We may want a lot of things… but they are not exactly what we need.
(mais…)Etiqueta: aprendizagem
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I mean, I think it’s to keep going. Have you ever stopped to think about what you want to do? What about what you don’t want to do anymore?
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Treino é treino, jogo é jogo. Amistoso não é jogo. Agora, o modo treino e o modo jogo deveriam ser um só, mas por algum motivo meus sensos não detectam essa urgência nos esportes.
Eu sei que o meu modo treino funciona muito bem. Presente, focado em acertar a próxima bola, em fazer o próximo movimento. Com visão de presente e pra frente.
Nas ações do trabalho com tecnologia e na gestão de crises e onde preciso puxar toda criatividade possível, ele funciona muito bem. Talvez por eu acreditar que somente a prática e a vivência me permitem chegar na excelência. Me mantenho relaxado também pois aprendi que não existe solução gritando com software, por enquanto. E mesmo que venha a existir, não acho que vai adiantar.
E nos esportes, não consigo estar em modo jogo diariamente. Eu não tenho jogos todos os dias. Já pensei em criar algo parecido para construir essa consciência, mas o meu corpo atual não iria aguentar, mas isso é assunto para outro texto.
Então estou indo por um outro caminho, no caso dos esportes.
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Quando iniciamos uma jornada temos uma certa esperança sobre o caminho. Temos animação, uma força de vontade e o desejo de ter sucesso nessa jornada, não tenho dúvidas.
O problema é que normalmente o caminho não é limpo e tranquilo.
Teremos bloqueios.
Teremos problemas que nos farão pensar se estamos com a preparação correta ou não.
Vamos pensar em desistir.
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Nem todo herói usa capa, mas será que precisamos de pessoas heróicas? Atos heróicos acontecem após uma urgência, na minha experiência. E se fosse possível atuar na prevenção, de dar mais atenção para a descoberta?
A generosidade pode ser um caminho para isso.
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Formal é uma palavra que gera gatilhos por aqui.
Formal pode estar conectado com educação, mas não precisa estar diretamente conectado com educação formal, do tipo ensino superior e trilhas que temos como padrão (faculdade, pós, etc.). Formal pode estar conectado com protocolos, com forma de se vestir, pode até indicar alguma rigidez, mas formal pode ser mais leve.
Venho ressignificando que formal está mais conectado com forma, com padronização, mas não exatamente com conteúdo, nem condução. Formalismos me ajudam no entendimento de como envolver mais pessoas dentro de determinado assunto, pensando em limites para entrada. Em alguns casos, a palavra rotina poderia estar neste jogo aqui.
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Algumas estruturas de fala nos fazem refletir sobre histórias e trazem a tona o nosso comportamento.
Pode ser quando contamos histórias para outras pessoas. Pode ser quando queremos falar com alguém sobre algo que aconteceu, que nos beneficiou ou impactou.
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Eu tenho percebido que quando organizo um novo projeto, tenho três estruturas de apoio: informal, autodirigido e conduzido. Quero falar destes estilos.
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Lembro quando fui apresentar um curso, na época de verão. Era um curso de extensão. A divulgação foi bem fraca e tinha uma sensação de que teria muito pouca gente presente. Para me ajudar na motivação, eu teria que me movimentar mais ou menos 40km para ir ao local e voltar para casa depois.
Uma parte minha queria pedir o cancelamento do encontro. Outra parte queria se preparar para tornar aquela oportunidade a melhor possível dentro dos problemas que poderiam acontecer.
Já tinha vivido situações parecidas.
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Não é sobre eficiência operacional, diminuir custos simplesmente. Não é sobre medições e mais medições.
Como você faz para melhorar? Como você faz para questionar e instigar pessoas para pensarem sobre maneiras melhores de fazer o que fazem?
Eu tenho um gatilho natural para isso. Por um motivo.
Sou preguiçoso.
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