente” de pedir mais. Esta restrição será criada com as próximas ações.

    O segundo passo é trabalhar com a priorização das demandas. Ensinar os clientes a classificar as próprias demandas. Fazer este trabalho junto com os clientes. Capacitando eles, por exemplo a pensar sobre “o que acontece se eu não implementar esta funcionalidade?”. Pequenos detalhes que ajudam na percepção de demandas x valor x real necessidade.

    O terceiro ponto que considero importante é o time estabelecer um ritmo de entregas. A equipe deve estabelecer um ritmo de entrega com os clientes. Se não está conseguindo entregar, baixe a velocidade. Aceite a falha novamente. Não corra. Apressar uma entrega pode ser a geração de um defeito no seu código fonte. Qualidade não é opcional.

    Com as ações de melhoria contínua, o time vai melhorar, vai ser mais consistente nas entregas, vai ouvir mais o cliente. Agora, o que o time não pode deixar de dar atenção é na questão simplicidade. E lembrar, lá do manifesto ágil:

    Simplicidade é a arte de maximizar o trabalho que não é feito. 

    Sempre dando atenção a questão simplicidade, garantindo que a comunicação com o cliente está fluindo e a priorização ocorre e que o ritmo está sendo interessante para a equipe e para o cliente, a equipe ganha espaço para seguir melhorando e buscando melhorar ainda mais a qualidade do serviço que presta.

    Este ciclo de melhoria não pode parar. Já falei em outros posts, é como Deming dizia:

    Não é necessário mudar. Sobreviver não é obrigatório.

  • Evento online sobre RAD Studio XE4! Novidades do Delphi!

    Junho 8, 2013
    português

    No dia 11 de junho vai acontecer um webinar sobre o RAD Studio XE4, a partir das 14h30min!

    O que vai ser tratado?

    • Desenvolvimento Multidispositivo
    • O novo compilador
    • Evoluções da Linguagem Delphi
    • Templates para aplicações móveis
    • Controles e estilos nativos, Actions e Gestures
    • Acesso nativo a sensores
    • Banco de dados embutido
    • Desenvolvimento multicamadas

    Curte Delphi? Aproveita e se inscreve no evento!

    Se quiser dar uma olhada em vídeos sobre o produto, existem alguns bem legais no site da embarcadero!

  • JustJava 2013! Aí vamos nós!

    Junho 6, 2013
    português

    Tenho desde 2006 participado do JustJava, palestrando e colaborando com a comunidade Java brasileira. Infelizmente ano passado não consegui participar e estava torcendo para chegar logo a edição de 2013!

    Neste ano estarei palestrando junto com Guilherme Elias, e faremos um papo sobre arquitetura de software, e nuvens! Pensando sobre os desafios de fazer um sistema funcionar em cloud computing e todos os desafios legais que podemos enfrentar para ganhar em estabilidade, escalabilidade e qualidade.

    Veja os detalhes da apresentação. Ela ocorre no dia 7/junho a partir das 17h30min lá no JustJava:

    Indo para as nuvens? Cuidado! A queda pode ser grande!

    Cloud Computing é o termo da vez, e muitas empresas querem testar e fazer uso do conceito. Colocar seus projetos e produtos podendo usar uma estrutura com precificação diferenciada e com controle dos recursos utilizados.

    Você pode colocar seu projeto como está em uma infraestrutura em produção. Mas aí você descobre que pode pagar pelo o que usa. E neste momento se começa uma busca por economia de centavos em tudo o que é possível. E esta busca torna nossa arquitetura mais flexível, nosso código precisa ser simples e componentizado. Nossos recursos computacionais precisam ser melhor alocados. Mais disponibilidade. Mais restrições. Horários de descanso dos sistemas? Sim! E adeus servidor com muita RAM! Olá pequenos servidores!

    Vamos tratar nesta palestra sobre desafios no desenvolvimento de software para usar conceitos como infraestrutura como serviço (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS). Identificar restrições importantes de serem levadas como regras nos projetos, padrões de arquitetura, de integração e de projeto que se tornam úteis para organizar a evolução de um software nas nuvens.

    Quer saber mais sobre o evento? Aí vão alguns links:

    • Site do evento
    • Grade das palestras
    • Rodrigo Urubatan, conhecido da comunidade Java e Ruby no RS, também vai estar palestrando por lá!
  • Quer praticar programação? Coding Dojo!

    Junho 6, 2013
    Desenvolvimento de Software, português

    Todos times deveriam ter um momento de prática. Um momento para desligar e viver situações diferentes. Treinar programação. Compartilhar pensamentos que não apareceriam no dia a dia de projeto.

    Um Dojo é o lugar do caminho, é a casa dos praticantes de artes marciais. Desenvolvimento de Software além de ser uma atividade criativa, é uma arte. E como tal, deve ser estudada, praticada, e melhorada de forma constante.

    A troca de experiências que ocorre em uma sessão de treinamento, entre pessoas com mais experiência e iniciantes é algo  único, uma oportunidade de aprender e de ensinar. De colaborar e ajudar na formação de melhores desenvolvedores.

    É um ambiente de colaboração. Competição não possui lugar. É um ambiente de treinamento, onde práticas do eXtreme Programming como Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD), Design Simples, Programação em Pares e Posse Coletiva podem ser compartilhadas. As ideias devem ser provadas com código. E todo novo código precisa aparecer evoluindo dentro do ciclo do TDD (Red-Green-Refactor). Explico: primeiro se faz a criação de um teste falhando um determinado cenário em foco, depois criar o mínimo necessário de código para fazer o teste passar e por fim aplicar técnicas de refatoração para melhorar a estrutura do código fonte, deixando ele mais simples. Ciclos curtos fazendo isto até fazer o que precisa ser feito.

