• Priorizando projetos de TI

    Março 1, 2012
    português

    Estava lendo um artigo na cio sobre priorização de projetos de TI.

    Esta priorização muitas vezes funciona como um malabarismo, pelas diferentes áreas de negócio demandando projetos. Lá pelas tantas, se fala:

    “Os modelos formais e mecanismos de priorização não funcionam mais”, diz David Cearley, vice-presidente do Gartner. “A priorização não pode ser feita de forma isolada do negócio. Precisa acontecer em estreita parceria com a empresa.”

    Nesse cenário, a TI está sentindo a pressão para ser mais ágil em seus métodos de entrega, mais flexível na priorização de projetos, e mais experiente na avaliação de ROI – tudo para que possa trabalhar com, e não contra, as necessidades de negócio.

    Um dos pontos é em evitar constantes “não” para os clientes. Mas o ponto não é este. O não é muito bom para testar reais necessidades. Quando um cliente requisita uma nova funcionalidade ou um novo projeto, perguntar “O que acontece se este projeto não for entregue? O que se perde?“, pode ser uma forma de buscar o real valor do projeto. Claro, você deve saber se tem um ambiente propício para isto. Senão a resposta pode ser… “Ah, o que se perde? Seu emprego.”

    Quando escrevemos uma user story, queremos saber questões como o porque ela precisa ser implementada, o que de deve ser implementado, e quem se beneficia com isto. Para um pensamento mais “amplo”, em projetos, esta linha de pensamento serve igual. Isto me lembra a Project Story do Luiz Parzianello, que eu curto muito. Ela é um documento que consegue criar uma visão mais clara de um projeto a ser entregue. E é uma forma para empresas se organizarem e criarem governança na hora de escolher o que priorizar e porque priorizar. Temos outras formas de fazer isto, seja pensando em uma estrutura de Business Canvas e Lean Startup.

    E neste sentido, é interessante como as grandes empresas dificilmente conseguem ver valor em estar mais próximas das áreas de negócio. E em trabalhar com ciclos mais curtos de entrega. Deixando as áreas de negócio realizarem testes, desenvolvendo produtos mais rapidamente e testando o seu resultado é pelo menos um exercício para minimizar risco. É muito importante para a equipe de desenvolvimento estar próxima dos clientes, pois assim poderão ajudar na priorização de funcionalidades em um lado mais técnico e entender mais dos processos de negócios envolvidos.

    Depois no artigo, este assunto vem a tona:

    O alto nível de envolvimento das partes interessadas também levou TI a repensar seu processo de desenvolvimento, passando a adotar uma abordagem mais ad hoc quando as equipes de TI passam a integrar o pessoal de marketing ou das áreas de negócios para o desenvolvimento mais rápido de um aplicativo móvel  – às vezes em questão de dias em vez de semanas ou mesmo meses.

    O foco aqui não é entrega rápida de aplicativos de mobilidade. Quero focar em entrega de projetos em geral. E quando se fala em abordagem ad hoc… o que o pessoal deveria olhar são as metodologias ágeis puramente, porque muitas das preocupações citadas, são na verdade princípios e questões que as equipes ágeis valorizam.

    Para que isto ocorra de forma efetiva, a formação de equipes menores para se trabalhar em projetos, dentro das áreas de negócio é uma boa solução, só que o problema é que normalmente as equipes “tradicionais” não são preparadas e estimuladas a assumirem mais de um papel. Isto deve ser trabalhado e permitido. E com o cliente presente para ajudar nas definições, os ganhos serão vistos de forma rápida.

    O tempo de resposta das equipes é cada vez menor. E para que isto possa ocorrer desta forma, devemos estar leves e comprometidos com o essencial, permitindo sempre uma revisão de rumo e constante avaliação se algo pode ser melhorado no processo diário.

    Vinicius Teles uma vez me disse que “o cliente só sabe o que quer depois que vê o que pediu“. Neste sentido o que queremos fazer é lançar logo software para que os clientes possam avaliar e prover feedbacks. Só que muitas empresas ainda não caíram na real e algumas só vão se ligar em certas práticas quando a água estiver chegando no nariz.

  • Presença nas redes sociais x carreira profissional = Planejamento e foco

    Fevereiro 29, 2012
    Marketing, português

    Com quantas redes sociais se faz uma presença na internet? Estava lendo faz um tempo, um post do Interney sobre isto. Ele tem presença em muitas redes, mas como gerenciar tudo isto?

