Dependendo do projeto, encontre alguém que te conduza!

Eu tenho percebido que quando organizo um novo projeto, tenho três estruturas de apoio: informal, autodirigido e conduzido. Quero falar destes estilos.

Informal: durante muito tempo, o aprendizado com o basquete aconteceu de forma informal. Eu treinava de 2-3 vezes na semana, sem lógica nem objetivo do que queria melhorar. Treinava arremessos, testava alguns movimentos, saltos e por acaso melhorava, quase sem querer. O aprendizado informal aconteceu na minha vida através de diversas estruturas de apoio onde conseguia consumir e aprender sobre algum assunto, ou simplesmente praticar e melhorar em determinada habilidade. Mesmo com alguns projetos de livro, dá para dizer que o processo de escrita foi informal. Considero assim o Viva Seu Tempo e até mesmo o Agile Kickstart, que ainda segue sendo organizado. Não existe um fim ou necessidade de terminar. Isso pode ser bom ou ruim, depende de expectativas que você esteja criando.

Autodirigido: neste caso eu me posiciono como um arquiteto de aprendizagem e organizo percursos a serem feitos e por vezes caminhos não lineares. Conteúdos, experiências, pessoas e redes que me conecto, aqui usando o conceito CEP+R que aprendi com Alex Bretas. O desenlatar foi organizado desta forma, o maisdev está indo nesta linha, assim como a treinebasquete. No caso destes três projetos, são projetos paralelos que eu usei para me posicionar sobre determinados assuntos, no caso: aprendizagem, formação de pessoas em tecnologia e fundamentos esportivos.

Conduzido: o processo conduzido é onde me conecto com mentores mão na massa ou com empresas que já fizeram o percurso que quero fazer diversas vezes. Eu escolho o caminho conduzido normalmente depois de ter passado por esse assunto em formatos informais e autodirigidos, entendendo que preciso ir além, que preciso aprender mais, melhor ou simplesmente diferente. Assim vai acontecer com um livro que está indo para o forno em breve. E assim aconteceu com o empresa mínima viável. E assim acontece com o meu processo de aprendizado com a bateria, onde escolho ter uma pessoa me indicando caminhos para eu evoluir a técnica com as baquetas.

O processo conduzido é uma forma diferente de operar em projetos no meu caso. Sempre quero viver todos os papéis para sentir. E isso acontece nestes projetos, mas agora eu tenho a chance de aprender melhor ainda sobre partes destes papéis e entender como e em quais contextos quero fazer e aprender mais. tendo alguém que possui excelência nestes processos, ao passo que também aprendo sobre o que não quero aprender ou não ter excelência.

— Daniel Wildt

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