Must, Should, Could… Would? Let me think about those words a little.
Must, feels like obligation… and most of the times someone other than you yelling telling what needs to be done.
Talvez seja um reflexo do “ser inútil”, princípio que me segue faz um bom tempo já. Tenho percebido que cada vez menos quero me perceber como “protagonista” e cada vez mais como “força de um movimento maior”.
Me parece que a força do todo, quando descentralizada, ganha. Como toda comunidade, quando o sentido de movimento é o mesmo, quando se encontra algo que seja comum a todos movimentos.
(mais…)Fiz uma reflexão sobre planos de aprendizagem. Olhando teorias que Alex Bretas e outras iniciativas vem trazendo, de que temos um percurso infinito quando falamos de conhecimento. Esse percurso é recheado de curiosidade e de projetos que podemos desenvolver para avançar.
(mais…)Você se alimenta primeiro para garantir a sua parte ou espera quem precisa se alimentar primeiro para depois ver o que sobra?
Você atua para garantir abundância do sistema ou trabalha ativamente para gerar escassez?
(mais…)Do you feel stuck? How can you free yourself?
Who can help you? What can set you free?
— Daniel Wildt
It’s your time to engage with my writing journey. Check my project at patreon.com/dwildt and become a patreon!
Really? I have questions for you. 😀
(mais…)Tem muito discurso motivacional dizendo que a gente consegue o que quer, que somos capazes de alcançar o que queremos, que só precisamos de força de vontade.
Esse tipo de discurso atrapalha e faz muitas pessoas desistirem. Afinal, porque você não estuda nas madrugadas e nos finais de semana? Por qual motivo você não dedica mais que o seu limite?
Eu considero tudo isso uma questão de momento. Explico.
(mais…)Contexto nos situa em um sistema. Podemos entender condições e restrições. Ações nos permitem exercitar algo dentro de um sistema. Ao tempo que realizamos entendemos limites, visíveis e invisíveis.
(mais…)CHUTE pode ser descrito como “cálculo hipotético universal técnico estimativo”. Uma definição para amparar a nossa incapacidade de ter uma certeza.
É uma suposição, com tudo o que sabemos até aquele momento. Eu uso suposições para poder seguir em frente, quando me falta conhecimento sobre determinado assunto.
(mais…)Celebrar é um ato interessante. Envolve reconhecer que algo aconteceu, algo que foi algo legal. Algum aprendizado. Algo que puxa a nossa real atenção.
Celebrar a vida, e o que mais fizer sentido enaltecer sobre nossa existência.
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