A importância do seu tempo

#VivaSeuTempo Você dorme. Acorda. Se alimenta. Faz todas necessidades que o seu corpo precisa durante um dia. Conforme forem as necessidades que você se permite.

Mas… quanto tempo você usa para você mesmo, no seu dia? O que parece ser algo absurdamente simples, pode se tornar algo extremamente difícil de ser alcançado. Quanto tempo você se permite refletir, analisar eventos importantes, eventos que precisam de um novo comportamento ou situações que precisam ser comemoradas. Um simples planejar?

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I am …!?

In order to start saying “I am …!“, we need first to ask a question. And it can be: “Who am I?“. Sometimes that question is a huge question. Then we can start with a different question like “How do I want to live?“. Just to think about a life style.

Or… maybe just think about your dreams.

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Uma dinâmica para brincar de Métodos Ágeis – A hora extrema!

A prática é a melhor forma de demonstrar e criar conhecimento. Desenhar, refletir, discutir, concordar e discordar.

A primeira vez que participei de uma dinâmica da hora extrema (eXtreme hour), foi em 2004, e o exemplo utilizado foi a criação de um caixa eletrônico. Hardware e software. 🙂

Desde então, sempre que tenho a oportunidade, faço a dinâmica para poder ensinar um pouco sobre Agilidade e demonstrar disciplinas do eXtreme Programming aliadas a práticas que ajudam a maximizar comunicação e compreensão do que se quer alcançar no software.

Que materiais você precisa para fazer a eXtreme Hour?

Cartões para se poder escrever as histórias e brincar com o conceito 3C.
Folhas de papel brancas e coloridas
Canetas coloridas
Réguas
Tesouras
Fitas adesivas
Colas

Para que tudo isto? Para se poder montar telas, fazer mockups, e poder trabalhar com a prática do paper prototyping. Nesta uma hora, provaremos as histórias através da “execução” dos protótipos de papel.

E quanto tempo dura a dinâmica? A dinâmica deve durar 1 hora! O tempo total do evento pode ser mais de 1 hora, considerando uma ambientação com agilidade e eXtreme Programming, e depois um fechamento do evento.

Considere que você vai fazer de duas a três iterações, e que neste tempo está incluído o papo inicial do cliente, e também uma retrospectiva da dinâmica. O cliente segue disponível durante toda a dinâmica, a menos que você adicione uma restrição para ele “sumir” por alguns minutos. E assim o time poder ver como se comporta. Eu normalmente faço duas iterações. Elas já servem para demonstrar as ideias e surgem muitos pontos de discussão a partir disto. E normalmente crio restrições em alguma das iterações para ser mais difícil falar com o cliente.

Comentei que o exemplo usado é sobre construção de caixa eletrônico, com seu software e hardware. Aqui então mando uma lista que itens que você pode vir a requisitar para as equipes construírem:

  • No hardware do caixa eletrônico, o seu formato. Pensar na forma da retirada de dinheiro, se tem leitor de código de barras, forma de entrada do cartão (chip, magnético ou se vai fazer leitura da digital). Se vai ter impressão de recibos ou envio dos mesmos por email?
  • Tipos de uso pelo cliente, se vai fazer uso com o cartão do banco ou sem o cartão do banco. Exemplo, sem o cartão é possível fazer impressão de extrato ou saldo. Para fazer saque e pagamento, será necessário cartão do banco.
  • Sobre funcionalidades do software, temos várias opções, com saque, consultas de conta, pagamentos com ou sem código de barras, transferências, doc e ted, e outras funções que um caixa eletrônico possui. Escolha um banco e pense nas funcionalidades que o caixa eletrônico oferece. Dica: ao pensar no saque, pense em limitações de valor e horário, para que os times possam exercitar situações de exceção e erro.

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E sobre todas estas possibilidades, você deve indicar para as equipes coisas que quer ou que gostaria de ter. Não necessariamente precisa indicar o que é prioridade. 🙂 O que normalmente ajuda a gerar resultados bem diferentes e interessantes. A prioridade pode ficar como algo “não falado” nos primeiros minutos da explicação, para ver se as equipes vão fazer perguntas ao cliente ou se elas vão simplesmente executar o que o cliente falou, na ordem que ele falou. Que não necessariamente vai ser a ordem de importância. O ponto aqui é ver se as equipes estão buscando entrega de valor e comunicação com o cliente, aproveitando a presença do mesmo.

