Transparência não acontece sem escuta, sem abertura. Opiniões e histórias nos ajudam a compor uma pesquisa, um entendimento de situações, de contextos. Entender suposições ou ter mais visão de quais dúvidas estão pairando um determinado entendimento.
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Dan Olsen fala sobre produtos, sobre priorizar o que temos que fazer.
Fala em importância e satisfação, modelo que aparece em diversas estruturas, mas o modo como ele trouxe em uma leitura que estava fazendo me pareceu tão… “como se pode pensar diferente”?Eu gosto de pensar em estratégias de priorização e entender quando posso usar no dia a dia. Falo muito sobre priorizar pensando em risco, valor e diversas outras formas de olhares. Também já discuti sobre pensamento de resultado e satisfação. Kano já trazia este conceito da importância do que os sistemas entregam, com a percepção dos clientes. E já muito vivi muito no passado um olhar MoSCoW (Must / Should / Could / Would Have).
O ponto que sempre pensava era: na perspectiva de quem? É ainda muito comum ver iniciativas rodarem baseadas na opinião de alguém, ao invés de pesquisas e investigação com o mundo real.
Importância e satisfação são conceitos simples e que podemos acessar a partir dos nossos clientes e até de alucinações com as equipes internas. E aí, como operar com estes conceitos?
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Eu estudo em um percurso para desenvolver meu estilo parental. Iniciei em 2008, e sempre serei um aprendiz. E seguirei até o último dos meus dias. E dizer que sou aprendiz não é um ticket para poder pedir desculpas automáticas para todas besteiras que fiz e ainda farei sendo pai.
Mas sabe que venho aprendendo a viver algumas situações novas ultimamente. Não que eu saiba passar por elas ainda. Eu me perco. E o caminho vai para um lugar não legal, por estar usando sarcasmo quando eu deveria estar ficando quieto escutando ou achar um modo onde eu consiga ajudar e escutar. Talvez não precise fazer nada.
O que é sarcasmo mesmo?
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I’m talking about an education revolution that should be in place everywhere. Sigh.
We start with lots of curiosity in place. We are capable to ask questions. We want to know all the answers. But soon we start seeing people telling us things are the way they are. People telling WHAT we need to learn and HOW we need to learn. And… could you elaborate on the why? They can… because they SAID so.
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Adoro essa frase: movimento dá sentido, define significado. Ela vem nos princípios do Material Design. Eu olho pra essa frase e consigo falar sobre hábitos e sobre o fazer.
Um hábito brota por sequência de vezes que fazemos algo. E esse fazer começa a partir de algum sinal, alguma deixa que nos leva a começar algo. Que pode ser algo bom ou ruim.
Uma meta não vai resolver o problema de um hábito, mas sim o senso de progresso.
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Certa vez me indicaram para palestrar em um TEDx. O x no final não importa. Era um convite para fazer parte de uma rede, uma comunidade interessada em compartilhar ideias. E aí na conversa sobre possíveis assuntos falei: eu posso falar sobre ser inútil. 🙂
Um pouco de silêncio na conversa, e seguimos na ideia.
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Dá para falar sobre isso pensando em lotes. A vida que a gente vive gera aprendizados. A partir das práticas que temos, aprendemos. Refletimos. E?
Se queremos seguir fazendo o que fazemos, podemos organizar estruturas que nos permitam refletir sobre a prática e projetar “mudanças”. Mudanças que tornem o nosso trabalho mais leve. Aqui penso em melhoria operacional, facilidade de gestão da tática e mais consciência da estratégia.
Junta com isso um pensamento sobre como reabastecemos o nosso trabalho. Vamos de ciclos curtos ou ciclos longos? Aqui entram os lotes.
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Lavar a louça ou se alimentar? Dormir ou arrumar um armário? Praticar exercício ou ler um livro? Projeto A ou projeto B?
A base está no seu sistema. Hierarquia, decibéis, chefe manda, qual é o seu jogo?
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A curiosidade nasce conosco. A cada nova descoberta, a cada novo músculo ativado, a cada nova conexão e reflexão que se estabelece, estamos aprendendo. Estamos nos direcionando. Quando começamos a tentar fazer algo e persistimos, um desafio é criado internamente.
Só que conforme crescemos, podemos começar a pesar mais o que as pessoas pensam a respeito das nossas ações (que em muitos casos nem aconteceram ainda).
E aí?
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Sabe que a pergunta é mais complexa que esta?
Pensa que não adianta você falar, se outras pessoas não querem escutar o que você tem a dizer.
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