    Normalmente para se fazer um dojo se precisa de:

    1. Um problema a ser resolvido. É normalmente um problema de lógica, onde através de técnicas de design, evolução constante do código através da criação de testes e pequenos passos, este problema vai sendo trabalhado e evoluído. Eventualmente se pode chegar na solução do problema, mas o propósito do Dojo é estudar situações e oportunidades de projetar e resolver um determinado problema.
    2. Datashow ou forma de compartilhar o que está ocorrendo com os participantes.
    3. Uma estratégia para tocar o Dojo. Existem algumas, como o (a) Prepared Kata, onde um especialista resolve o problema do início ao fim. O que mais uso, o (b) Randori Kata, possui um timer tocando a cada 5-7 minutos, indicando uma nova rotação a ser feita. Temos apenas um computador sendo usado nesta abordagem, assim como é com o Prepared Kata. A cada rotação o desenvolvedor que ficou na máquina tem a tarefa de passar o conhecimento e situar quem está chegando. Aqui estão as oportunidades perfeitas para parear pessoas com grande diferença de conhecimento. Assim o aprendizado funciona muito melhor. Ainda temos o conceito de (c) Kake Kata, onde pequenos grupos se formam e resolvem o mesmo problena. As rotações ocorrem dentro do grupo e entre grupos. O desafio neste caso comparado com o Randori, é que a cada ciclo, estaremos visualizando código diferente e que não foi tocado anteriormente pelo time. Então o processo de aprendizado tem mais desafios.
    4. Pessoas. Pelo menos 1 pessoa. Se pode fazer um Prepared Kata e gravar para publicar online.  🙂
    5. E o tempo? Uma hora pode ser o suficiente para passar a mensagem e fazer o time trabalhar junto. Gosto de usar 60-80mins de tempo de trabalho.

    E quer saber qual a parte mais legal? Esta estrutura de pareamento e colaboração pode ser usada para diversas abordagens! Desenvolvimento de um Business Canvas, escrita de requisitos em um dojo de análise de negócios, e por aí vai.

    Update Jan/2019, vídeo sobre Coding Dojo.

    Extras:

    • Fotos sobre CodingDojo no Flickr.
    • CodingDojo.org com a explicação do que é um CodingDojo (em inglês).
    • Diferentes Katas a serem usados nos exercícios.

    Dúvida para o seu primeiro Dojo? Pegue um problema simples como o FizzBuzz, escolha uma linguagem, um framework de teste e mande ver!

  • A gente somos inúteis, e isto pode ser excelente!

    Maio 2, 2013
    português

    Em maio de 2013 falei na BITS South America, dentro do espaço de inovação SEBRAE-RS Thinkers. A palestra ocorreu dentro das atividades organizadas pela galera do Thinkers Poa.

    Palestra: A gente somos inúteis, e isto pode ser excelente! 

    Descrição: A vida em rede é algo real, e os benefícios que temos em colaborar, contribuir, ensinar e aprender são essenciais para nossa evolução como pessoas e como profissionais. Entender até onde queremos chegar e o que queremos entregar, é algo em constante adaptação. E ainda mais interessante quando conseguimos ensinar tudo o que sabemos a ponto de nos tornarmos inúteis, dando chance para aprendermos mais. Venha discutir mais sobre você e como você pode viver melhor, fazendo e realizando mais. Usaremos técnicas como Business Model You e outras que podem ajudar na formação de objetivos, ajudando você nas ações do tipo “vai lá e faz”.

    Quer ver um pouco sobre o assunto Business Model You, tarefas, propósito? Veja esta palestra que fiz na Desconf 2012 com o assunto “Quem é você?”.

    — Daniel Wildt (update 2021: quem é você em formato podcast)

  • Eventos para os próximos finais de semana! 20 e 27 de abril!

    Abril 17, 2013
    português

    Nos dias 20 e 21 de abril ocorre o Ideias em Produção, evento organizado pela ThoughtWorks e que reúne várias empresas para falar de assuntos relacionados a Continuous Delivery e Continuous Deployment. Práticas que se tornam importantíssimas para quem deseja entregar software com um ritmo percebido pelos clientes como alguém que gera valor de forma constante. A priorização acaba sendo algo essencial para que isto ocorra de uma forma consistente. Neste outro evento vou falar sobre o tema “Da visão à produção“. A ideia é tratar de desenvolvimento de produtos, inovação, pitadas de lean startup, e principalmente o desenvolvimento de uma identidade empreendedora.

    No dia 27 de abril ocorre o GUDay 2013 lá na PUC-RS. Diversos Grupos de Usuários de Tecnologia se reúnem para falar do tema Convergência. Em 2012 o evento foi show de bola. E esperamos que em 2013 seja tão legal quanto! Faça a sua inscrição e a dica: associados SUCESU-RS e alunos de diversas instituições de ensino podem fazer a inscrição gratuitamente!  Neste evento vou fazer uma lightning talk sobre formação de equipes de alto desempenho. Vou falar sobre cultura organizacional, cultura de prevenção, liderança, sobre agilidade e outros tópicos legais de serem falados deste tipo de assunto.

    Ainda de 26-28 de abril estarei apoiando o Startup Weekend Porto Alegre! Participarei como um dos mentores. O evento ainda tem inscrições disponíveis para quem quer trabalhar com tecnologia, design ou negócios!

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