Costumo dividir as equipes em 7 pessoas. Evite muitas equipes, para que possa gerenciar tudo sendo apenas 1 cliente.

Quanto ao tempo, uma sugestão de uso pode ser a seguinte:

  • 3 mins – As equipes se organizam e definem quem faz o que (quem faz design, escrita de histórias, validações, a criação dos protótipos, tira dúvidas com o cliente, manter o tempo, e por aí vai). Lembre que as equipes devem ser multidisciplinares. Então as pessoas podem se ajudar em atividades.
  • 7 mins – Apresentação do problema. Aqui você como facilitador usa sua imaginação e pensa em funções que o caixa eletrônico vai ter, qual o público alvo e restrições do jogo, exemplo tempo disponível para tirar dúvidas, e outras questões neste sentido.
  • 15 mins – Primeira iteração. Nesta iteração, o time deve fazer planning (2mins de sugestão), execução da iteração e retrospectiva. Na metade do tempo da iteração, deve fazer uma “diária”. Então considere que cada dia termina depois de 7mins. E neste momento existe 1 min de reunião diária para o time alinhar o que está ocorrendo. No décimo terceiro minuto, o time deve fazer sua retrospectiva da iteração, para entender o que pode ser melhorado para a próxima iteração.
  • 5 mins – Tirar dúvidas com os times e mostrar insights que foram vistos durante a primeira iteração. Normalmente equipes focam demais em planejamento e não em execução. Outras equipes focam demais em execução. Outras equipes não se organizaram e todos fazem de tudo e não entregam nada. Aqui não se resolve nada muito profundo, o objetivo é dar pequenas dicas para deixar visível aos times oportunidades de melhoria na sua comunicação e tática.
  • 15 mins – Segunda iteração. Mesmo ciclo da primeira iteração, os times tentam entregar mais um grupo de funcionalidades.
  • 15mins – Retrospectiva do exercício, aqui serve como momento de reflexão e gerar uma discussão com os participantes sobre agilidade e metodologias ágeis.

E era isto! Espero que todos se divirtam!

Deixo algumas fotos da dinâmica que ocorreu no Agile Games Night, evento que ocorreu no UniRitter/Porto Alegre em junho de 2012.

E agradecimentos ao Thiago Esser! Ele ajudou a priorizar este post! Espero que possa ser útil!

Caso tenha interesse em levar esta dinâmica para sua empresa, ou evento, ou alguma palestra, faça! Só peço uma coisa em troca! Faça um post contando da experiência e comente por aqui fazendo uma referência! Quero saber quem anda brincando com a eXtreme hour por aí!

Update 24/set/2012Thiago Esser manda feedback da dinâmica que ele fez!

Como se tornar um melhor mensageiro

Eu sempre tive uma necessidade de ter mensagens e apoiar quem está assistindo uma apresentação através de texto, muito texto. De vez em quando algumas imagens.

Em 1999 fiquei vermelho, e bem nervoso, quando fiz a apresentação do meu trabalho de conclusão. Depois outras lembranças que tenho são a partir de 2002, quando comecei a palestrar de forma mais constante. E não parei desde então. E a cada nova apresentação, uma nova lição, uma nova piada para fazer a platéia rir, e por aí vai.

Sempre me preocupei em passar a mensagem da forma mais objetiva possível, e prática. Isto vem me ajudando ao longo do tempo a fazer palestras menores. Normalmente minhas palestras funcionam no estilo “TED Talk“, focadas em no máximo 20 minutos e gerando alguma mudança. Nada de indiferença! Também gosto muito das palestras menores ainda, as Lightning Talks, com 5 minutos de duração. E eu ajudo a organizar um evento muito legal sobre elas, a #Desconf.

Mas voltando ao assunto de como melhorar suas apresentações… um dos pontos para eu melhorar era ter alguns modelos. Durante muito tempo eu trabalhei como instrutor oficial da Borland/CodeGear e hoje Embarcadeiro. E desde 1998 eu participava de eventos sobre Delphi, com apresentação de funcionalidades, sendo um “mero ouvinte”, e ali tive contato com um cara que sempre foi uma referência na arte de apresentar: Renato Quedas. Ele é um cara que eu respeito muito, e tive a oportunidade de conviver com ele alguns anos, ele na qualidade de Master Trainer, ajudando nós instrutores e consultores e se posicionar melhor em sala de aula, nas apresentações e por aí vai.