    Vou relatar como tenho usado redes sociais. O objetivo de estar presente nas redes sociais, é poder manter e crescer networking. E acima de tudo, contribuir, colaborar, ensinar e aprender. Enfim, me divertir! 🙂

    Networking + Currículo Vitae = LinkedIn, que me ajuda a manter contato com colegas de empresa e de pessoas que conheço em eventos de tecnologia. O conteúdo que publico por ali é 110% profissional.

    Atualização de questões profissionais, exemplo palestras, artigos e coisas que acho interessante em tecnologia = Twitter (@dwildt). Tento focar muito para que tudo o que sai no @dwildt seja focado em tecnologia, grupos de usuários (exemplo o GUMA-RS ou DUG-RS ou RSJUG), metodologias ágeis (Pingos de Agilidade e aqui mesmo) ou divulgando algum site que mantenho, exemplo o Tresler (literatura / música) e o RS Basketball (Basquete)… e alguns blogs que vão virar produto (aguarde e confie) como o Compre Pouco. Ufa! Como dá para notar, busco a maior influência através de tweets. 🙂

    Coisas mais pessoais ou, TV, Filmes, Nike+ (vai ter post em breve), e FourSquare/Swarm = Facebook. Aqui é mais liberado, me permito lançar coisas mais pessoais do que no caso do Twitter, que sempre tem um foco no lado profissional. Tenho usado o Snapchat neste sentido também.

    Fotos = Flickr e Instagram. E que nestes casos normalmente vão acabar indo para o Facebook. Se for de algum evento de tecnologia, acaba indo para o Twitter. Para trabalhar o “online” uso o snapchat, para contar uma história, ou uma declaração.

    Vídeos = youtube para vídeos atemporais e nos inusitados ou mais objetivos, instagram, snapchat ou facebook

    Apresentações = Slideshare. Tenho colocado por lá as apresentações que faço e não tenho mais enviado PDF para cá e para lá com as mesmas. Agora uso menos por trabalhar muito com mapas mentais (e neste caso o instagram ganha mais) ou muitas vezes nem uso apresentação visual. De qualquer modo, normalmente vai pro youtube. 🙂

    E Google+, We Heart It, FormSpring (#RIP), Pinterest, MySpace, GoogleReader (#RIP), Orkut (#RIP)? Eu até tenho um “login”, mas não dou atenção para elas como para as citadas acima.

  • Qual é o custo da inovação?

    Fevereiro 23, 2012
    português

    Em uma das tirinhas de domingo do Dilbert, apareceu uma sobre inovação, com uma forma bem interessante de motivar as pessoas a participarem de ideias para novos produtos. De forma algumas as ideias foram “reprimidas” e o ambiente era propício para as pessoas poderem ser humildes e respeitadas. 🙂

    Bom, vamos ao foco do post. O grande problema que eu vejo em ideias que surgem dentro de uma equipe é o processo de evolução ou morte destas.

    Muitas empresas, dependendo da sua estrutura e/ou cultura, vão ter ideias que morrem por falta de ação da gerência, como já ouvi em um evento anos atrás. Quer dizer, devido a outras 1000 coisas que a gerência precisa fazer ou entregar, uma ideia positiva e legal nem terá a chance de evoluir. Nem de ser experimentada. E ninguém nem tem a chance de sentir peso na consciência, já que a ideia não está no plano de desempenho anual. :-/

    Eu prefiro pensar que uma ideia perde seu valor porque a equipe como um todo deixou de acreditar nela. E que uma ideia mantém o seu valor em virtude de ações que a equipe realiza. É a chance de uma evolução mais democrática.

    Ainda assim, isto não é garantia de nada.

    Muitas vezes a equipe está lotada de trabalho e de tarefas que precisam ser realizadas, não restando tempo para a equipe trabalhar em novas visões ou simplesmente seguir uma ideia que é reconhecida pela equipe como boa. Muitas vezes as equipes voltam para os momentos de “loucura” e se esquecem que a melhor coisa que elas podem fazer é manter um ritmo saudável para evolução dos produtos, com qualidade constante.

    Por isto, mesmo em uma equipe aberta a inovação é preciso ter algum tipo de método ou controle ou restrição para garantir que vai existir um balanceamento no que é feito em produtos existentes e novos produtos.

    Este tipo de investimento pode ser medido, tanto o investimento como o retorno do que é feito.

    O que se quer então?

    a) Formas de testar as ideias para se ter visão pós feedback do mercado sobre a sua validade.
    b) Restrições que ajudem as ideias a serem lançadas e mantidas. E que principalmente ajudem a equipe a não perder o foco.

    Lembre-se. Ideias podem surgir como forma de ajudar um produto a ganhar consistência, como forma de se testar tecnicamente alguma tecnologia, ou simplesmente para testar um mercado que não se conhece.

