Se não está na lista, não é necessário. E aí alguém vai dizer que prefere ir navegando pelas gôndolas do mercado, revisando na memória itens que podem ser necessários comprar. E assim sempre se gasta mais do que realmente é preciso.
Gosto de metáforas de dia a dia para dizer que o mesmo acontece quando estamos gerenciando um produto de software. Você não precisa ter na mente todos os itens importantes a serem consumidos. Você pode organizar isso em uma lista, o tal roadmap quando olhamos objetivos conectados ao negócio. E também podemos chamar de backlog, termo que ficou padronizado para indicar o que precisa ser feito para gerar o valor que o produto espera gerar.
Nem tudo o que está no backlog vai ser feito, mas o que está no topo está priorizado, e isso que importa. Assim como listas de supermercado, podemos revisar e entender itens que não são mais necessários na próxima compra (entrega).
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