I mean, I think it’s to keep going. Have you ever stopped to think about what you want to do? What about what you don’t want to do anymore?
(mais…)Autor: dwildt
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Eu me sinto uma pessoa introvertida. Sou quieto, observador e acabo por ser bastante imaginativo. Funciono bem criando cenários e pensando em piores casos por vezes, não por pessimismo, mas para amplificar o pensamento.
Normalmente estou sempre disponível para apoiar quem está precisando conversar, quem precisa de escuta, quem tem um problema. Falo que não sei o meu propósito, mas aprendi que é melhor fazer as coisas de propósito.
Normalmente, mas não sempre.
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Seja uma pessoa proposital. Seja uma pessoa propositiva.
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No mundo remoto, a comunicação precisa acontecer de forma intencional. E para ser intencional, precisamos de tempo. E para ter tempo, precisamos criar ou cuidar.
Tudo isso acontece para que possamos conectar. E o conectar nem é exatamente simultâneo. Pode ser agora, respondendo uma mensagem de ontem. Pode ser um almoço. Pode ser um evento.
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Treino é treino, jogo é jogo. Amistoso não é jogo. Agora, o modo treino e o modo jogo deveriam ser um só, mas por algum motivo meus sensos não detectam essa urgência nos esportes.
Eu sei que o meu modo treino funciona muito bem. Presente, focado em acertar a próxima bola, em fazer o próximo movimento. Com visão de presente e pra frente.
Nas ações do trabalho com tecnologia e na gestão de crises e onde preciso puxar toda criatividade possível, ele funciona muito bem. Talvez por eu acreditar que somente a prática e a vivência me permitem chegar na excelência. Me mantenho relaxado também pois aprendi que não existe solução gritando com software, por enquanto. E mesmo que venha a existir, não acho que vai adiantar.
E nos esportes, não consigo estar em modo jogo diariamente. Eu não tenho jogos todos os dias. Já pensei em criar algo parecido para construir essa consciência, mas o meu corpo atual não iria aguentar, mas isso é assunto para outro texto.
Então estou indo por um outro caminho, no caso dos esportes.
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Tava vendo uma postagem sobre parcerias e equipes se separando e algumas palavras, ou pelo menos palavras parecidas me chamaram atenção.
Os fins de projetos, de equipes e de relações por assim dizer são cheias de julgamentos e de pensamentos do que as outras pessoas poderiam ter feito. Depois de um tempo a gente passa a ter espaço para pensar no que a gente mesmo poderia ter feito. Nenhuma relação precisa durar pra sempre, nem exatamente ser infinita enquanto dure… como diz o poeta.
Não importa se estamos falando de empresas, parcerias ou relacionamentos onde a base deveria ser o amor… estes quatro itens me parecem valer de forma completa.
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Pontos de checagem sempre serão importantes. Agora, se você analisa números sem analisar a jornada, pode perder a chance de prestar atenção do que vai ajudar no longo prazo.
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O melhor título para este post, se ele fosse em inglês, seria algo como “engage or let it go“, uma mistura de frozen com alguma outra coisa.
O fato é que a vida é bem mais difícil por causa das pessoas que acabam por não puxar junto, quando estamos resolvendo problemas.
E puxar junto é diferente de empurrar. E empurrar a solução para alguém não é resolver problema. É deliberadamente se distanciar dele.
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Tive conhecimento de algumas empresas que fazem pagamento para as pessoas considerando o dia de trabalho. Trabalhou o dia cheio, ganha X.
Já passei por situação onde fiz treinamentos que duravam um dia cheio ou mais dias. Minha lógica sempre era pensando em quanto durava o dia e quantidade de pessoas, para pensar o valor. Outras variáveis entravam em jogo também, como deslocamento e principalmente o que eu deixaria de fazer. Tempo de oportunidade, por assim dizer. Por vezes tinha que viajar para outro lugar e deixaria de prestar serviços ou deixaria de fazer outras atividades.
O mundo vem mudando.
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