No GUDay 2016 tive a oportunidade de palestrar junto com Douglas Scheibler sobre “O Potencial Mobile”. O evento do GUDay teve como assunto base a computação positiva, que leva para a computação os conceitos da psicologia positiva.
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Um dos desafios na busca pelo inbox zero é entender quais são estas caixas que precisamos monitorar e gerar acompanhamento. Quando recebo uma mensagem pelo facebook, a resposta é imediata ou não? Qual o nível de alerta que você mantém para o whatsapp ou skype?
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A cleaner, what a cleaner does? He solve problems. But a cleaner can also use some free time to make better code! 🙂
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Para quem se interessa pelo assunto Design Thinking, eu resolvi separar uma lista de links e referências que normalmente passo para quem me pede quando está iniciando no assunto.
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Contexto: uma equipe trabalhando com ciclos iterativos, usando Scrum, quer melhorar e trabalhar melhoria dentro do ciclo de trabalho. O Cassio Dias mandou um comentário indicando o seguinte:
… Dias atras entrei em uma discussão com um colega aqui do time sobre SCRUM (que “usamos” aqui) e os gaps de qualidade que esse meu colega argumentava. Segundo ele todos estão focados em entregar as atividades na sprint e, por isso, quando surge algo para melhorar, quase ninguém o faz para não afetar a entrega. Dai reforcei a importância das retrospectivas e priorizar também essas melhorias para a próxima sprint, algo como debito técnico.
Segundo ele estas melhorias ficam no backlog mas nunca serão priorizadas por causa da pressão normal do dia a dia – Talvez aqui seja uma questão cultural e gestão em priorizá-los…
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Aprendizado contínuo deve ser meta de qualquer equipe que busca qualidade e entrega de valor. Conhecer práticas, dinâmicas, e entender quais podem ajudar no seu contexto, é o grande desafio. Encontrar tempo e foco para fazer tudo isto acontecer.
Neste episódio do Daniel Wildt responde, o Gustavo Reis me pergunta o que deu certo na minha empresa sobre este aspecto.
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Hoje muitas empresas ainda acham o uso de um wiki “informal demais”. Precisam de documentos bem formatados, com responsáveis (culpados) pela edição e parecem pedir por processos rígidos para travar qualquer iniciativa de melhoria.
Tratam de informal aquele conhecimento que é construído de forma emergente representando a realidade. Como se fosse preciso formalizar alguém no papel de professor.
As empresas perdem a chance de desenvolver pessoas criando linhas de aprendizado. Perdem a chance de oportunizar a construção e compartilhamento dentro da organização.
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A pergunta ou na verdade uma indicação deste episódio vem do Luciano Sclovsky, que me mandou definições da palavra Hustle e disse pra eu escrever sobre… mas, aproveitando o foco nos vídeos, aqui vai mais #dwildt101 pro ar! 🙂