Você já teve estes momentos de pensar em “se eu pudesse“? Eu estava ouvindo Wander Wildner e parei pensando na frase. Pensei também o que nos impede muitas vezes. O pensamento de outras pessoas aparece em muitas conversas que tenho sobre este assunto. A decisão nunca é organizada, é sempre subjetiva no impacto que outras pessoas podem achar.
(mais…)Etiqueta: tranquilidade
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No GTD (Getting Things Done) tem um lance do workflow sobre o que fazer quando uma tarefa aparece na sua frente e ela demora 2 minutos. Essa técnica é tida como uma bala de prata por muitos “gurus da produtividade“, em seus blog posts de topo de funil para converter galera nos seus serviços. Serve também como indicação para deixar de procrastinar, sair da inércia, acabar com a preguiça e garantir dentes limpos e sem cáries! 😛
Deu pra entender que eu não vou concordar com essa regra né? Vamos nessa.
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Tem muita coisa que eu faço que só depende de mim e precisa atender somente a mim. Esta escrita aqui por exemplo, é um caso. Eu escrevo para praticar e deixo pro mundo, para o caso de ressoar para alguém. Não tenho uma necessidade de conexão ou que você goste do que eu escrevo. Nem eu preciso gostar exatamente, mas é o que deu pro dia. 🙂
Agora… em muitos casos, na grande maioria das situações da minha vida, eu preciso de pessoas e pessoas precisam de mim para que certas coisas aconteçam.
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Exemplo, este blog funcionar, o domínio ser encontrado, eu poder ter luz e computador para escrever, ler livros, falar e conviver com pessoas que me inspiram, projetos diversos para fazer coisas acontecerem… e assim temos a interdependência! -
Se tivesse uma personagem do divertidamente dentro da minha cabeça, seria a raiva. Por vezes eu gostaria que fosse a tristeza. A raiva me impede de sentir o que preciso sentir muitas vezes.
Só que a raiva aparece em momentos que eu precisava silenciar. Ela vem pra demonstrar ira por algo que não deveria estar acontecendo, mas acontece novamente.
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Qual seria o momento de parar? De não fazer nada mais? Tipo só por um pouquinho?
Para algumas pessoas, a pressão social de escolhas de carreira, carro, casa e outras parece impedir um real encontro: com o nosso presente. Com o agora.
Sempre estamos correndo por alguma coisa que “não temos“. Digo “não temos” pois em vários casos essa busca não é o que realmente precisamos. Ou “já temos” o que precisamos, mas colocamos algum tipo de desculpa para não fazer.
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Are you in? This is not a test.
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Saber o seu presente envolve falar sobre o seu momento atual, o seu agora. Só que este título também pede para você pensar em qual é o seu presente para quem está com você.
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Ou será que você não está sabendo de como as coisas funcionam? Ou será simplesmente que é falta de planejamento?
Eu tenho muito cuidado com as palavras. Costumo avisar pessoas que eu trabalho que eu dificilmente fico preocupado com algo. Só que quando eu ficar, aí… fique também. 😀
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O que é habitual? Costumeiro, usual, rotineiro, frequente, constante… são definições do dicionário.
Penso que a nossa vida é feitas de coisas que se tornaram habituais. Não fazer nada, fazer algo todos os dias, leituras, irritações, visitas, viagens, esportes? Você escolhe.
Uma das grandes coisas habituais da vida é viver a mesma em modo de piloto automático. Como quebrar esse processo?
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