E as metodologias ágeis ainda são novidade!

É muito interessante estar no mercado de tecnologia em 2014, e ainda ver como as Metodologias Ágeis aparecem como novidade para muitas empresas.

Em 2009 eu dei uma entrevista falando que era já um caminho sem volta, mas muitas empresas ainda buscam ciclos grandes de feedback e se culpam porque a gordura colocada em um projeto não foi suficiente para garantir a entrega do mesmo.

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A importância das filas e da variabilidade

Nenhum sistema consegue funcionar com 100% de utilização. De uma forma ou de outra, procuramos uma cadência para funcionar e gerir nossas equipes de trabalho.

Uma das grandes descobertas que tive no aprendizado e prática de metodologias ágeis, foi a importância de minimizar a variabilidade das atividades que executamos. Ao invés de permitir que o sistema tenha atividades de 5 horas e outras de 40 horas, procuramos de alguma forma mais estabilidade.

Ao fazer isto, começamos a fazer mais quebra das atividades maiores, mas o impacto no time não é simplesmente aumento de atividade de análise para garantir a quebra, mas a baixa significativa da complexidade e do risco que acabava indo junto com o planejamento.

O grande jogo de minimizar o tamanho das atividades é com isto minimizar a variabilidade das atividades e encontrar neste processo cadência.

Para ajudar nesta discussão, aconselho demais a aula gratuita do Alisson Vale sobre este assunto, no Software Zen.

Deixe no comentário aí desafios que você enfrenta com o seu time no processo de aprendizado em virtude de grandes esperas.

Chegando ao tal MVP (Minimum Viable Product)

Um MVP, no português Produto Mínimo Viável, pode ser visto como a versão de um produto ou serviço que vai ser colocada a teste, para a comunidade tida como público alvo do mesmo.

Um MVP não precisa ser um software pronto. O Dropbox tem a história clássica de fazer o pitch do produto tendo apenas uma página de sign-up e um vídeo mostrando como o serviço “funciona” (na época não existia nada).

O que se quer neste processo? Validação. Entender o que está sendo feito e poder validar com usuários potenciais. Ganhar aprendizado para poder ajustar e poder testar com uma gama maior de usuários. Entender se as taxas de conversão seguem funcionando e de preferência crescendo.

Queremos entender se o entendimento do produto/serviço é claro para o público que estamos buscando e também entender se existem outros públicos para qual deveríamos estar dando atenção.

Um projeto colocado em uma plataforma como o Catarse ou Kickstarter pode ser visto como um MVP.

Ao lançar um MVP, existe uma intensão, um experimento. Queremos testar alguma hipótese, vendo se o texto está sendo mais efetivo que o anterior. Vendo se o modo de divulgar o preço se faz mais atrativo que o modo anterior. Se quer validar e ganhar um novo aprendizado, para então se poder rodar um novo experimento.

Ah, o mais importante. Um MVP é o início. Não o fim. :)

Você pode citar exemplos de MVPs?

Apresentar sem slides ou com slides, ou fazer um mapa mental?

Palestra de MVP no GUDay 2012 da SUCESU-RS.

Palestra de MVP no GUDay 2012 da SUCESU-RS.

Me perguntaram quando foi que eu tinha começado a fazer apresentações usando mapas mentais. Fiz isto em eventos que participei neste ano, como TDC 2014 Porto Alegre e Agile Brazil 2014.

Bom, eu comecei a pensar e bem lembrei que foi já na época que buscava gravar minhas palestras sempre que possível.

E aí lembrei do GUDay de 2012! Então na prática faz algum tempo que venho me apresentando usando esta “estratégia”.

Vamos para a história. :)

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Seleção Musical de outubro/2014 #SomDoDia

Essa foi a seleção musical (#SomDoDia) que rolou no mês de outubro!

Clássicos, sucessos, tem para todos os gostos!

Montei uma lista no youtube assim fica fácil para quem quer ouvir as músicas selecionadas. :)

Todos os dias em que estou inspirado, 20h55min, no http://facebook.com/danielwildt, rola o #SomDoDia. No mês seguinte rola um post por aqui com a divulgação da lista completa com todas músicas escolhidas.