De tempos em tempos existe discussão sobre plágio e sobre pessoas que estão simplesmente copiando conteúdo e ideias de outras pessoas.
Copiar é um problema ou é uma forma de homenagem? 😛
(mais…)De tempos em tempos existe discussão sobre plágio e sobre pessoas que estão simplesmente copiando conteúdo e ideias de outras pessoas.
Copiar é um problema ou é uma forma de homenagem? 😛
(mais…)Estava consumindo um case do livro “O manual da empresa B”, onde um case apresentava uma estratégia de compartilhar conhecimento, com o conceito de aprender, engajar e demonstrar.
Junto com isso, me lembro muito de leituras de Nonaka e Takeuchi, sobre organizações em aprendizado, da importância de transformarmos o conhecimento tácito em explícito.
Ao juntar estas ideias, chego aqui. 😀
(mais…)Fiquei imaginando situações onde “aceitamos” seguir em prol de alguma provação ou algo que consideramos sem saída ou nos sentimos presos. Ou temos algum sentimento de lealdade.
Ou simplesmente medo.
(mais…)Quando estamos na trilha do aprendizado, estamos construindo caminhos para conhecer mais sobre determinados assuntos. Neste caso podemos pedir opiniões, receber indicações e até consumir roadmaps prontos indicando que precisamos aprender e com alguma ordem preparada para o nosso desafio.
A trilha de consciência pede algo diferente.
(mais…)Tem uma certa cultura onde quando pessoas se juntam para criar algo aparece uma pergunta, que deveria dar conta sobre necessidades ou deveres das partes que estão se unindo.
O problema é que nesta cultura a pergunta que aparece está preocupada no que “as outras pessoas estão ganhando” ao invés de um pensamento de proposição e propósito.
(mais…)Eu sou desorganizado em diversos aspectos, mas não é do nada.
Eu consigo ficar muitas horas estudando um determinado assunto. Eu consigo ficar perdido em um assunto “inútil” por muitas horas também. E eu consigo ficar muitas horas sem me alimentar. E ainda, consigo ficar muitas horas acordado.
É, eu sou um desastre programado. 😀
Isso causou uma série de oportunidades e uma série de problemas na minha vida.
E ainda causa. 🙂
A gente vai conviver, conhecer e se aproximar de uma série de pessoas na nossa vida. Você vai chamar estas pessoas de vários nomes diferentes. Amizades, amores, frustrações, desastres e inclusive pessoas que você não quer mais estar perto, que chamarei gentilmente de “distâncias”.
Apesar de podermos classificar em diversos nomes e contextos, no final do dia a gente acaba descobrindo que só existem dois tipos de pessoas na nossa vida: pessoas que nos abraçam e pessoas que nos desequilibram.
(mais…)Este não é um post sobre emagrecimento, mas a motivação vem de uma destas jornadas buscando equilibrar mais meu corpo e minha alimentação.
Por vezes a gente vai se alimentando de assuntos, fazendo aquisições e não paramos para entender sobre o nosso peso atual. Como estão as crenças que acumulamos, conhecimentos que não geram mais valor, posses que não nos representam mais e assim vai. Qual o seu peso total?
(mais…)Eu ainda não sei exatamente como, mas existem algumas iniciativas pelo mundo buscando criar pessoas que mantém perguntas presentes para guiar aprendizado e estabelecer objetivos.
Em diversos aspectos somos formados para seguir um caminho único, baseado em repetição, obediência e padronizações. Se somos seres únicos, capazes de funcionar e aprender sobre infinitos assuntos, qual o objetivo de querermos pessoas iguais?
(mais…)Se você escreve para esquecer, saiba que não basta simplesmente jogar informações no papel. Quando escrevemos para esquecer, precisamos ter informações de apoio para nos lembrar e posicionar no contexto em questão.
Sem isso, você acaba por ficar olhando para uma anotação de 2-3 semanas e fica imaginando sobre o que ela deve se referir, quando foi registrada e coisas do tipo.
Que tipos de informações podem funcionar como apoio? Indico algumas:
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