    Pode ajudar uma empresa a desenvolver seu nome pelo mercado de tecnologia.

    E também pode prejudicar uma empresa. Parecia fácil né? Mas não é… qualquer tipo de lançamento deve ser feito com responsabilidade e sem perder foco na qualidade. Ela não é opcional. E portanto seus experimentos devem mostrar que o caminho está correto. Os experimentos devem ser responsáveis por mostrar o respeito e mostrar que uma ideia merece mais persistência e apoio.

  • How technology evolves in a team?

    Fevereiro 16, 2012
    english

    Dilbert is always nice. On Oct 17th 2011, the comic strip was about building a 5-year technology plan for the CEO.

    How is technology evolving in your team nowadays?

    What triggers new technology to be selected for a proof of concept, for some sort of research or even for an internal project?

    Here are some options you can think about:

    • Presentation events: build a morning or a night to get the team together and have lightning talks, 5-10 min talks about technology, management, out-of-box-thinking, things that can spark, trigger new directions to the team. Examples are TED talks or Desconf (in portuguese – this is an initiative I help).
    • Coding Dojos: having a regular coding dojo agenda, can help the team to practice their programming skills, try different languages and frameworks. With this, new ideas will come up eventually and there you go, more options to use inside the team. You will also work on pairing skills, test automation skills and will find a better team integration.
    • Hackatons: Think about initiatives like Rails Rumble or Random Hacks of Kindness (RHoK). Think about days where people get together to solve a problem, trying some engagement in the local community.
    • Blogs: tell people what are you learning and share knowledge. Telling what your team is trying, without violating some internal rule with the company. Creative Commons content. You will probably show something that is already online, but making it easy for someone else to find and use the documentation.
    • Yammer or other internal social network like Chatter: show what are you doing internally. Motivate others. Create some groups where people with same interest can share ideias and promote. Create a more online and active team sharing what’s happening. It’s a way between IM (sync) and e-mail (async) communication. And a form of communication where you want to be short and concise.
  • Estação de trabalho? Mantenha a liberdade!

    Fevereiro 14, 2012
    português

    Estava lendo uma matéria e nela um executivo falava a respeito da sua mesa de trabalho. Ele tinha (1) uma pequena biblioteca de livros em um canto da sala, (2) alguns porta retratos, (3) um painel motivacional na sala, (4) equipamentos que apoiavam o seu trabalho como notebook e smartphone, (5) um caderno para anotações e (6) uma folhagem para ter um verde apoiando o escritório e “dando vida”.

    Ao comparar a mesa de trabalho dele com o jeito que eu trabalho, achei engraçado, e isto vem um pouco no quanto o profissional de hoje procura mobilidade. Senão vejamos:

    (mais…)
  • Contratar deve ser “cool”?

    Fevereiro 7, 2012
    português

    ** Update de 17/abril/2013, atualizando URLs do ttlabs para o umovme.cc.

    A resposta é sim! Sua proposta de contratação deve mostrar quem é sua empresa. E deve chamar a atenção das pessoas, para que elas leiam, se candidatem ou repassem aos amigos, conseguindo outras indicações.

    Alguns amigos tem lançado campanhas legais de contratação na internet. Vou citar dois casos.

    Primeiro da galera da Intacto, de Brasilia. Legal a brincadeira do “Add New Member”.

    O outro exemplo legal foi do pessoal do mailee.me, fazendo comparação da empresa com uma “acme”.

    Recentemente fiz no umovme.cc um post sobre uma forma de contratação, usando  um gráfico para entender o perfil profissional que se busca, baseado em dica que vi no site do Steve Blank. Achei uma estratégia legal.

    Ainda falando em contratações, para mostrar como trabalhar na Trevisan Tecnologia pode ser cool, a galera da Trevisan Tecnologia se reuniu e fez um podcast falando sobre contratações.

    Então sim, contratar deve ser cool! Só um lembrete, importante… você deve retratar a sua real realidade. Melhor se as pessoas que trabalham com você forem as responsáveis por relatar e retratar isto para o mercado. E não uma ação do marketing. #ficadica

  • Então você quer aprender REST?

    Janeiro 17, 2012
    português

    Mando alguns resources. 🙂

    Conceitos de REST?
    Importante ler sobre o material de Roy Fielding. E olhar o material sobre REST da Wikipedia.

    Outro artigo é o que saiu na InfoQ. Tem tradução na InfoQ Brasil.

    Livro?

    Indico o Rest in Practice, do Jim Webber.

    Exemplos de API para trabalhar com o REST? As APIs listadas abaixo são em alguns casos baseadas nos conceitos de REST, mas já vão ajudar em muito.