Depois estamos falando em 2006/2007, e uma das ações que me ajudaram a ver e buscar algo diferente foi quando tive contato com o material do Garr Reynolds e um livro muito legal chamado Presentation Zen. São dicas legais, mais focadas no design e formas de apresentar as informações para gerar um impacto mais positivo no público.

Outra ação foi o ToastMasters. Já ouviram falar deste programa? Em uma das empresas que trabalhei, existia um programa interno, e eu participava, conseguindo a cada semana ver pessoas apresentando e podendo colher técnicas diferentes. E aprender com o erro dos outros. Isto me fez buscar na internet também diferentes técnicas. Aí comecei a conhecer caras como Guy Kawasaki e Larry Lessig e o Lessig Method. Eles seguem sendo grandes referências para mim.

Claro… Steve Jobs por exemplo e seus keynotes milimétricos também são legais, sem dúvida! Mas o ponto é… que eu sempre gostei do improviso.

Muito.

Em uma situação, fui convidado para palestrar em uma semana acadêmica, e nesta oportunidade tinha decidido que iria falar sem ajuda do Keynote. Cheguei no evento faltando menos de 1h para minha palestra. Aí comecei a ter umas ideias e pronto, em menos de 30min selecionei algumas imagens e montei uma apresentação para me apoiar no evento. E foi show! Pode acontecer de dar errado? Claro. Mas aí é o estilo de cada um… alguns gostam de desarmar bombas. Eu gosto de palestrar contando minhas histórias, improvisando. 🙂

O que eu procuro quando estou montando uma linha de palestra? Momentos para fazer rir/chorar/emocionar, momentos para fixar conhecimento (aprendizado), momentos para impactar (mudança). E isto vai em um ciclo dentro do tempo da palestra. Seja uma palestra de 5 minutos ou um curso de 80 horas.

Deixo o vídeo que apresentei no TTLabs Summit realizado em abril de 2011, falando sobre estas questões. Foi um vídeo de 5 minutos:

E a apresentação que está disponível no slideshare:

Qual é o custo da inovação?

Em uma das tirinhas de domingo do Dilbert, apareceu uma sobre inovação, com uma forma bem interessante de motivar as pessoas a participarem de ideias para novos produtos. De forma algumas as ideias foram “reprimidas” e o ambiente era propício para as pessoas poderem ser humildes e respeitadas. 🙂

Bom, vamos ao foco do post. O grande problema que eu vejo em ideias que surgem dentro de uma equipe é o processo de evolução ou morte destas.

Muitas empresas, dependendo da sua estrutura e/ou cultura, vão ter ideias que morrem por falta de ação da gerência, como já ouvi em um evento anos atrás. Quer dizer, devido a outras 1000 coisas que a gerência precisa fazer ou entregar, uma ideia positiva e legal nem terá a chance de evoluir. Nem de ser experimentada. E ninguém nem tem a chance de sentir peso na consciência, já que a ideia não está no plano de desempenho anual. :-/

Eu prefiro pensar que uma ideia perde seu valor porque a equipe como um todo deixou de acreditar nela. E que uma ideia mantém o seu valor em virtude de ações que a equipe realiza. É a chance de uma evolução mais democrática.

Ainda assim, isto não é garantia de nada.

Muitas vezes a equipe está lotada de trabalho e de tarefas que precisam ser realizadas, não restando tempo para a equipe trabalhar em novas visões ou simplesmente seguir uma ideia que é reconhecida pela equipe como boa. Muitas vezes as equipes voltam para os momentos de “loucura” e se esquecem que a melhor coisa que elas podem fazer é manter um ritmo saudável para evolução dos produtos, com qualidade constante.

Por isto, mesmo em uma equipe aberta a inovação é preciso ter algum tipo de método ou controle ou restrição para garantir que vai existir um balanceamento no que é feito em produtos existentes e novos produtos.

Este tipo de investimento pode ser medido, tanto o investimento como o retorno do que é feito.

O que se quer então?

a) Formas de testar as ideias para se ter visão pós feedback do mercado sobre a sua validade.
b) Restrições que ajudem as ideias a serem lançadas e mantidas. E que principalmente ajudem a equipe a não perder o foco.

