Essa foi a seleção musical (#SomDoDia) da semana: Charlie Brown Jr, Dire Straits, Jota Quest, Crowded House, Spandau Ballet e Simple Minds. Curta os vídeos:
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Energias renováveis, carros elétricos, cuidados com a natureza. Sustentabilidade se torna prioridade e talvez tarde demais. Mesmo assim é válido todo esforço para manter o ambiente em que vivemos o mais saudável possível.
E é muito interessante quando se tem iniciativas independentes para fazer coisas acontecerem.
Quero falar um pouco da história de Julie e Scott Brusaw. Este casal tem interesse de mudar o modo como nossas estradas são construídas. Nossas quadras esportivas e tudo que se pode tornar uma fonte para armazenar energia solar. Telhados não são mais suficientes. O projeto deles pode começar a mudar muita coisa no mundo.
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Falamos muito sobre posse, propriedade. Queremos ter coisas. Ah, eu tenho isso. Tenho aquilo.
Exemplo, uma bicicleta. Eu não tenho uma bicicleta, mas usando um serviço chamado Bike Poa, consigo usar bicicletas através de estações espalhadas pela cidade de Porto Alegre. Quer dizer, eu posso ter posse de uma bicicleta, mas dependendo da quantidade de uso que faço da mesma, posso optar por somente usar o Bike Poa e ter acesso a uma bicicleta. Não mais propriedade.
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É preciso antes de tudo entender que:
Independente do que descobrirmos, entendemos e acreditamos que todos fizeram o melhor trabalho que poderia ser feito, dado o que era sabido no momento, habilidades, recursos disponíveis e a situação em questão.
Esta é a Primeira Diretiva para retrospectivas. Todos vamos entender que foi feito o melhor trabalho que poderia ser feito. Também entendemos que trabalhamos com profissionais que se dedicam ao que fazem e possuem consciência das suas responsabilidades.
Montei um vídeo para falar do assunto e nele vou comentar sobre seis etapas importantíssimas que devem ser levadas em um exercício de retrospectiva:
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E eu acho muito legal quando conheço histórias de pessoas com foco e vontade de fazer acontecer!
Agora no torneio de Roland Garros (French Open) 2014 estamos tendo a chance de ver uma força surgindo, mesmo com toda adversidade e “falta de apoio” que teve no passado recente. Taylor Townsend vem buscando seu espaço dentro do mundo do tênis.
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Durante a minha vida profissional aceitei alguns desafios que, apesar de muito legais, acabaram se tornando problemas. E não pelo desafio profissional em si, mas pelo excesso de energia mental e física que demandavam.
Só que já passei por situações que demandavam muito mais energia do que as problemáticas, e conseguia viver “rindo”. Aqui tem um componente de buscar fazer o que se gosta, mas nem sempre conseguimos notar o que acontece, pelo piloto automático que funciona dentro da nossa cabeça.
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Essa foi a seleção musical (#SomDoDia) da semana, de cover de Led Zeppelin até Beatles e The Police:
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Quando você precisa fazer alguma coisa acontecer, qual a sua estratégia para fazer acontecer? Uma música / playlist, imagem? Uma pessoa, um modelo de sucesso que você tem por aí?
Temos a capacidade de criar gatilhos e ações para que possamos fazer acontecer. Quer iniciar algo novo? Quer criar um novo hábito?
Quando estamos com as nossas metas pela frente, muitas delas fazem parte das coisas que gostamos de fazer. Mas nem sempre estamos fazendo o que gostamos, mas estamos fazendo o que precisamos fazer.
— Daniel Wildt
Venha junto! Consciência de tempo, projetos paralelos e apoio no seu caminho de aprendizagem, através do projeto A Filosofia da Tranquilidade! Olha também a newsletter e projetos do agora.
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It’s a new #songdoro to play
Thinking about pain and gain
Searching for a new meaning
And new ways
Making things happen
And hope to help you make your day— Daniel Wildt
Break song: No Doubt – Don’t Speak.
There’s an extra song at the end, a classic called because the night, in a beautiful version from Bruce Springsteen & The E Street Band.
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Muito interessante conversar com amigos e ver alguns reclamando do que fazem, fazendo horas extras e ganhando algumas noites mal dormidas por causa do excesso de trabalho.
Mais interessante conversar com amigos trabalhando em projetos pessoais e dedicando +15 horas por dia e finais de semana sem ainda ter ganho R$1 por todo o trabalho sendo desenvolvido. E terminando os dias com um sorriso no rosto sem explicação.