Normalmente no final do ano paramos para pensar e refletir sobre o que passamos.
O convite que faço é que em 2015 possamos encurtar este espaço, criando mais oportunidades para ouvir.
Normalmente no final do ano paramos para pensar e refletir sobre o que passamos.
O convite que faço é que em 2015 possamos encurtar este espaço, criando mais oportunidades para ouvir.
Uma das coisas que acredito é em criar fluxo. Ritmo.
Ao olhar para frente, temos expectativas, sonhos. Ao olhar para hoje, temos reflexões, e possivelmente também frustrações. Ao olhar para o passado, deveríamos bater palma, e ter gratidão por tudo o que foi feito. Agradecer aos recursos disponíveis, ao tempo que existia disponível, e usar isto como aprendizado para acontecer cada vez mais. No final do dia?
(mais…)Eu fico muito feliz quando ganho em algum evento um material que realmente é útil. Ganhar folders e pastas duram o tempo do evento ou o tempo de se achar alguma lata de lixo reciclável ou alguém para passar o material adiante. 🙂
E como poder divulgar marcas e ações pensando em longo prazo e ações que sejam sustentáveis?
Seguindo na minha estratégia de contribuir com a comunidade empreendedora de Porto Alegre, lançamos a primeira edição do #StartupDojo de 2015! E para começar diferente, e aproveitar o verão, vamos fazer a edição em uma sorveteria!
Vou me tornar um empreendedor. É o que ouço de várias pessoas que converso em eventos. É suficiente essa afirmação? Tem algo mais?
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Uma das coisas que fico muito curioso é saber se uma música é da banda que conheço a gravação ou se ela já foi gravada por outra banda. A música de hoje é When The Levee Breaks, que conheci na gravação do Led Zeppelin.
Entendo que não existe “o processo de aprendizado”. Existem processos de aprendizado, que funcionam com base em contextos que vivemos e baseado nos conhecimentos e percepções que temos do nosso dia a dia. Contexto.
(mais…)Seth Godin trouxe uma reflexão sobre logo x marca. Acabo vendo esta relação em duas questões: ver x sentir.
Interessante como penso em formas de aprender e de burlar meu processo de aprendizado. Quase que como “confundir” o cérebro e fazer ele considerar que os desafios não são desafios mas sim jogos e brincadeiras.
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