Interessante como penso em formas de aprender e de burlar meu processo de aprendizado. Quase que como “confundir” o cérebro e fazer ele considerar que os desafios não são desafios mas sim jogos e brincadeiras.
Você pode pensar em identidades que possui, e pensar em um resultado que deseja. E o que espera deste resultado. Ao atingir este resultado, o que eu vou perceber? O que vou ver, ouvir e sentir? O que consigo aprender de novo sobre a minha existência? Estamos aqui situando estado atual e estado desejado.
Vamos para alguns exemplos:
Sou um escritor: A cada novo dia escrever algo, um post, um poema, uma dica, uma seção de um dos livros.
Resultados Esperados: Manter uma escrita por dia. Descobrir 3 pilares base de escrita (nichos). Conseguir novos assinantes no blog ou na newsletter. Ser contratado para palestrar sobre estes assuntos.
Sou um desenvolvedor de software: A cada semana resolver um problema de CodingDojo.
Resultados Esperados: Manter um ritmo de programação vivo com aprendizado de novas ferramentas e linguagens. Garantir os ambientes de desenvolvimento atualizados na máquina. Compartilhar novos aprendizados em grupos de usuários e palestras. Levar novos aprendizados para time de trabalho.
Sou um músico: A cada semana escrever parte de uma música que toco na bateria.
Resultados Esperados: Aprender novas músicas. Aprender músicas em detalhe. Entender mais sobre os músicos que estudo e suas histórias e referências.
Sou um esportista: Praticar esporte 5 dias na semana (dividir entre basquete, tênis e treino funcional).
Resultados Esperados: Qualidade de vida, competir no basquete (master) e tênis (ranking), ter o esporte como ferramenta de superação de limites.
Parece simples e é. O complicado é manter estas metas não como metas, mas como hábitos. E principalmente fazer avaliações que fechem com o estilo de vida que se quer viver.
— Daniel Wildt
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6 responses to “O aprendizado como um jogo”
[…] pessoas, equipes e organizações a desenvolverem novas estratégias de mudança. Pode ser uma brincadeira, um jogo, mas principalmente vendo o que fazemos como jornadas. Muitas vezes uma retrospectiva entra em […]
[…] mais sobre Open Source, sobre Coding Dojo, ferramentas que podem apoiar no processo de aprendizado, como se fosse um jogo. Tanto é verdade que hoje podemos aprender a programar desenvolvendo robôs, jogadores de futebol […]
[…] Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia. O resumo da história é ser aprendiz, trabalhar muito humildade e descobrir formas diferentes de aprender e de conhecer um conteúdo. […]
[…] trabalho ajudando pessoas a “hackearem” o seu processo de aprendizado. Quando alguém me fala que não consegue fazer algo sem tentar entender quais são os reais […]
[…] praticar mais coisas, exemplo basquete, escrita, tênis, bateria, desenvolvimento de software, aprendizado, e assim […]
[…] Para terminar, deixo um episódio do Man in the Arena, com a história do Erico Rocha. Bons exemplos de como ele encara um jogo, e os resultados atrelados. Um pouco de como encarar as coisas como um jogo. […]