Vou me tornar um empreendedor. É o que ouço de várias pessoas que converso em eventos. É suficiente essa afirmação? Tem algo mais?
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Etiqueta: entrepreneurship
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Durante a minha vida profissional aceitei alguns desafios que, apesar de muito legais, acabaram se tornando problemas. E não pelo desafio profissional em si, mas pelo excesso de energia mental e física que demandavam.
Só que já passei por situações que demandavam muito mais energia do que as problemáticas, e conseguia viver “rindo”. Aqui tem um componente de buscar fazer o que se gosta, mas nem sempre conseguimos notar o que acontece, pelo piloto automático que funciona dentro da nossa cabeça.
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Quando você precisa fazer alguma coisa acontecer, qual a sua estratégia para fazer acontecer? Uma música / playlist, imagem? Uma pessoa, um modelo de sucesso que você tem por aí?
Temos a capacidade de criar gatilhos e ações para que possamos fazer acontecer. Quer iniciar algo novo? Quer criar um novo hábito?
Quando estamos com as nossas metas pela frente, muitas delas fazem parte das coisas que gostamos de fazer. Mas nem sempre estamos fazendo o que gostamos, mas estamos fazendo o que precisamos fazer.
— Daniel Wildt
Venha junto! Consciência de tempo, projetos paralelos e apoio no seu caminho de aprendizagem, através do projeto A Filosofia da Tranquilidade! Olha também a newsletter e projetos do agora.
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Muito interessante conversar com amigos e ver alguns reclamando do que fazem, fazendo horas extras e ganhando algumas noites mal dormidas por causa do excesso de trabalho.
Mais interessante conversar com amigos trabalhando em projetos pessoais e dedicando +15 horas por dia e finais de semana sem ainda ter ganho R$1 por todo o trabalho sendo desenvolvido. E terminando os dias com um sorriso no rosto sem explicação.
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Bater palma sozinho no meio da multidão pode ser algo complicado. Sem força. Só que quando conseguimos organizar com outras pessoas um movimento e buscar o engajamento de mais participantes, começamos a ter um efeito orgânico. Mais e mais pessoas participando, engajando e querendo fazer parte de algum movimento, de ajudar alguém a fazer alguma coisa. Sentimento de causa.Uma ferramenta que pode ajudar na divulgação de projetos, produtos e/ou serviços é o Thunderclap. O princípio é usar um processo de “crowdfunding”, onde o pagamento é um post em rede social. No caso do #VivaSeuTempo, meu livro que estou escrevendo, é uma estratégia para buscar mais gente interessada em apoiar a ideia e ajudar na divulgação.
No dia 26 de maio, se eu tiver sucesso em conseguir 100+ pessoas que entrem na campanha, teremos uma grande divulgação sincronizada do livro.
Isto vai ajudar que mais pessoas conheçam um produto ou serviço e neste caso, o livro. 🙂
Ajuda aí!
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Estava conversando com um amigo e comentando sobre o processo que estou fazendo, de desenvolver uma newsletter para avisar quem curte acompanhar o meu trabalho das novidades, palestras, vídeos publicados e outras coisas que podem passar desapercebidas das redes sociais.
E a pergunta que veio foi simples: mas ainda existe mail marketing?
A resposta é sim. E claro, tudo depende do que se quer fazer com o mail marketing. Quero construir uma rede que vai poder receber conteúdo que produzo. Desenvolver e nutrir esta lista é o grande desafio.
Email ainda é um dos meios mais efetivos para comunicação. Tudo bem que podemos fazer isto tendo assinantes de canal no youtube, seguidores no twitter, curtidas de página no facebook, mas ainda, pode ter certeza, nenhum meio é mais efetivo que um bom email enviado. E por isto que precisamos saber como nos comunicar, ter permissão de fazer o envio e tratar de comunicar somente com pessoas interessadas. Por isto a importância de uma política anti-spam.
Tudo isto faz parte do processo de criar produtos. Um livro é um produto, mas poderia ser um software ou um serviço. Criar conteúdo manter contato com as pessoas que possuem interesse é muito importante.
Ter uma lista de emails e desenvolver uma comunidade pode ser tão importante que coloco aqui um vídeo do Jeff Walker, que é uma das referências no processo de lançamento de produtos (aqui no Brasil quem puxa o assunto é o Erico Rocha com a Fórmula de Lançamento). Os dois reforçam muito sobre a importância na construção da lista.
Este processo de montar lista, tem acontecido com os livros que estou escrevendo. Nos dois casos, estou montando uma lista com pessoas interessadas nos assuntos tempo / estilo de vida e user stories / desenvolvimento de projetos / especificações, e tenho a chance de me comunicar com estas pessoas, passando conteúdo exclusivo. E neste caso são conteúdos entregues em formato de livro, mas também pode acontecer com vídeos como os que publico no meu canal do youtube.
Escrever é bom, mas melhor do que isto é escrever para pessoas interessadas em ler e discutir o assunto em questão. Muitas vezes recebo retorno dos emails que envio e tenho a chance de aprender coisas novas e legais que as pessoas que me acompanham me ensinam também.
Contribuição, colaboração, gratidão. E assim o mundo vai seguindo.
