A oportunidade vai embora, lembra disso

Um professor uma vez me falou que oportunidade era para ser agarrada de frente. Depois dela passar, não existe “dar um jeito” de recuperar.

Acredito muito nestes momentos e trago eles pra perto de mim quando penso em priorizar. Quando priorizo, estou dando atenção para oportunidades. Existe um processo de decisão, entendimento se algo vai ser relevante mesmo ou não. Existe planejar, preparar, quando o assunto envolve pensamento de longo prazo.

Mas… ainda tenho aprendizados para fazer.

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Celebre. Você consegue?

Celebrar é um ato interessante. Envolve reconhecer que algo aconteceu, algo que foi algo legal. Algum aprendizado. Algo que puxa a nossa real atenção.

Celebrar a vida, e o que mais fizer sentido enaltecer sobre nossa existência.

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Confia mas não esquece de pensar.

Confiança pode ser posta como princípio ou construída. Se construída, é por exemplo constituída em formato de pequenas provações ao longo do tempo. E pode ser “perdida” da mesma forma.

Se é posta, é porque por padrão confiamos nas pessoas e nos processos existentes. E isso não precisa e nem deveria ser traduzido como fé. Lembrar também que contratos servem para dar base, mas pessoas podem falhar mesmo tendo dito e assinado em cartório que não iriam fazer alguma determinada ação.

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Você pode não fazer nada, mas um dia vai sentir.

A gente evolui, querendo ou não. A cada situação que nossas mentes e corpos passam, temos nova consciência. O que não era possível ser percebido, agora é.

Você pode escolher não sentir, mas não é sua escolha. Você pode escolher suprimir os sentimentos, mas você não suprime. Você está sentindo tudo, e reprime ao não se permitir sentir. E se oprime ao não escolher tomar uma decisão com o que sente.

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Suposições e o conveniente

Quando eu tenho suposições, posso ir por dois caminhos. Abrir para perguntas ou aceitar que isso pode ser verdade, até que se prove o contrário.

Uma suposição pode ser conveniente. Eu trago algo como suposição por não querer gastar o tempo necessário caso eu classifique como uma real dúvida. E não tenho nada a não ser histórias e opiniões para chamar de certeza.

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Quem acalma quem acalma?

Eu me sinto uma pessoa introvertida. Sou quieto, observador e acabo por ser bastante imaginativo. Funciono bem criando cenários e pensando em piores casos por vezes, não por pessimismo, mas para amplificar o pensamento.

Normalmente estou sempre disponível para apoiar quem está precisando conversar, quem precisa de escuta, quem tem um problema. Falo que não sei o meu propósito, mas aprendi que é melhor fazer as coisas de propósito.

Normalmente, mas não sempre.

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