Toda vez que você encontra um problema, você precisa criar opções. Tenha alternativas para tudo o que você faz. Plano B, plano C… e o plano de ejeção.
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Bem improvável.
Me conte sobre a sua agenda? Ou você tem uma lista de tarefas? Você tem o dia todo bloqueado? E como você faz para fazer o que aparece aí? Como você funciona quando precisa fazer nada? Como você faz para cuidar do improvável?
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Esse deveria ser o único assunto ensinado nas escolas, a única busca. Ao terminar o tempo de escola, cada pessoa deveria ter clareza de como ela aprende. De quais tipos de recursos são melhores para o aprendizado. De quais estilos de projetos e equipes ajudam mais no fazer e no aprender. É só isso.
O aprender envolve gostar de OPERA:
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Na frase de visão de produto, tem uma parte que você tem que pensar diferentemente de quem você quer se apresentar.
Se a gente não se cuidar, a gente pode ser igual ao que existe. Isso é ruim?
Não, mas talvez seja, dependendo do caminho que você quer percorrer.
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One of the things I like to say to people learning about software development is that they should be reading more. You need to practice, you need to write code, but don’t forget to read code.
That isn’t different if you are becoming a writer… you should read more. Reading makes you reason about what you are going to focus.
Reading more is like a principle to research and learn a bit, before starting. I’m not telling you to read the whole manual, though. 😛
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Uma das coisas que fizeram eu voltar a dar aulas em certo ponto da minha vida era a possibilidade de contar histórias, sucessos e problemas que passei executando projetos, além do meu trabalho apoiando equipes e pessoas a realizarem o seu trabalho e a busca por serem melhores.
Em dado momento me falaram que eu deveria ensinar por um “material pronto”, me transformando em um mero instrutor… eu naturalmente perdi o interesse em ter este papel. Eu não deveria mais “sair do script”. O ensino deveria ser padronizado.
Onde estava o meu diferencial?
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I’m trying more and more to enjoy the “silence” (can be with music, but it’s pure focus using continuous time). I’m using less social networks and moving my energy to work on my projects or doing nothing.
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A Jam Session foi um nome de evento que me aparece pelo amigo David Hussman. Em 2010 ele estava em Porto Alegre e me fala sobre a iniciativa. Um grupo que poderia se reunir para trocar ideia. E a partir disso a galera poderia chamar mais gente nos próximos eventos.
Esse evento tinha uma regra estilo Clube da Luta (o filme). Você não fala sobre a Jam Session. Se é a sua primeira Jam Session, você fala.
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Conforme os lugares que você atua, ter uma agenda vazia, tranquilidade, sem agendas, significa que você não é importante. Significa que você deveria estar ganhando novas ocupações. Tranquilidade incomoda.
Depois, quando pessoas sem agendas cheias “conseguem” agendas cheias, vem a frustração e a saudade de quando as agendas eram mais vazias e contínuas para poderem trabalhar.
Existe algum problema em não fazer nada?
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Muitas vezes erros não são reportados, pela cultura de medo presente. Já estive em ambientes onde a resposta era “deixa a pessoa que usa o software reportar primeiro, não vamos corrigir antes“. Essa foi a resposta sobre um defeito encontrado em testes internos. Pelo menos foi permitido registrar como um defeito conhecido.
Depois ao longo do tempo de experiência, isso foi ressignificado, e aprendi que existem problemas que tem prioridade em relação a problemas menores. Talvez a melhor forma de resposta seria “vamos registrar e priorizar junto com as diversas falhas menores que temos já registradas”. Ainda assim a resposta não reflete o problema, mas a consequência.
Estamos discutindo como priorizar quais problemas queremos resolver, mas como fazemos para priorizar a prevenção ao desenvolver novas funcionalidades?
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