Um time auto organizado, multi disciplinar. Um sonho para muitas organizações e justamente o que se busca em um time ágil que trabalha com Scrum.
Motivação, união e foco para entregar resultados. Entregar valor.
Um time auto organizado, multi disciplinar. Um sonho para muitas organizações e justamente o que se busca em um time ágil que trabalha com Scrum.
Motivação, união e foco para entregar resultados. Entregar valor.
Episódio 32 do Daniel Wildt responde fala sobre a “coisa” de ser empreendedor, ser empresário e uma questão de fazer acontecer.
Acho que o resumo do vídeo é indicar da nossa necessidade de buscar. A escolha do que focar e quando fazer este foco ser real. Essa busca vai nos dar um caminho de entender como ter um mindset freelancer, que também leva para um caminho de desenvolver mais responsabilidade sobre o nosso trabalho, e de autonomia.
Falei no vídeo de duas pessoas e deixo aqui o meu vídeo e os vídeos relacionados, para você conhecer mais:
Quando se inicia um projeto precisamos saber se estamos prontos para começar. Este estar pronto para começar, requer que o time tenha entendimento de onde quer chegar.
Esse alvo mais claro vai ajudar a entender como quebrar o trabalho a ser feito em entregas de valor, mas sabendo que já se possui uma base de negócio clara com todas pessoas da equipe.
O trabalho de pré-jogo do Scrum vai ajudar no desenvolvimento do backlog do produto, uma lista de itens a serem entregues, priorizado conforme o critério usado no time para perceber valor.
Eduardo Klein, amigo e um profissional que participa de diversas comunidades de tecnologia pergunta:
Que caminhos você sugere para quem quer começar a conhecer e explorar a PNL?
Eu comecei a ter contato com a Programação Neurolinguística (PNL) como estudo em 2007, em um curso que misturou análise de negócios e PNL. Alguns anos depois entrei para a formação clássica com os cursos de practitioner, master e trainer, que finalizei em dezembro de 2013.
Se tivesse que destacar, a PNL me apoia em dois processos: (1) sair do piloto automático e (2) modelar comportamentos de excelência. E tem muito mais.
Neste episódio do #PartiuAgile (temporada 1 – Scrum) vamos falar sobre empirismo e como o Scrum trabalha a construção de conhecimento dentro da equipe.
Também falo sobre os pilares do Scrum, e a parte mais legal de falar sobre transparência, inspeção e adaptação é como isto pode ser aplicado em qualquer contexto de trabalho. Não está restrito a projetos de tecnologia nem em projetos que trabalhem com Scrum.
Qual o seu processo de funcionamento quando chega o final do ano? Como funcionam suas resoluções de ano novo? Planejamentos longos, feitos apenas 1 vez, ou várias sessões de planejamento?
John Oliver, conhecido por um jornalismo ácido, diz que as resoluções de ano novo são um meio termo entre mentir para si mesmo e mentir para os outros. E aí?
(mais…)Segundo episódio desta série, o #PartiuAgile temporada 1 trata de Scrum. Aproveito para puxar uma conversa sobre descoberta e entrega, que será sempre útil nos próximos episódios.
Eu confesso que quando fazia trabalhos estilo monografia, que aquela parte de revisão bibliográfica me parecia muito no sentido de ok, mas e quando começa a ação? Onde vamos falar das experiências práticas e contribuições?
E no marketing tinha essa visão um pouco. Muitas vezes era apresentado ao “marketing” como alguém que divulgava o que outras equipes produziam. Que sabia transformar em um texto aquilo que uma outra equipe “não tinha capacidade de fazer”. Como se os times fossem a teoria e o marketing a prática.
Isso me soa muito como silos de conhecimento. E quando isso acontece, crescem rixas dentro das equipes. É o que queremos? Nããããoooooo. 🙂
Nesse Daniel Wildt responde, episódio 29 e o primeiro de 2016, entramos em um assunto comum em equipes técnicas que estão em busca de entregar seus objetivos, mas precisam conjugar isso com os objetivos de clientes.
Resumido: Você pensa em uma palavra, e eu penso em um poema. E assim a roda deste livro gira, até ele chegar em 100 poemas. 🙂
(mais…)