Confia mas não esquece de pensar.

Confiança pode ser posta como princípio ou construída. Se construída, é por exemplo constituída em formato de pequenas provações ao longo do tempo. E pode ser “perdida” da mesma forma.

Se é posta, é porque por padrão confiamos nas pessoas e nos processos existentes. E isso não precisa e nem deveria ser traduzido como fé. Lembrar também que contratos servem para dar base, mas pessoas podem falhar mesmo tendo dito e assinado em cartório que não iriam fazer alguma determinada ação.

Cuidar que o confiar pode ser confundido quando delegamos algo para outras pessoas. Se delegamos ou se alguém possui responsabilidade sobre algum assunto, é necessário entender o que precisa ser feito. Consigo pensar em muitas perguntas sobre isso:

  • Se eu estiver fazendo o que tenho que fazer, o que deveria estar acontecendo?
  • O que é esperado de mim?
  • O que não deveria acontecer?
  • O que eu preciso cuidar?

Quando falo que não podemos esquecer de pensar, digo que a nossa organização deve permitir momentos de sincronia. De poder fazer estas perguntas e entender se estamos no caminho ou se algo precisa ser revisto.

Como garantir que os nossos combinados seguem valendo?

— Daniel Wildt

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