Esse é o movimento que eu sugiro para você.
Não procure empregabilidade. Procure trabalhabilidade. Não desenvolva “a carreira”. Desenvolva identidades.
(mais…)Esse é o movimento que eu sugiro para você.
Não procure empregabilidade. Procure trabalhabilidade. Não desenvolva “a carreira”. Desenvolva identidades.
(mais…)A gente cresce buscando referências e tentando ser parecido com alguém. E isso é um grande perigo. E fora isso, a gente tem uma série de medos do que vão pensar e do quanto a gente é capaz de confiar em alguém. O pedido pode ser simples, mas é complexo.
(mais…)Estava lendo um material do Derek Sivers onde ele trabalha um conceito. De que tudo é culpa dele.
(mais…)Scratch your own ich, ou coçar a própria coceira… mas que essa não seja a vontade simples de ter mais dinheiro!
É um caminho longo até o topo. E o problema é que pode ser bem sozinho por lá. Quando a gente vai “subindo”, ganhando responsabilidade e mais responsabilidade, precisamos ter consciência disso.
Ah Daniel, mas trabalhamos em time. Não existe esta coisa de solidão. E aí você se engana. Cada um de nós pode funcionar em time, mas temos uma luta individual, e muitas vezes invisível para os outros.
No dia 9 de setembro de 2009 o Matheus Haddad me mandou um email, questionando sobre uma palestra que tinha feito em um Scrum Gathering no Brasil. O assunto? Metodologias Ágeis no ensino superior.
Quase 7 anos depois (no dia 9/9/2016 o email completou 7 anos) a gente resolve se reunir para falar sobre esse email, online! 😀
Quando penso em uma das minhas atividades de trabalho, de capacitar pessoas e ajudar no ganho de consciência, lembro sempre da conversa do insistir x persistir.
E estava pensando nas palavras rejeição x repulsa. Estas palavras podem ajudar nesse processo de seguir em frente. Ou de entender melhor sobre o que estamos falando.
Assistindo um vídeo do Ricardo Semler, ele comentava sobre a transição chegando para trabalhar em uma empresa onde os executivos falavam sobre como ela era “uma grande família“. Problema: ao final da jornada de trabalho essa família realizava “revistas” nas pessoas. Da mesma forma, se tornava presente outras políticas que deixavam visível a falta de confiança entre empresa e seus colaboradores. Ou simplesmente políticas organizacionais que “são assim porque sim“.
Da mesma forma, Semler ao questionar executivos sobre felicidade no trabalho, recebia de muitos justificativas… pelos anos que “faltavam” para a aposentadoria. Eu já vi e ouvi amigos dizerem que já cumpriram X anos da sua pena, indicando o tempo que já tinham trabalhado e fazendo referência ao tempo que precisavam ainda para se aposentar.
Projetos, que características descrevem um, quais restrições são úteis para guiar e ajudar a fazer acontecer.
Quer praticar?
Conheça mais sobre o conceito de cauda longa. Começou como um artigo do Chris Anderson na Wired, e se tornou um best seller!