A reunião da manhã = melhoria contínua + ritmo!

Seth Godin fala duas coisas que eu acho muito legal! Uma delas é porque perguntar porque? E a outra é sobre a qualidade das nossas perguntas. Nós crescemos e evoluímos e cada vez mais aprendemos a perguntar de forma especializada, sobre como está o tempo hoje. E ao mesmo tempo, aprendemos a fazer perguntas sem comprometimento. Quer dizer, a resposta não vai exigir nenhum foco extra nosso.

Melhoria contínua será um processo muito melhor e simples se aprendermos a fazer perguntas diferentes, além de perguntar sobre o tempo durante a manhã. E se nos comprometermos em fazer nossos dias melhores que os anteriores. Por menor que seja a melhora. Ela acontece, motiva e nos leva a seguir fazendo.

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Referências para aprender Metodologias Ágeis?

Deixo aqui dois links que considero ainda muito atuais para quem quer aprender metodologias ágeis:

1) Em 2009, fiz um post no blog do GUMA-RS sobre livros, sites e outros recursos legais sobre o assunto.

2) Em 2011, fiz uma survey sobre eXtreme Programming junto com o Guilherme Lacerda, e ali fizemos uma base falando de várias metodologias ágeis. Também muita referência para quem está buscando aprendizado, nas últimas páginas do documento. E claro, o artigo em si dá uma bela visão sobre o assunto. (update nov/2015) E tem o livro já publicado!

E para descontrair, deixo dois vídeos engraçados sobre Scrum, e com várias coisas sobre o que não fazer.

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Para viver uma grande retrospectiva? Criando um momento para aprendizado e melhoria contínua!

É preciso antes de tudo entender que:

Independente do que descobrirmos, entendemos e acreditamos que todos fizeram o melhor trabalho que poderia ser feito, dado o que era sabido no momento, habilidades, recursos disponíveis e a situação em questão.

Esta é a Primeira Diretiva para retrospectivas. Todos vamos entender que foi feito o melhor trabalho que poderia ser feito. Também entendemos que trabalhamos com profissionais que se dedicam ao que fazem e possuem consciência das suas responsabilidades.

Montei um vídeo para falar do assunto e nele vou comentar sobre seis etapas importantíssimas que devem ser levadas em um exercício de retrospectiva:

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Palestra RS on Rails 2013 – Construa um produto. Quando? Neste final de semana.

RsRails

Hoje foi dia do RS on Rails, evento da comunidade Ruby do RS. Eu gosto muito de participar do evento, pelo engajamento da comunidade. Reencontro com muita galera que eu respeito pelo trabalho que faz.

Fiz uma palestra com um título instigando o pessoal a criar um produto. Que seja até só para o fato de criar um. O objetivo não é fazer dar certo, mas entender o processo de pensamento e desenvolvimento da ideia. O pior que pode ocorrer nisso tudo é dar certo. 🙂

Falei sobre muita coisa que gosto. A apresentação pegou alguns aspectos.

  1. Falar sobre a pessoa que vai querer criar o produto. Comentei características que precisamos desenvolver como profissionais.
  2. Depois falei sobre vontades, aí convocando o pessoal a pensar em ideias que querem fazer acontecer, criando algum tipo de restrição de tempo para fazer acontecer. Comentei aqui sobre o Business Model Canvas e sobre o Lean Canvas.
  3. Os medos. Muitas vezes não fazemos algo porque temos medo. Receio de falhar. Aí eu reforço que a falha já está nos acompanhando. Que o nosso objetivo é sair da inércia de estar em um modo falha. Isto nos ajuda a perceber que nada temos além de uma ideia, que provavelmente outras pessoas pelo mundo tiveram e algumas devem ter até implementado.
  4. As capacidades. Considero o conhecimento de Metodologias Ágeis, e no caso de quem é desenvolvedor, se especializar em práticas focadas na engenharia de software. Neste sentido o eXtreme Programming é a melhor das metodologias para focar. Também puxo no aspecto cultural, da melhoria contínua e cultura de aprendizado, prevenção. Neste sentido ninguém melhor que o Lean para puxar todo o conhecimento que precisamos. E no final comentei sobre momentos de reflexão. Precisamos parar para refletir sobre o que estamos fazendo, para podermos melhorar.
  5. E o plano? A base do plano vai nas premissas: (a) tudo é um experimento, (b) estamos funcionando em ciclos PDCA (Plan-Do-Check-Act) ou BML (Build-Measure-Learn) e (c) que apesar do mundo lá em cima nos sonhos ser lindo, estamos aqui para validar ideias. 🙂
  6.  Ah sim, o plano!! Fui trabalhando com o pessoal aspectos que considero úteis para a montagem do plano de um produto, e algumas ferramentas que podem ser bem úteis para apoiar o processo. Na prática o que queremos aqui é conseguir clientes, nutrir eles e tratar bem, para que eles se tornem fãs do seu produto e serviço e praticamente defensores do que você faz. Eles vão ajudar a trazer novos clientes, porque vão se sentir parte do seu processo do dia a dia.