Lembre-se. Ideias podem surgir como forma de ajudar um produto a ganhar consistência, como forma de se testar tecnicamente alguma tecnologia, ou simplesmente para testar um mercado que não se conhece.

Pode ajudar uma empresa a desenvolver seu nome pelo mercado de tecnologia.

E também pode prejudicar uma empresa. Parecia fácil né? Mas não é… qualquer tipo de lançamento deve ser feito com responsabilidade e sem perder foco na qualidade. Ela não é opcional. E portanto seus experimentos devem mostrar que o caminho está correto. Os experimentos devem ser responsáveis por mostrar o respeito e mostrar que uma ideia merece mais persistência e apoio.

How technology evolves in a team?

Dilbert is always nice. On Oct 17th 2011, the comic strip was about building a 5-year technology plan for the CEO.

How is technology evolving in your team nowadays?

What triggers new technology to be selected for a proof of concept, for some sort of research or even for an internal project?

Here are some options you can think about:

  • Presentation events: build a morning or a night to get the team together and have lightning talks, 5-10 min talks about technology, management, out-of-box-thinking, things that can spark, trigger new directions to the team. Examples are TED talks or Desconf (in portuguese – this is an initiative I help).
  • Coding Dojos: having a regular coding dojo agenda, can help the team to practice their programming skills, try different languages and frameworks. With this, new ideas will come up eventually and there you go, more options to use inside the team. You will also work on pairing skills, test automation skills and will find a better team integration.
  • Hackatons: Think about initiatives like Rails Rumble or Random Hacks of Kindness (RHoK). Think about days where people get together to solve a problem, trying some engagement in the local community.
  • Blogs: tell people what are you learning and share knowledge. Telling what your team is trying, without violating some internal rule with the company. Creative Commons content. You will probably show something that is already online, but making it easy for someone else to find and use the documentation.
  • Yammer or other internal social network like Chatter: show what are you doing internally. Motivate others. Create some groups where people with same interest can share ideias and promote. Create a more online and active team sharing what’s happening. It’s a way between IM (sync) and e-mail (async) communication. And a form of communication where you want to be short and concise.

Estação de trabalho? Mantenha a liberdade!

Estava lendo uma matéria e nela um executivo falava a respeito da sua mesa de trabalho. Ele tinha (1) uma pequena biblioteca de livros em um canto da sala, (2) alguns porta retratos, (3) um painel motivacional na sala, (4) equipamentos que apoiavam o seu trabalho como notebook e smartphone, (5) um caderno para anotações e (6) uma folhagem para ter um verde apoiando o escritório e “dando vida”.

Ao comparar a mesa de trabalho dele com o jeito que eu trabalho, achei engraçado, e isto vem um pouco no quanto o profissional de hoje procura mobilidade. Senão vejamos:

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en: What would you do to change someone else’s world for better? Inspiration and effect!

Sometimes I see people saying that they don’t need to do anything to improve the world they live in, since they do their part, paying taxes. Some believe that government needs to take action.

I have another opinion about it, and as far as I know, lots of people have another opinion too.

In summary: What we have in place, it’s not enough. Waiting on government, will not help at all. We need action. We need to help people to take action. Let’s do it ourselves.

The thing is: people develop ways to do good to their communities, and therefore to their cities, countries and bingo, world!

But how? Is there a ticket to buy somewhere?

Do we need something huge like a “live aid“?

No.

Do we need a disaster to happen, to start looking for these things?

No.

Do I need to wait for World Social Forum to come to my country?

No…

So, give one example of movement to help and/or follow!

Looking at software development world, we have opensource software, a movement that creates an environment for knowledge sharing. An environment that helps people all around the world to build better software, and have access to computer software with less costs.

With these things, other people can do good to their communities. That’s good.

That’s a way to help changing someone else’s world.

But, let’s take a look at “a thing” that is universal… music!

I’m gonna use as an example, Playing for Change.

Here’s a message: no matter who you are, no matter where you go in your life, at some point, you gonna need somebody to stand by you. Check this:

That turned out to become a movement all around the world, called playing for change.

But, how that’s relate to software world?

They did something and later on they realize that it was big and could become a movement to help people to help people. Musicians could make this happen.

