Eu acho que repito algumas histórias para aprender mais sobre elas. Por vezes trago um certo humor para brincar com a situação, mas no fim estou sempre achando onde tem algum aprendizado nestas situações.
(mais…)Categoria: português
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A vida nas redes sociais indica uma felicidade constante. Após o post, muitas voltam pra sua vida sem filtro, esperando likes e reações chegarem. E lá no mundo real a vida por vezes não está tão boa assim.
O mesmo comportamento não ocorre quando alguém faz um post indicando que não está bem. Silêncio, ou respostas rápidas com frases prontas, para que sintam que cumpriram sua missão indicando que a pessoa não precisa estar do jeito que está. Que tudo vai passar. Que a vida tem que ser bem melhor e será. Que uma hora tudo passa. E por vezes estas frases chegam por mensagens diretas.
Dá para ser diferente e com mais atenção. E fora das redes sociais, ou quase.
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Ou como lembrar que não precisamos correr?
Toda vez que passo por alguma situação de pressão, tenho uma espécie de checklist para me ajudar a voltar pro presente. São perguntas que servem para eu recuperar um estado de tranquilidade, e por vezes passo por ela em poucos segundos:
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Ou porque deveríamos deixar de buscar perfeição em tudo o que fazemos.
Qual o motivo? No meu caso, incerteza é inerente e a perfeição sempre é uma busca.
Uma das coisas que mais gosto do pensamento lean é que perfeição, um dos seus valores, é algo aspiracional. É uma eterna busca, mas não porque ela é impossível de ser alcançada, mas porque nunca vai existir um momento de perfeição. Sempre vai existir espaço para reflexão e melhoria. Eu vivo em sistemas complexos… a única certeza é a mudança.
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Alegria, alegria! Só que não. E sei que isso pode incomodar quem acompanha a feed do instagram e só vê gente feliz por tudo que é lado.
A realidade é que felicidade deveria ser vista mais como um processo. Eu acabo trocando por palavras que ajudem na minha percepção de estabilidade e tranquilidade.
Já me pediram e confesso que já pensei em fazer cursos e ficar falando sobre felicidade e outros assuntos ligados, mas eu não consigo ser alegre o tempo inteiro. Então não rola ficar falando sobre o que eu não acredito.
O que eu acredito?
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Estava vendo um vídeo sobre como saber se uma pessoa toca bem ou mal a bateria. E já vi gente fazendo essa pergunta sobre desenvolvimento de software. E aí, como se mede se uma pessoa desenvolve software bem ou não?
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O que eu trago para o meu mundo? Penso sobre isso como quem pensa em alguma estrutura de apoio e reflexão, questionando o que eu entrego de valor para quem eu escuto, para quem eu ensino, para quem é parte de projetos que participo.
O que fica na entrega prática, é a prática.
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Buscamos pessoas que se encaixem na nossa cultura. E amanhã, quando a cultura mudar, o que você faz com todas estas pessoas? Troca?
Encaixar ou pertencer? Essa é a pergunta que deixo para você desde agora, até o vídeo que gravei pra mim em junho de 2018. Eu já tinha entendido um recado da vida, mas demorei quase 2 anos para entender.
Eu sempre faço vídeos para alguém. Esse era pra mim. E eu não percebi.
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Employee branding, práticas para retenção de talentos, e como a gente vem criando um mercado tóxico e saturado com empresas se mostrando cada vez melhores em redes sociais e fazendo de conta que são lugares de puro sorriso e oportunidades infinitas para a felicidade das pessoas.
Tudo parece fazer parte de um jogo. Manter pessoas em empresas vira um trabalho de gamificação, e a cada dificuldade encontrada se desenvolvem novas dinâmicas e quebra gelos para permitir iniciar algum trabalho de mudança ou de adição de novos processos.
Dá pra gente recomeçar?
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Ou a necessidade de operarmos em abundância. Esse negócio de escassez ou abundância parece tão batido e óbvio mas não me parece ser real.
Não fosse isso não teríamos casos de pessoas que querem furar fila para receber uma vacina primeiro, que pegam todo o estoque de um produto para garantir a sua alimentação, ou que seguram e atrasam o seu trabalho e esperam algum tipo de “troca” ou motivação para poder priorizar.
Já ouvi de pessoas que não davam o seu melhor no trabalho por causa do valor que recebiam. Já ouvi pessoas querendo saber somente do que era relevante para elas, sem considerar a vivência em comunidade e o fato de que não somos o centro do planeta.
Somos algo bem pequeno dentro do contexto mundial. Agora, pequenos movimentos, positivos e intencionais, podem fazer muita diferença.
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