Eu gostei muito de fazer esta palestra. E espero que ela comece a render frutos. O ponto é que as pessoas que se cadastraram durante a palestra, e na prática qualquer um que se cadastrar a partir de hoje, vai fazer parte de um grupo seleto de pessoas que eu vou ajudar e trocar ideias sobre as coisas que estou testando e sobre coisas que eles queiram testar e criar.

Esta palestra provavelmente daqui alguns meses vai virar um curso, e até lá e depois mesmo, estas pessoas que estão me ajudando poderão ganhar novos conhecimentos enquanto eu vou ajustando e agrupando os conhecimentos para criar este curso.

Se interessou?

Então dá uma olhada nos slides aí e entra pro time.

Agile Kickstart – Papo sobre Cultura Organizacional e Cultura Ágil

Fiz uma palestra para uma galera fera de Porto Alegre sobre cultura organizacional e cultura ágil.

Um time que está iniciando o caminho nas metodologias ágeis, deve ter um foco muito forte na cultura. No trabalho de entender sua cultura e ver formas de como trabalhar cultura de prevenção, cultura de aprendizado e cultura de melhoria contínua.

Nesta palestra falo um pouco sobre eXtreme Programming, sobre Scrum e sobre Lean, sempre puxando aspectos importantes que um time deveria dar atenção quando o assunto é a mudança cultural.

Porque você não deve testar seu software!

Dia 23/agosto tenho uma palestra no evento do Grupo de Usuários de Teste de Software do RS. O evento ocorre em Porto Alegre, na PUC-RS a partir das 19h15min.

Depois complemento este post com um resultado da palestra, mas de imediato deixo o resumo da palestra:

O objetivo é mostrar todos os benefícios de não testar software. Ao melhor estilo “dilbert”, ir contra as práticas, que acabam sendo uma forma diferente de refletir e aprender um determinado assunto. Falar dos “benefícios” 🙂 de se não testar e não se preocupar com a qualidade do seu software. E principalmente toda a emoção que estas práticas irão trazer para o dia a dia do seu time. Tudo isto através de uma reflexão coletiva com a platéia.

Convido a todos para irem assistir esta palestra e participar de todas atividades da noite do GUTS-RS.

UPDATE!

Claro que a palestra foi uma “tirada” sobre equipes e profissionais que ainda acreditam que são muito bons e que testes, automação e outras técnicas para garantir qualidade não se aplica a eles. E também para empresas que consideram os processos de teste como algo “inútil”.

Fora histórias que vivi no passado de empresas que vendiam seus serviços ao mercado com ou sem testes. Até projetei nos slides o que seria esta empresa que “consegue” fazer entrega sem testes. 🙂

Depois comecei a puxar aspectos de algumas metodologias ágeis e trazer algumas reações que já vi equipes e pessoas terem a respeito das práticas e sua associação com processos de teste e de garantia da qualidade.

A mensagem no final, é sempre lembrarmos que o processo de testes deve ser uma atividade de prevenção. Nunca de reação. Que o modo de medição do profissional de testes, não pode ser atrelado a quantidade de defeitos que a pessoa acha. E sim a qualidade que este profissional consegue adicionar na sua equipe de trabalho. O quanto ele consegue fazer funcionalidades passarem por todo o ciclo de trabalho e chegarem a produção de uma forma mais consistente. Pareamento com analistas, desenvolvedores, foco total na criação de conhecimento.

Fecho o post com a apresentação realizada hoje.

Uniinfo 2012 – Palestra “Da métrica a diversão” na Semana Acadêmica da Unisinos!

Nesta quarta-feira 30 de maio estarei palestrando no Uniinfo, a Semana Acadêmica de Informática da Unisinos.

Estarei fazendo por lá a palestra “Da métrica a diversão“, uma palestra que gosto muito, por poder discutir assuntos como formação de equipes, melhoria contínua, e podendo mostrar práticas de automação de testes, discutindo eXtreme Programming e Lean. Dependendo do lado que for a discussão, ainda pode dar tempo de bater um papo sobre carreira e Lean Startup.

A palestra começa as 21h, no Auditório Central da Unisinos São Leopoldo. A dica é estacionar próximo do Bloco 1A, entrando pelo portão A. Auditório Central fica localizado em frente ao Bloco 1H.

en: The Lean Startup Experience

I saw an infographic asking if we are getting into another “dot com” bubble. That infographic was built by Udemy, great job. I agree with that, and I believe we have better tools and techniques today to help companies to play in startup mode.

One of the things we surely need to focus on is the concept “Lean Startup“. Lots of ways to describe can be found. My way, as an eXtreme Programming and Agile practitioner is to think about a real way to help companies to leverage products to a real experience. With real software engineering + marketing and customer development practices.

But… delivering fast is not enough. Actually it never was! We need to understand who is caring about what is delivered. We need to measure not only progress with real software, but measure how are our clients enjoying the experience during the process. So yes, we have to speak to final users, get feedback, understand what are they looking for. They know the next killer feature of your product. True.

So playing with startups and lean startups is about building experiments and testing ideas and learning from those experiences. Really about learning.

