I’m sure we need to start with a reason, but we also need options.
I like to think I have options. At least two or three.
If I have more options, even better.
The hard part is taking responsibility for the choice.
(mais…)I’m sure we need to start with a reason, but we also need options.
I like to think I have options. At least two or three.
If I have more options, even better.
The hard part is taking responsibility for the choice.
(mais…)A gente fala muito em discutir a prioridade, mas eu considero que um pensamento consciente sobre sequência é tão importante quanto.
O que vem ou deve acontecer antes de outra coisa acontecer ou poder ser iniciada?
(mais…)O negócio é aproveitar a vida? O negócio é viver a vida como se fosse sempre o último dia? E a ansiedade disso tudo? Ou pior, acordar no dia seguinte com vergonha do que foi feito no dia anterior?
O ponto é que a forma como você vive seus dias respondem muita coisa. E principalmente se você chegou em um caminho de continuidade.
O pensamento de continuidade precisa de algo que mantém. E a inconstância perde espaço neste ponto. O caminho da prática pede passagem. A prática é onde você se conecta com quem você deveria ser agora. A prática é onde você estabelece a sua base. O seu momento. A sua estrutura. Seu presente.
Tem algo mais que a prática…Scrum is the problem! Are you sure?
(mais…)Você tem disponibilidade e algumas habilidades. Você possui uma rede que pode ativar, oferecer e entregar serviços. Os serviços possuem valor, preço, escopo e limites. Os limites permitem que você melhore, atue, crie e documente os seus aprendizados.
(mais…)Sabe que já recebi algumas advertências e cobranças por atrasos nas entregas de ementas no período que ministrei aulas em graduação e pós graduação? Eu me usava do “último momento responsável”. Ou um pouquinho mais que isso. 😛
Ao longo da minha vida em sala de aula, eu tinha o interesse de trazer o agora das pessoas presentes ali. Suas perguntas e suas demandas. Logo, eu estava sempre revisando materiais e mudando direção ao longo do semestre. Isso complica dependendo de como você opera com materiais e a estrutura de sala de aula. Eu mudava, criava slides e materiais de apoio, listas de exercícios para prática e assim era o meu caminho. E muitas vezes ia criando com as pessoas ali presentes.
Estava lembrando de algumas histórias dessa época das aulas em faculdade, e resolvi separar aqui, para falar sobre educação.
(mais…)Aprendizado emergente. Eu aprendo via Design Thinking, estratégias de pesquisa e outras dinâmicas ligadas com análise de negócios a ouvir mais e mais. E entender que o ouvir pode acontecer de conexões emergentes. Através do Learning Canvas temos uma estrutura de pensamento que pode ser útil para operar em um ambiente de incerteza ao mesmo tempo que é um ambiente com múltiplas experiências.
(mais…)Transparência não acontece sem escuta, sem abertura. Opiniões e histórias nos ajudam a compor uma pesquisa, um entendimento de situações, de contextos. Entender suposições ou ter mais visão de quais dúvidas estão pairando um determinado entendimento.
(mais…)Dan Olsen fala sobre produtos, sobre priorizar o que temos que fazer.
Fala em importância e satisfação, modelo que aparece em diversas estruturas, mas o modo como ele trouxe em uma leitura que estava fazendo me pareceu tão… “como se pode pensar diferente”?
Eu gosto de pensar em estratégias de priorização e entender quando posso usar no dia a dia. Falo muito sobre priorizar pensando em risco, valor e diversas outras formas de olhares. Também já discuti sobre pensamento de resultado e satisfação. Kano já trazia este conceito da importância do que os sistemas entregam, com a percepção dos clientes. E já muito vivi muito no passado um olhar MoSCoW (Must / Should / Could / Would Have).
O ponto que sempre pensava era: na perspectiva de quem? É ainda muito comum ver iniciativas rodarem baseadas na opinião de alguém, ao invés de pesquisas e investigação com o mundo real.
Importância e satisfação são conceitos simples e que podemos acessar a partir dos nossos clientes e até de alucinações com as equipes internas. E aí, como operar com estes conceitos?
(mais…)Eu estudo em um percurso para desenvolver meu estilo parental. Iniciei em 2008, e sempre serei um aprendiz. E seguirei até o último dos meus dias. E dizer que sou aprendiz não é um ticket para poder pedir desculpas automáticas para todas besteiras que fiz e ainda farei sendo pai.
Mas sabe que venho aprendendo a viver algumas situações novas ultimamente. Não que eu saiba passar por elas ainda. Eu me perco. E o caminho vai para um lugar não legal, por estar usando sarcasmo quando eu deveria estar ficando quieto escutando ou achar um modo onde eu consiga ajudar e escutar. Talvez não precise fazer nada.
O que é sarcasmo mesmo?
(mais…)