Celebrar é um ato interessante. Envolve reconhecer que algo aconteceu, algo que foi algo legal. Algum aprendizado. Algo que puxa a nossa real atenção.
Celebrar a vida, e o que mais fizer sentido enaltecer sobre nossa existência.
(mais…)Celebrar é um ato interessante. Envolve reconhecer que algo aconteceu, algo que foi algo legal. Algum aprendizado. Algo que puxa a nossa real atenção.
Celebrar a vida, e o que mais fizer sentido enaltecer sobre nossa existência.
(mais…)Na real tem algo melhor. Encontrar alguém capaz de escutar o que você sente.
Se falarmos em metodologias ágeis, podem aparecer palavras como transparência e abertura e encontrar equipes que se percebem em constante aprendizado.
(mais…)Confiança pode ser posta como princípio ou construída. Se construída, é por exemplo constituída em formato de pequenas provações ao longo do tempo. E pode ser “perdida” da mesma forma.
Se é posta, é porque por padrão confiamos nas pessoas e nos processos existentes. E isso não precisa e nem deveria ser traduzido como fé. Lembrar também que contratos servem para dar base, mas pessoas podem falhar mesmo tendo dito e assinado em cartório que não iriam fazer alguma determinada ação.
(mais…)A gente evolui, querendo ou não. A cada situação que nossas mentes e corpos passam, temos nova consciência. O que não era possível ser percebido, agora é.
Você pode escolher não sentir, mas não é sua escolha. Você pode escolher suprimir os sentimentos, mas você não suprime. Você está sentindo tudo, e reprime ao não se permitir sentir. E se oprime ao não escolher tomar uma decisão com o que sente.
(mais…)Quando eu tenho suposições, posso ir por dois caminhos. Abrir para perguntas ou aceitar que isso pode ser verdade, até que se prove o contrário.
Uma suposição pode ser conveniente. Eu trago algo como suposição por não querer gastar o tempo necessário caso eu classifique como uma real dúvida. E não tenho nada a não ser histórias e opiniões para chamar de certeza.
(mais…)I mean, I think it’s to keep going. Have you ever stopped to think about what you want to do? What about what you don’t want to do anymore?
(mais…)Eu me sinto uma pessoa introvertida. Sou quieto, observador e acabo por ser bastante imaginativo. Funciono bem criando cenários e pensando em piores casos por vezes, não por pessimismo, mas para amplificar o pensamento.
Normalmente estou sempre disponível para apoiar quem está precisando conversar, quem precisa de escuta, quem tem um problema. Falo que não sei o meu propósito, mas aprendi que é melhor fazer as coisas de propósito.
Normalmente, mas não sempre.
(mais…)Seja uma pessoa proposital. Seja uma pessoa propositiva.
(mais…)No mundo remoto, a comunicação precisa acontecer de forma intencional. E para ser intencional, precisamos de tempo. E para ter tempo, precisamos criar ou cuidar.
Tudo isso acontece para que possamos conectar. E o conectar nem é exatamente simultâneo. Pode ser agora, respondendo uma mensagem de ontem. Pode ser um almoço. Pode ser um evento.
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