Lavar a louça ou se alimentar? Dormir ou arrumar um armário? Praticar exercício ou ler um livro? Projeto A ou projeto B?
A base está no seu sistema. Hierarquia, decibéis, chefe manda, qual é o seu jogo?
(mais…)Lavar a louça ou se alimentar? Dormir ou arrumar um armário? Praticar exercício ou ler um livro? Projeto A ou projeto B?
A base está no seu sistema. Hierarquia, decibéis, chefe manda, qual é o seu jogo?
(mais…)Lembro quando li o manifesto ágil pela primeira vez. Essa frase bateu muito forte em mim. Foi parecido quando descobri a disciplina de ritmo sustentável do extreme programming. Uma metodologia que falava sobre trabalhar apenas o suficiente? O mesmo quando aprendi sobre test driven development, que era uma forma de fazer design na mesma linha, somente o necessário.
Tem gente que pensa que o bom mesmo é surpreender cliente, fazendo além do que foi pedido. Vinícius Teles muito cedo me falava sobre cliente só saber o que quer quando vê o que pediu. E aí, como faz isso?
(mais…)Um produto mínimo viável deveria ter simplicidade junto. Simplicidade nos termos dos princípios do manifesto ágil: a arte de maximizar o trabalho que não precisa ser feito.
Se estamos buscando fazer algo viável, estamos em um experimento. Estamos vivendo com suposições e um monte de restrições que nos travam ou nos habilitam.
O mínimo viável está tentando demonstrar algo, transformar uma suposição em certeza, transformar uma dúvida em suposição.
(mais…)Vai ter uma hora que você não vai ter mais sua lista de perguntas e respostas para ajudar e nem aquele diagrama que mais parece um fluxograma com direções bem definidas a serem seguidas.
(mais…)Tinha um post em rascunho aqui falando sobre transição para o uso de metodologias ágeis para quem atuava em ciclos de entrega muito longos.
Aí fiquei pensando que a transformação que precisa acontecer não é para as metodologias ágeis. A transformação é sistêmica.
(mais…)Ou era saber como usar notas adesivas fora do mundo do software?
O problema é um pouco maior do que este. Como a gente modela papéis, organiza missões, e como a gente entende e aprende sobre as nossas responsabilidades. De como a gente desenvolve e compartilha nossas habilidades. De como a gente muda e muda o que está em nossa volta. Em como a gente define valor que entregamos.
(mais…)Quando uma pessoa entra na sua equipe, ela vem para somar. Ela não vem para se encaixar no que está presente. Qual o motivo de trazer cópias das pessoas existentes?
(mais…)Acho que conecta com a visão de responsabilidade e responsabilizar também.
Toda métrica deveria ajudar uma equipe no seu caminho de aprendizado. Uma métrica ajuda uma equipe a entender melhor do seu funcionamento e a entender quais caminhos podem ser possíveis.
(mais…)Palestra clássica e que passei alguns anos da minha vida explicando para pessoas que “não era bem assim”. Virou uma febre em determinado momento usar o tal Modelo Spotify. Todas empresas queriam ter suas squads, seus chapters e tribos.
Só esqueceram de uma coisa, a base do modelo: confiança e autonomia.
(mais…)Todo sistema vai seguir como está, a menos que algo aconteça.
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