So… we need to understand how to make a movement?

Maybe… check this TED.com talk about how to start a movement.

So this is all about following someone and help the movement to grow. Some movement you believe and want to help.

Here I go then. Follow me.

Well, every time I do an event related to technology, where I get a lot of people together, I do some action for those who need help, with donation of food or clothing.

It’s like a “presenting for change“, where you have people doing what they love to do, presenting technology, running coding dojos, but with a social action together with it. It is a simple way to continue being who you are, and doing what you do, but getting different results from your actions.

If you are working close to a technology users group (take Java or Ruby or Agile for instance), you can do that.
If you are doing an event, you can add some kind of donation to an entity that needs help in your event schedule.

So, all my events will have an entry pass, a donation?

Well, if it is a donation, you can’t make it mandatory. But, you can ask people to bring donations! They have a choice. Give them a choice. They will bring donations, if they want to!

So, bottom line is?

Look around and you will see that a lot of people need help. Check for nongovernmental organizations that need help. You will not be able to help them all. Help some of them, check for local needs, ask for help to understand and find organizations that need more help. And help them. With the help of your community. You will find people willing to help. Go for it.

Let’s Help It!

This post was first wrote in May 17th of 2010. It was on my draft since today. Since then I was searching for a way to help this new movement to happen. And here we go again. Let’s Help It! It is an open source software deployed in a free cloud environment, where you can add organizations near you. Therefore other people looking for organizations where they live, can look at that.

It took less than a month to build the first release of the software (from Aug 8th to Aug 31st), following Engineering practices from Agile Software Development Methodologies, with free time from a team of great developers, people I respect a lot. Thanks a lot to all people who made it happen and will continue. And if you want to make it happen too, help us to improve the software! Get in touch and play with us!

en: Mixing Tomatoes with Songs? That’s a SongDoro!

Quer ver esta história em português? Siga por este post então: Songdoro! Ganhe tempo ouvindo música!

You may be aware of the pomodoro technique, a simple time management tool where you run short cycles on “full focus mode” during 25 minutes, rest 5 minutes and then you run again another cycle.

After four cycles, you have a big 30 minute break.

Repeat that and get all your things done in a funny and focused way during your day.

Simple right? It’s awesome, and it works!

How it works?

To run this you need to have a prioritized list of tasks you want to accomplish and you can use those to focus on your “pomodoris”, a.k.a. the short cycles. If some new task comes up, you add that to the bottom of the list, in a section called unplanned tasks, so you can understand what came up during your day.

I always used a kitchen timer or my cellphone timer to manage my time. Here is my kitchen timer, that I use to celebrate my pomodoris:

So far, all the same right? So here I go again.

Well, a friend of mine was talking about how he introduced the subject to a friend. He ask the guy to focus on one task while listening to a Ramones CD. No interuptions during that period. None. The guy finished one task before the CD finished. Somewhat like 30 something minutes. That’s Ramones. He was supposed to take 2 hours to do that. The guy loved!

That’s one story. Keep that in mind.

I was talking to my sister, about Power Songs. She is a runner, and she always use Power Songs to get that extra motivation. You may run listening songs, using a default or random playlist. But, you gotta have those special songs right? Well, those are your power songs!

By using a Power Song the runner can find that “instant” energy needed to finish a course. You can find some products like iPods+Nike kit with that resource or something, you can find people, like runners and bikers talking about Power Songs.

Ok?

Ok.

So…

If I use those two ideas together, I get the SONGDORO! 🙂

The idea is simple, you build playlists to focus on what you have to focus, and everytime you build a playlist, the last two songs, are your power songs.

When you listen those powersongs, you know you are at the end of a songdoro, and you gotta do what you gotta do!

And, when you listen to your break song, you stop doing and break for five minutes. My break song is Harvest Moon, from Neil Young. Duration? 5 minutes!

So, that’s the idea. 30 minutes playlist, where 25 minutes of songs + 5 min break song. The break song is always the same!

Take a look into one of my SongDoros. I’ve built a sample playlist at Groove Shark to share this. This is for one songDoro, atually I could say a “songdori”, with 25 min + 5 min break 🙂

Example: from a classic songdoro I have, the break song is Harvest Moon. My power songs in this example are:
– 12:51 from The Strokes, and
– Basket Case from Greenday.

Try it! Enjoy it!