    • http://mailee.me – software de mail marketing que possui api e libera uma conta com créditos para testes.
    • http://basecamphq.com/ – software de gestão de projetos que possui api e possui conta gratuita.
    • http://aws.amazon.com – A Amazon WebServices provê uma série de APIs para os serviços que podem ser testados na parte gratuita da Amazon.

    Ferramentas para trabalhar?

    Vou indicar apenas duas:

    • Restfulie – projeto liderado pela galera da Caelum, que vale apena ser observado, seguido e apoiado.
    • Jersey – API Java muito consistente para fazer trabalhos com REST.

     

  • uMov.me – 1 year after public launch

    Janeiro 11, 2012
    english

    Since May of 2009 I’m playing as CIO / CTO for Trevisan Tecnologia, a mobile development company located in the south of Brazil.

    My mission here is to create a new culture and help grow the company teams to enable the creation of new products. When I say culture I mean creating a Learning culture based on Lean and Agile practices. Our team is growing a lot and will keep growing. When I say new products, I’m saying Lean Startup style.

    Today is a great day. uMov.me is completing 1 year after public release. uMov.me is a mobile platform that enables companies to deliver quality corporate mobile apps faster to the market. It’s simple, fast to develop, available to multiple devices… and you can find what you need to develop corporate mobile applications.

    The good thing is to look back and see amazing things our team done, not only technically but also looking at the product itself. I’m proud to be part of this team.

    We have published an infographic telling a bit of the story of this past year.

    uMov.me infographic

    — Daniel Wildt

  • 2011 in review

    Dezembro 31, 2011
    english

    The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2011 annual report for this blog.

    Here’s an excerpt:

    A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 5,700 times in 2011. If it were a NYC subway train, it would take about 5 trips to carry that many people.

    Click here to see the complete report.

  • Revendo 2011: é dia de Java, Java One Latin America e RSJUG de volta!

    Dezembro 27, 2011
    português

    Então, dias 26 e 27 de agosto ocorreu o É dia de Java 2011, evento realizado na UFSCar junto com a galera do SouJava. Eu tive duas participações no evento, primeiro fazendo o workshop “Da visão a Produção” na sexta-feira a noite. Depois do workshop fui fazer um lanche com Fabio Velloso, Wagner Santos e Dalton Stoqui, e infelizmente foi a primeira vez que eu perdi para um Xis/Bauru/Sanduiche. No sábado fui palestrar sobre métricas, com uma palestra chamada “Da métrica a diversão“. Os fontes usados como base estão aqui no github.

    Em novembro de 2011 estava grande a expectativa pelo Java One Latin America. E quando saiu a lista de palestrantes aceitos, lá estava eu! Tive a oportunidade de falar sobre eXtreme Programming, integração e entrega contínua de produtos. Falei sobre diversos tópicos, sobre a importância de termos feedback do nosso cliente sobre o que está sendo desenvolvido, sobre Lean Startup, sobre práticas do eXtreme Programming e depois mostrei alguns exemplos de como podemos “ganhar” em produtividade de deploy de aplicações. Mostrei um exemplo de script Ant fazendo a automação para deploy de um aplicativo no TomCat 7, rodando antes disto uma série de ferramentas para apoio a automação, com testes e auditoria de código. Em outro exemplo, mostrei um aplicativo feito com Play Framework, fazendo deploy no Heroku. Mais sobre a palestra:

    Integração e entrega contínua de produtos? Que venha o eXtreme Programming!

    Ser capaz de realizar um deploy de forma contínua não requer apenas habilidades no processo de deploy. E não tem nada a ver com reações rápidas a mudanças ou iterações curtas. Tem a ver com prevenção e aplicação de práticas de engenharia de software efetivas. O objetivo desta palestra é falar como as práticas do eXtreme Programming podem ajudar times Java a alcançarem a qualidade de código necessária para que se possa liberar software em produção de forma contínua e segura. Veremos ferramentas opensource, métricas, automação e riscos minimizados. Com participação da equipe toda e melhoria contínua. Lembre-se: entregar software em produção, para fazer bug fix / patching, não é entrega contínua. É bagunça generalizada, que pode ser evitada.

    E para fechar 2011, fizemos a “reativação” do RSJUG, o Grupo de Usuários Java do Rio Grande do Sul. Com o apoio de Leandro Nunes, fizemos um evento fazendo um repeteco da minha palestra do Java One Latin America e depois um bate papo para entender como a comunidade do Rio Grande do Sul pode voltar a fazer eventos e criar novas ações. Fizemos uma relação de atividades que poderão ser desenvolvidas em 2012.

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