— Daniel Wildt (faça parte da minha lista e receba um capítulo do #VivaSeuTempo)
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Dave McClure is the guy behind “Pirate Metrics”.
AARRR, a simple acronym, but extremely powerful! Dave is founder of 500 Startups too.
Regarding AARRR, you need to understand that developing customers can be categorised in some important steps:
A – Acquisition, gathering customers to the process.
A – Activation, making leads to become real customers. So… they are using your service.
R – Retention, making sure people love your product and want to continue using it.
R – Referral, they love so much they want to tell other people about you. You are important.
R – Revenue, you get to keep other people money in exchange for a great customer service and quality. 🙂Here’s a presentation about AARRR metrics:
And here’s a great biz talk with Dave McClure and Jason Calacanis (This Week in Startups):
If you are looking for some material in Portuguese related to AARRR, check this presentation from Rafael Helm.
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Felicidade por poder participar de mais um TDC! Já tive a oportunidade de participar de atividades em 2012 no TDC de Florianópolis (palestrante Agile e Empreendedorismo), e depois em 2013 no TDC São Paulo (Startup Hackaton) e TDC Porto Alegre (Agile, Java, e apoio na organização do TDC)!
E neste ano… vamos de novo!
Dias 15 a 18 de maio Florianópolis recebe mais uma edição do TDC. Eu chego na cidade para atividades nos dias 17 e 18 de maio! A Wildtech é uma das apoiadoras!No dia 17, na trilha Agile, estarei palestrando junto com o Dionatan Moura (RSJUG|PROCERGS).
Desenvolvimento Orgânico de Software com User Stories – Contar histórias é uma forma interessante de engajar leitores em um determinado assunto. Ser capaz de desenvolver software contando histórias é uma forma simples e orgânica de mostrar evolução do conhecimento de um time sobre processos de negócios, envolvendo todo o time através de uma linguagem comum.
User Stories escrevem de um modo ágil os requisitos do usuário no desenvolvimento de software, instigando os valores ágeis num projeto. Mesmo sendo criadas no XP, elas são uma excelente forma de Backlog no Scrum ou Kanban. Elas auxiliam na identificação do valor de negócio dos requisitos e focam-se totalmente no usuário final.
Dicas serão apresentadas para obter boas histórias de usuários. Do outro lado da moeda, bad smells também serão discutidos para evitar problemas em seu uso. [ver slides]
No dia 18, participo de duas atividades. Primeiro uma palestra, na trilha de Management 3.0:
Aprendendo a aprender, autonomia e o desenvolvimento das organizações – Vamos falar sobre ensinar, aprender e como tudo isto está ligado no processo de evolução das organizações e do plano pessoal de quem faz parte das organizações. E como tudo começa na sala de aula, mesmo que não exista uma.
E também no dia 18, estou ajudando a organizar a trilha de Startups! Muito papo sobre empreendedorismo e criação de produtos e serviços. O dia vai terminar com um fishbowl que vou ajudar a facilitar.
Depois disso é voltar para casa e começar uma nova semana com muitas coisas novas para colocar em prática! 🙂
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Aprender lendo livros é legal. Aprender ouvindo alguém falar é legal. E aprender praticando, ensinando, escrevendo ou colaborando com outras pessoas? Estas podem ser estratégias muito mais efetivas. Temos a chance de sair da imaginação e ter ação!E o grande problema é que não se precisa de muito para fazer isto acontecer. Podemos buscar oportunidades de praticar conhecimento de diferentes formas. Veja exemplos:
- Dentro da empresa que trabalhamos, intraempreendendor. Achar oportunidades de melhoria e chances que se tem de exercitar gestão e liderança. E ainda por cima oportunidades de gerar inovação para a empresa.
- Praticando um esporte ou simplesmente um hobby, que vai permitir desenvolver uma rede de contatos que pode ajudar a gerar novos projetos e outras oportunidades.
- Estabelecendo um projeto paralelo, empreendendo e colaborando com outras pessoas com a mesma causa.
- Realizando trabalho voluntário, em alguma organização que possua uma causa e objetivos que fecham com os seus.
Qualquer uma destas opções, entre outras várias, vão gerar oportunidades de prática para assuntos que você quer aprender.
Agora, nota que em todas as opções existe um componente muito forte de interesse. Em todos os casos eu acabo indicando que devemos buscar algo que seja relacionado ao nosso dia a dia. Não ter tempo para se dedicar ao que se quer não é mais suficiente e não é mais aceitável. Podemos adaptar a nossa rotina e criar tempo por menor que seja para conseguir alcançar novos objetivos.
Eu nos últimos anos consegui mudar minha rotina algumas vezes, aprendendo coisas novas, melhorando o meu dia a dia e podendo colocar em prática muito do que ando aprendendo.
Um exemplo simples, é que criei tempo para poder ler um livro por semana. Já estou terminando o quarto livro. Segundo uma pesquisa de 2012, o brasileiro lê em média 4 livros por ano. Eu li em 4 livros em 4 semanas!
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Following some posts about entrepreneurship and interviews, here goes another one about Mark Cuban. He got into lots of business since he was a teenager, and I just found this program on Bloomberg about this history.