Sobre a morte?

Ela está presente e vai acontecer na nossa vida a ao redor da nossa vida. Pessoas que amamos, pessoas que conhecemos, animais que vivem e nos complementam de diversas formas. E aí? Melhor deixar para lá e deixar a vida acontecer, ou ser intencional sobre o que estamos fazendo?

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Qual a sua parte?

Você se alimenta primeiro para garantir a sua parte ou espera quem precisa se alimentar primeiro para depois ver o que sobra?

Você atua para garantir abundância do sistema ou trabalha ativamente para gerar escassez?

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Como você classifica o trabalho que realiza? Sobreviver, desbravar, especializar, evoluir ou manter?

Tem muito discurso motivacional dizendo que a gente consegue o que quer, que somos capazes de alcançar o que queremos, que só precisamos de força de vontade.

Esse tipo de discurso atrapalha e faz muitas pessoas desistirem. Afinal, porque você não estuda nas madrugadas e nos finais de semana? Por qual motivo você não dedica mais que o seu limite?

Eu considero tudo isso uma questão de momento. Explico.

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Ato falho

Atos “engraçados” que por vezes dizem pela gente o que realmente gostaríamos de dizer? É como acabo definindo um ato falho, também chamados de “lapsos freudianos“.

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Confia mas não esquece de pensar.

Confiança pode ser posta como princípio ou construída. Se construída, é por exemplo constituída em formato de pequenas provações ao longo do tempo. E pode ser “perdida” da mesma forma.

Se é posta, é porque por padrão confiamos nas pessoas e nos processos existentes. E isso não precisa e nem deveria ser traduzido como fé. Lembrar também que contratos servem para dar base, mas pessoas podem falhar mesmo tendo dito e assinado em cartório que não iriam fazer alguma determinada ação.

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