Este artigo foi escrito em 2019, depois que uma pessoa conhecida “pediu pra sair”. Foi pra outra empresa. Ela desistiu do sonho. Ela não queria mais correr aquela corrida.
Aí me vi falando sobre salvar o sonho e depois bati em algum assunto sobre agilidade e me veio a mesma pergunta. Agilidade precisa ser salva?
Autor: dwildt
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I was able to help. It was not a problem. I can do this. We can do this. Let’s make it happen. That was my structure for a long time. Zero percent focus on profits. Just impact. But then the money went away and I was unable to continue helping.
How to make things sustainable, with abundance, with energy?
Then I remember when I first read about Lean Canvas and Running Lean book, and that break even discussion got me thinking. And lately a writing from Derek Sivers made me stop again.
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Na empresa de treinamento, na Wildtech, temos um programa de bolsas. Qualquer pessoa pode pedir uma bolsa para os nossos cursos. Quem está trocando de carreira, quem está sem trabalho no momento… e é uma ação silenciosa. Você nunca vai ver a gente anunciando quantas bolsas a gente forneceu ao longo da nossa história. Quem recebeu sabe que recebeu.
O problema foi que um dia uma pessoa pediu 100% de bolsa porque era uma opção possível na caixa de seleção. E aí eu fiz uma reflexão com ela, sobre o entendimento do que significa pedir e um pensar sobre abundância e escassez.
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Eu gosto de jogos pelos desafios. Se um jogo é fácil demais, ou se eu vou jogar e tenho certeza de que vou ganhar, não quero jogar. Perco atenção fácil.
Me lembro quando em 1994 vou participar pela primeira vez em quadra de um treino de basquete. Pense em alguém perdido, perdido mesmo. E isso não é papo para te convencer tipo jornada do herói. Pode procurar meu sócio no Treine Basquete, o Rafael Marimon, que já jogava muito basquete naquela época, que ele pode confirmar o quão ruim eu já fui (não que eu seja bom hoje :P).
Bom, o lance é que eu venho prestando atenção no minimalismo faz algum tempo. Aqui não falo sobre design minimalista nem outras formas de minimalismo, mas no pensamento de uma vida minimalista. Sempre pensando na frase base “Menos é mais”.
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Em 2014 participei de um calendário, por convite de Ana Goelzer.
Me pediram uma frase, a partir desta pergunta. Me pediram uma resposta. Em 2014, um ano que me perdi e me encontrei em diversos lugares, encontrando felicidade e começando a entender mais sobre ser. Ano que aprendi mais sobre escuta, sobre comunicação não violenta, ano que conheci pessoas incríveis e pessoas que nunca mais verei.
A frase que mandei para a Ana foi essa:
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Acho que a galera não aprendeu ainda não. Vou contar 5 dicas top pra ter reconhecimento! 😛
A dica 5 é a que eu mais gosto!
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Muitas pessoas não tem ideia sobre seu próprio tempo e responsabilidades que possuem.
Vivem em um sistema de compartilhamento de tempo onde pensam que possuem 20% para o assunto A e 40% para o assunto B. E normalmente quando entendem que isso é uma regra ao invés de um princípio, acabam vivendo em modo de piloto automático pulando de uma agenda para outra, sem pensar no que é importante agora.
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O que você pensava sobre desenvolvimento de software em 2012? O que eu pensava era algo assim… e um aviso sobre 2012. Era comum a galera ficar pensando sobre o que queremos e quando queremos, baseado em algumas tirinhas / memes que brincavam com situações do dia a dia.
Eu pensava algumas coisas assim, e sigo pensando na verdade:
- Devemos entregar software de forma contínua.
- Devemos trabalhar próximos de clientes, e buscar mais e mais comunicação para entender e perceber o que é valor para quem atendemos.
- Devemos melhorar continuamente, o processo de fazer software e as técnicas usadas para fazer software.
- Devemos buscar a arte de maximizar o trabalho que não é feito, por vezes entendendo o que é relevante. A simplicidade.
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Aqui vale para casos onde você está trabalhando e precisa estar no modo “fazer”.
A resposta está em você. Essa é a resposta rápida para a pergunta do post.
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Ao longo da vida eu fui condicionado para não sentir as porradas que poderia levar. Seja forte. Siga em frente. Não olhe pra baixo, não olhe para trás! No retreat, no surrender!!
Isso me ajudou muito, em todas frustrações que eu sofri. Nenhuma me travou. Nunca. Todas me mostravam um caminho, um próximo passo. A cada nova frustração, um novo aprendizado e a vontade de seguir em frente. A incerteza me chama atenção, meus medos me ativam. Fico no pensamento de mitigar e minimizar possibilidades de falha ao mesmo tempo que quero criar oportunidades de aprendizado e de sequência. Quero fazer, e construir. Olhando sempre pra frente.
Isso pode parecer legal e super inspirador, mas isso me impediu de sentir o que eu estava vivendo. De várias formas.
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