A gente cresce buscando referências e tentando ser parecido com alguém. E isso é um grande perigo. E fora isso, a gente tem uma série de medos do que vão pensar e do quanto a gente é capaz de confiar em alguém. O pedido pode ser simples, mas é complexo.
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Você vai expressar sua arte de diversas formas. E vai fazer muitas coisas diferentes na vida. Valorize cada uma delas. Elas podem dar voltas e parecem que nos levam pra longe, mas cada habilidade e vivência compõe quem a gente é, e nos faz estar no presente.
— Daniel WildtP.S.: recado que deixei pra minha filha no livro Diz uma palavra.
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Sério. Pode se acalmar.
Situação: Cheguei na recepção de um prédio comercial, para uma reunião com cliente. A pessoa que me atendeu já estava decepcionada com o cliente anterior, que não estava encontrando a identidade para poder apresentar e ter o cadastro na recepção. Pediu para o cliente esperar e me chamou. Vem vem! Eu fui. E ao me atender, fez perguntas de forma acelerada, queria ser rápida, queria ligar logo para o cliente, confirmou a sala que eu iria umas 3 vezes, ligou, usou meu nome do meio, confirmou que eu poderia subir, e ao me entregar o documento + cartão de acesso, senti como se ela me empurrasse para os elevadores. Ainda era 9:54 da manhã. Essa pessoa ainda vai ter pelo menos mais 5-6 horas de trabalho durante o dia, para poder voltar para a sua vida e reencontrar as suas reais preocupações, se ela lembrar de parar. E respirar.
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Qual é a sua prioridade? Essa palavra não tinha plural até chegarmos nos anos 80. Aprendi essa no livro “Essencialism“, do Greg McKeown. Depois no final deixo uns links para este livro e outros materiais que recomendo sobre o autor.
Quando pergunto sobre prioridade, muitas pessoas respondem “brincando”: BOLETOS!
E sabe que este pode ser um bom indicativo para explicar o que é prioridade?
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I will do whatever comes up. Can you think about that? But how is the sound of letting anything set your focus to who knows where?
I believe doing nothing is more difficult than doing anything. Can you take responsibility and do nothing for a day, a week, a month? When I’m saying do nothing, I mean doing just what is already there. Meetings, activities, something you have to deliver.
But when I do nothing, I can see the noise going away. I’m able to start looking at me, about the way I breathe. I start to see some cracks when I look at a specific project.
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Toda vez que eu caía, tentava me levantar rápido pra ninguém ver. Aos 7 anos tive uma queda de bicicleta que eu não consegui me levantar. Aos 13 meu joelho saiu do lugar pela primeira vez. Aos 15 torci o pé, rompendo ligamentos. A dor é incrivelmente forte.
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Eu vejo pessoa fazendo coisas para provar que alguém está errado.
Eu vejo pessoa fazendo coisas para buscar aprovação externa.
Eu me olho no espelho. Eu me vejo.
A primeira vez que percebi foi em 2001.
Eu tinha 22 anos. Nasci no dia 22.Nesta consciência comecei a encontrar leituras ligadas ao estoicismo, poesia, e começando a entender melhor como eu poderia fazer coisas que fazem sentido para mim. Dentro do que eu acredito. O que eu acredito? Não era o que eu via no dia a dia. E agora?
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Quando você pensa em parar de fazer o que está fazendo, pensando que isso pode ser deixar um projeto, deixar uma empresa, deixar um negócio.
Você faz reflexões e atua preventivamente, ou deixa o copo transbordar e mal consegue olhar pra frente?
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Estava lendo um material do Derek Sivers onde ele trabalha um conceito. De que tudo é culpa dele.
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O que gostaria de aprender? Quem pode ensinar os primeiros passos? Quem está praticando que pode compartilhar lições e aprendizados para quem está chegando?
Esta estrutura de perguntas está comigo quando estou iniciando uma jornada de aprender algo novo. E tudo isso pode acontecer em modo solo, consumindo material disponível em texto, vídeo e áudio na internet.
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