Acordar e decidir

Você acorda para que? O que motiva o seu dia?

Ao tomar uma decisão sempre me lembro porque eu estou fazendo o que estou fazendo. Me lembra que o que eu faço tem um fim. Que eu tenho um fim. Me ajuda a trazer minha mente pro presente.

Confesso que isso me ajuda a deixar de lado algo que possa me distanciar da situação a se resolver e me coloca em foco de resolução. E me faz buscar quem pode me ajudar no contexto de resolução.

Como achar estas pessoas? Você vai conviver com dois tipos de pessoas:

1. Pessoas que fazem a diferença. 🙂

2. Pessoas que criam a diferença. 😦

Durante o desenvolvimento de uma equipe podem e vão aparecer diferenças, mas isso não significa que não existe forma de resolver e equalizar. O desafio é deixar claro para as pessoas que elas não deveriam terceirizar a resolução de dificuldades do trabalho com alguém da própria equipe. Isso vai dizer muito sobre a maturidade de uma equipe. Não falo da transparência da pessoa indicar o que está vendo e percebendo, mas da dificuldade de escuta existente. O time tem abertura, tem habilidade para escuta?

Escolha com cuidado. 🙂

— Daniel Wildt (Veja uma palestra minha sobre Comunicação Não Violenta)

Somente o necessário! (ou… ninguém espera a inquisição espanhola)

O cliente quer ser surpreendido? Não. Eu garanto. Ele não quer ser surpreendido. Ele só quer o que ele pediu. Um cliente quer apenas viver a experiência que é apresentada para ele. Nada extra. Simples assim. 🙂

Mas e o wow service?

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Conectado com o presente

Tem um vídeo clássico do Bruce Lee onde ele fala algo como “empty your mind”. Várias pessoas que conheci e que me falaram sobre meditação traziam a questão de esvaziar a mente. Perceber a respiração.

Minhas últimas leituras trazem alguma coisa de consistente, que posso resumir em duas palavras:

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