A tecnologia pela tecnologia pode ser interessante para quem está no jogo da tecnologia pela tecnologia. Agora, resultados e transformações tem a oportunidade de ganhar forma caso pessoas consigam se engajar em problemas do mundo real. E entender como resolver estes problemas de uma forma sustentável. E a tecnologia passa a funcionar como apoio para a resolução.
(mais…)Etiqueta: agilidade
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Imagina que você pode voltar para o início da sua vida profissional e tem a chance de dar algumas “dicas” pra você mesmo. Tipo uma frase. Eu tenho três, que envolvem esporte, carros e preguiça.
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Estes dias fazendo uma conversa com meu mentor Alex Bretas comentei que tinha algumas estratégias de ensino que já tinha aplicado. Quando questionado para mandar material que tinha relacionado, notei que algumas das estratégias eu nunca tinha documentado no blog.
Estou centralizando neste documento algumas destas estratégias e conforme for documentando outras adicionarei aqui.
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Ou como lembrar que não precisamos correr?
Toda vez que passo por alguma situação de pressão, tenho uma espécie de checklist para me ajudar a voltar pro presente. São perguntas que servem para eu recuperar um estado de tranquilidade, e por vezes passo por ela em poucos segundos:
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Estava vendo um vídeo sobre como saber se uma pessoa toca bem ou mal a bateria. E já vi gente fazendo essa pergunta sobre desenvolvimento de software. E aí, como se mede se uma pessoa desenvolve software bem ou não?
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Employee branding, práticas para retenção de talentos, e como a gente vem criando um mercado tóxico e saturado com empresas se mostrando cada vez melhores em redes sociais e fazendo de conta que são lugares de puro sorriso e oportunidades infinitas para a felicidade das pessoas.
Tudo parece fazer parte de um jogo. Manter pessoas em empresas vira um trabalho de gamificação, e a cada dificuldade encontrada se desenvolvem novas dinâmicas e quebra gelos para permitir iniciar algum trabalho de mudança ou de adição de novos processos.
Dá pra gente recomeçar?
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Era um dia cedo e eu estava assumindo um trabalho com uma equipe de atendimento. Eu tinha meia hora para conversar com a equipe antes que o telefone e chamados começassem a chegar. Eu precisava saber o que aquelas pessoas já sabiam. Eu precisava saber o que elas percebiam. E precisava que elas pudessem contar o que poderia acontecer com a equipe.
Poderia ser um brainstorm simples? Poderia, mas provavelmente teria 2-3 pessoas falando e as outras falando “isso aí”, “concordo” ou alguns balançar de cabeça não querendo desafiar alguma informação no ar.
Sabe que nestes casos o tempo curto ajuda pessoas a não terem tempo de julgar? É algo que percebo quando trabalho algumas dinâmicas. As pessoas estão preocupadas em mostrar que conseguem fazer a tarefa requisitada, e não se preocupam com o que outras pessoas estão escrevendo.
Só de chegar, juntar o pessoal, dar bom dia, explicar o contexto de estarmos ali, já tinha gasto 5 minutos. Ok, agora eu tinha 25 minutos sobrando para rodar algo que pudesse me ajudar a ganhar mais contexto sobre o trabalho atual e possibilidades.
A minha escolha foi o proaction cafe. Adaptado para um processo de passado, presente e futuro. Explico.
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Imagina poder construir o evento com quem está presente nele? E fugir de agendas rígidas só com monólogos?
Quando estou em eventos palestrando, costumo ficar fora das salas de palestra, fazendo a conversa do corredor acontecer ou buscando espaços de roda para trocar ideia. Costumo buscar pessoas para poder operar como mentor ou receber mentoria também em algum assunto que esteja acontecendo comigo.
Por vezes espero a palestra da pessoa terminar (já vi a palestra gravada em outro evento) e já peço um espaço para trocar ideia. Muitas vezes aproveito para gravar a entrevista e publicar nas minhas redes, com a expectativa de que minhas perguntas podem ser de interesse de outras pessoas também.
Alguns eventos entendem que este tipo de conexão de conversa aberta acontece e conseguem organizar espaços físicos e até mesmo espaços na agenda permitindo que as pessoas se organizem em grupos para falar e trocar ideia sobre assuntos do interesse daquele pequeno grupo de pessoas.
Aí chegamos nos Open Spaces.
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Eu posso deter todo o conhecimento sobre um determinado assunto. Meu próximo passo é sempre me tornar inútil no mesmo. Isso acontece de algumas formas, aulas estilo monólogo, entrevistas, painéis, conversas que possam ajudar pessoas terem um espaço de reflexão e conhecimento de outras histórias.
Agora, eu gosto mesmo é poder usar uma palestra como um momento de ignição para uma troca de ideias, e para isso o fishbowl (aquário) é a minha prática de preferência.
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Qual a pior coisa que pode acontecer?
Faz um tempo que eu sempre penso na pior coisa que pode acontecer quando vou participar de algum projeto ou fazer alguma ação.
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