Having that in place, we can grow ideas. I like that term. It’s not about building ideas. But actually grow them.

Last week of June/2011 during Agile Brazil 2011 I’ve done a workshop called “From vision to production”, where I was focused on talking to people about techniques teams using Agile Methodologies like Lean and eXtreme Programming to deliver products and features can use. How do you know if those features are the top ones?

During the practice, I’ve challenged teams to understand about how to build something that can be used to test the idea. Not tested by some xUnit framework, but tested by the market. If possible not even using a real software but using simple tools like a survey, interviews and paper prototyping.

Simple and small experiments that can help a team to learn faster. And prepare it to the next experiment. One of them may result in a software. One of them may result in many new users. One of them may take the company to a next level.

The whole thing is not about getting rich or getting money in a easy way. You know why?

One of those experiments may shutdown your idea, and “help you” to move to some other venture. But, how long would that take? One week? A Month? One whole year?

The thing is about failing as fast as possible, so you can pivot, so you can change direction, plan again, and try again.

Getting to the end…

This post was about sharing things I’m playing a lot.
I’m helping a product to grow for seven months now, since its official launch.
It’s not easy. But it can be fun.

And the “experiences” I will share here, will be related also to other ideas I will help to grow.

Failure is expected. Always. But I’m not about winning all the time (although it’s very good).
I’m about learning.
And you should be too. 🙂

So, to finish “The Lean Startup Experience” post, we should think about a song…

Hey Yo (The pivot song :-))
Hey Yo, where you goin’ with that idea in your head?
Hey Yo, I said, where you goin’ with that idea in your head?
I’m goin’ down to shut my old one baby
I caught her metrics and they are poor man
I’m goin’ down to start a new one baby
I’ll start messin’ round again

* Any relation with The Jimi Hendrix Experience… is that I’m a left handed guitar player too. Just that. \o/

pt: Agile Brazil 2011 – Aí vou eu!

Eu vou no Agile Brazil 2011, e vou participar de algumas atividades durante o evento. Vamos por dia!

Dia: 27 de junho de 2011
Treinamento de Test Driven Development com outras figuras da comunidade ágil do Brasil. Na edição de 2010 oferecemos um treinamento de eXtreme Programming. Neste ano vamos focar na prática de Test Driven Development, trabalhando com práticas relacionadas ao TDD. TDD é para a vida inteira!

Dia: 28 de junho de 2011
Estarei assistindo o treinamento de Lean, do meu amigo Christopher G. Thompson, do Lean Institute Brasil. Estarei lá para participar de boas discussões!

Dia: 29 de junho
Inicio no primeiro dia de evento com o workshop Da visão a produção – Criando produtos e lançando ao mercado. A ideia é dar dicas de como estruturar a criação de um produto e preparar o seu lançamento. A partir de ideias elaboradas de exemplos de produtos os participantes serão desafiados a trabalhar questões como roadmap, pitch de venda, lançamento estilo hollywood, e formas de como criar um produto que pode ser lançado aos poucos e realmente testar e buscar mercado. É colocar as práticas ágeis e conceitos de lean startups na prática e poder levar isto para a vida real. Serão 110 minutos de prática! Aparece lá!

Dia: 30 de junho
Lightning Talk “Jogue basquete e desenvolva times multifuncionais“. O objetivo é falar a respeito dos ensinamentos do basquete e como as equipes podem crescer com isto.

Lightning Talk “Ramones ou Jazz? Ou os dois? Buscando produtividade com músicas” em par com o Helio Medeiros (@helmedeiros). Objetivo da palestra? Gerar concentração, buscar motivação, acreditar que uma música pode ajudar a buscar resultados. Tudo isto usando a pomodoro technique em um ritmo alterado, através das músicas e do “songdoro”, que mistura pomodoro technique com o conceito das powersongs.

Lightning Talk “Desenvolvimento Orientado a Testes — Está na hora de aplicar no seu trabalho!“. Em uma entrevista de emprego, o candidato se diz praticante de Test Driven Development. Pratica em casa nos projetos pessoais, na faculdade, nos coding dojos que participa nas comunidades que faz parte, mas não pratica no trabalho. Lá não dá. E como fica? Descubra abordagens para fazer o assunto acontecer no trabalho também.

Fora isto, espero poder participar e puxar alguns Coding Dojos e parear com algumas pessoas! Os projetos podem ser o @catarse_, o @letshelpit ou algum outro projeto que apareça até lá… e pior que vai aparecer mesmo. Faço atualizações por aqui… 🙂

Acompanhe as últimas novidades do evento pelo twitter @agilebrazil ou siga a tag #AgileBR para obter mais informações e comentar sobre o evento.

A Trevisan Tecnologia, empresa que atuo como CTO, é uma das apoiadoras do evento. Poder contribuir com a evolução e o ensino do assunto no mercado brasileiro deve ser tarefa de todos. Seja ensinando práticas enquanto ensina uma nova linguagem de programação, seja criando uma nova empresa com os princípios do Lean Startup e por aí vai.

Se a sua empresa também tem interesse em apoiar com patrocínio, veja mais informações no próprio site do Agile Brazil.