Celebrar é um ato interessante. Envolve reconhecer que algo aconteceu, algo que foi algo legal. Algum aprendizado. Algo que puxa a nossa real atenção.
Celebrar a vida, e o que mais fizer sentido enaltecer sobre nossa existência.
(mais…)Celebrar é um ato interessante. Envolve reconhecer que algo aconteceu, algo que foi algo legal. Algum aprendizado. Algo que puxa a nossa real atenção.
Celebrar a vida, e o que mais fizer sentido enaltecer sobre nossa existência.
(mais…)Quando eu tenho suposições, posso ir por dois caminhos. Abrir para perguntas ou aceitar que isso pode ser verdade, até que se prove o contrário.
Uma suposição pode ser conveniente. Eu trago algo como suposição por não querer gastar o tempo necessário caso eu classifique como uma real dúvida. E não tenho nada a não ser histórias e opiniões para chamar de certeza.
(mais…)Quando estamos falando de produzir trabalho e receber trabalho, estamos falando de um trabalho de reabastecimento do que precisamos deixar pronto para os próximos passos e de capacidade de produção.
Também fico preocupado em saber que tenho o suficiente para poder produzir trabalho de forma sustentável, sem ficar parado esperando.
Estamos falando de respeito pelo sistema, e principalmente pelo trabalho de uma equipe. Poderia reduzir a um jogo de estoques mínimos e processos, mas ele é mais complexo que isso.
(mais…)Não é sobre eficiência operacional, diminuir custos simplesmente. Não é sobre medições e mais medições.
Como você faz para melhorar? Como você faz para questionar e instigar pessoas para pensarem sobre maneiras melhores de fazer o que fazem?
Eu tenho um gatilho natural para isso. Por um motivo.
Sou preguiçoso.
(mais…)Como funciona a sua equipe? Quais as perguntas que ajudam a ver o todo?
Exemplos de perguntas:
(mais…)Qual a estratégia de retenção da sua empresa? Muitas pessoas vão listar manuais de cultura e artigos falando sobre o que a empresa acredita como algo interessante.
O problema é que muitas vezes estes documentos operam de forma aspiracional e não refletem o que a pessoa encontra no mundo real.
É importantíssimo que estes materiais ajudem a pessoa nos seus primeiros movimentos dentro da empresa e que de preferência, deixe muito claro os pontos de atenção da pessoa dentro da sua organização. A Valve por exemplo tem uma seção do manual falando sobre as coisas que se considera que a empresa não é boa.
Exemplos de manual de cultura para você consumir, que estão publicados por aí:
(mais…)Não importa o quão experiente você seja em determinado assunto. Eu, particularmente, vou medir sua entrega olhando para a forma como você atua. Como se comunica e principalmente como assume responsabilidades. E como trata a equipe que faz parte do seu dia a dia.
E certamente estarei olhando para questões técnicas, mas não de forma isolada. Não aceito por exemplo comportamentos tóxicos. É bem simples… você agrega valor ou gera ruído?
(mais…)Se não está na lista, não é necessário. E aí alguém vai dizer que prefere ir navegando pelas gôndolas do mercado, revisando na memória itens que podem ser necessários comprar. E assim sempre se gasta mais do que realmente é preciso.
Gosto de metáforas de dia a dia para dizer que o mesmo acontece quando estamos gerenciando um produto de software. Você não precisa ter na mente todos os itens importantes a serem consumidos. Você pode organizar isso em uma lista, o tal roadmap quando olhamos objetivos conectados ao negócio. E também podemos chamar de backlog, termo que ficou padronizado para indicar o que precisa ser feito para gerar o valor que o produto espera gerar.
Nem tudo o que está no backlog vai ser feito, mas o que está no topo está priorizado, e isso que importa. Assim como listas de supermercado, podemos revisar e entender itens que não são mais necessários na próxima compra (entrega).
(mais…)Gerenciar energia diz respeito ao seu grau de atenção, incomodações diversas e saúde, que a gente costuma desmerecer muitas vezes. Grau de atenção pode ser relacionado a tempo disponível para dedicar a um determinado assunto, coisas deste tipo.
Falando sobre saúde, o fato é que somente o Jordan ficou famoso jogando gripado. O “the flu game” entrou para a história, com uma excelente atuação de Michael Jordan, um dos melhores jogadores do mundo de basquete. Jordan fez 38 pontos e entregou tudo o que ainda tinha em quadra.
(mais…)Quase como dizer que somos previsíveis, e a cada volta, vamos criando nomes bonitos para coisas que significam algo muito básico, ou um princípio muito antigo.
Alguns chamam de marketing.
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