Ao iniciar o pensamento sobre mudança, queremos sempre as grandes. Se trabalhamos 60 horas por semana, queremos simplesmente começar a trabalhar 6 horas no mês. Algo como mágica. Não que não possa acontecer mas mudanças bruscas de direção também geram reações do mesmo estilo. Como seguir?
(mais…)Categoria: Pensamentos
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No livro Lean Startup se chega em um momento que o Eric Ries fala:
Não se pode trocar qualidade por tempo — Eric Ries
You cannot trade quality for time — Eric RiesParece simples, parece tranquilo, mas não é.
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Na montanha russa, sabemos o percurso. E ainda assim é um teste constante de emoções.
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O fato é que a rotina destrói muitas vezes nossos planos de mudança. Somos engolidos por tudo que acontece ao nosso redor e não conseguimos focar naquilo que queremos.
Como se pode quebrar com o assunto? Eu poderia te indicar o meu capítulo sobre estilo de vida, mas ele não é interessante se você pensar que não tem tempo para nada, nem para ler algumas páginas de texto. Você não consegue ler material nenhum. Ok. Acredito. Já passei por isto. Mas e me ouvir enquanto você trabalha ou faz alguma outra coisa?
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Em um áudio que ouvi do Seth Godin, ele questiona qual vai ser o próximo projeto a ser trabalhado. E eu fiquei me questionando se conseguimos viver nossas vidas em projetos ou se vivemos em processos. Ou ciclos, simplesmente.
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Seth Godin falou em um post que nos dias de hoje é muito fácil fazer algo. Não temos quem nos diga não. Normalmente a resposta e um “vá em frente!“. Qual o impacto disto nos nossos dias?
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Tenho mudado minha estratégia de palestrar. Uso cada vez menos slides. Em algumas ocasiões, monto um mapa mental para me guiar naquele contexto que vou falar a respeito. Ao invés de buscar falar, e falar, e falar, quero outra estratégia. Quero discussões, quero conhecer e compartilhar histórias sobre o assunto em questão com a platéia.
Começo a notar que seja em uma palestra, curso ou dentro do contexto empresarial, os processos de aprendizado aceleram e muito quando consigo compartilhar histórias, e aprendizados.
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Normalmente no final do ano paramos para pensar e refletir sobre o que passamos.
O convite que faço é que em 2015 possamos encurtar este espaço, criando mais oportunidades para ouvir.
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Uma das coisas que acredito é em criar fluxo. Ritmo.
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Ao olhar para frente, temos expectativas, sonhos. Ao olhar para hoje, temos reflexões, e possivelmente também frustrações. Ao olhar para o passado, deveríamos bater palma, e ter gratidão por tudo o que foi feito. Agradecer aos recursos disponíveis, ao tempo que existia disponível, e usar isto como aprendizado para acontecer cada vez mais. No final do dia?
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