Me vem um “dar gosto”, me vem um “deixar agradável” quando penso em temperatura de água.
A temperança é um termo que me ajuda a ficar no meio do caminho, balanceado poderia ser, mas não consigo muitas vezes. Seja por gatilhos, seja pela raiva que por vezes toma conta.
A raiva ultimamente vem por frustração, por entender que pessoas possuem capacidade de fazer algo e parecem escolher não fazer.
Logo depois de bater a raiva eu me lembro que não tenho controle sobre as outras pessoas. Isso deveria ser suficiente para eu seguir em frente e muitas vezes é.
Só que por vezes não posso deixar as pessoas viverem as consequências das escolhas, não tomadas na maioria das vezes, justamente por estas escolhas me afetarem diretamente e me impactarem transversalmente.
E aí me vejo temperando. Quero viver um momento de lição aprendida, de estar no modo professor, mas ao mesmo tempo eu quero me organizar e viver um momento calmo com tudo o que acontece.
Tornar suave, mais brando, moderar, mas também funciona para o realçar. Para acrescentar sabor. Temperar narrativas para que as histórias sejam contadas de forma adequada. E consumidas adequadamente.
— Daniel Wildt
P.S.: Pra pensar. Se o mundo pede um pouco mais de calma, onde está a nossa capacidade de pausa?
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