#dwresponde – Episódio 7 – Value Proposition Canvas

Um dos diagramas legais para se conhecer negócios é o Business Model Canvas. Nele se começa entendendo quem é o cliente atendido pelo negócio e que valor se gera para este cliente. O assunto do StartupDojo de Julho/2015 foi justamente para tratar sobre o Value Proposition Canvas. Qual o diferencial dele?

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Chegando ao tal MVP (Minimum Viable Product)

Um MVP, no português Produto Mínimo Viável, pode ser visto como a versão de um produto ou serviço que vai ser colocada a teste, para a comunidade tida como público alvo do mesmo.

Um MVP não precisa ser um software pronto. O Dropbox tem a história clássica de fazer o pitch do produto tendo apenas uma página de sign-up e um vídeo mostrando como o serviço “funciona” (na época não existia nada).

O que se quer neste processo? Validação. Entender o que está sendo feito e poder validar com usuários potenciais. Ganhar aprendizado para poder ajustar e poder testar com uma gama maior de usuários. Entender se as taxas de conversão seguem funcionando e de preferência crescendo.

Queremos entender se o entendimento do produto/serviço é claro para o público que estamos buscando e também entender se existem outros públicos para qual deveríamos estar dando atenção.

Um projeto colocado em uma plataforma como o Catarse ou Kickstarter pode ser visto como um MVP.

Ao lançar um MVP, existe uma intensão, um experimento. Queremos testar alguma hipótese, vendo se o texto está sendo mais efetivo que o anterior. Vendo se o modo de divulgar o preço se faz mais atrativo que o modo anterior. Se quer validar e ganhar um novo aprendizado, para então se poder rodar um novo experimento.

Ah, o mais importante. Um MVP é o início. Não o fim. 🙂

Você pode citar exemplos de MVPs?

Dave McClure and pirate metrics for startups!

Dave McClure is the guy behind “Pirate Metrics”.

AARRR, a simple acronym, but extremely powerful! Dave is founder of 500 Startups too.

Regarding AARRR, you need to understand that developing customers can be categorised in some important steps:

A – Acquisition, gathering customers to the process.
A – Activation, making leads to become real customers. So… they are using your service.
R – Retention, making sure people love your product and want to continue using it.
R – Referral, they love so much they want to tell other people about you. You are important.
R – Revenue, you get to keep other people money in exchange for a great customer service and quality. 🙂

Here’s a presentation about AARRR metrics:

And here’s a great biz talk with Dave McClure and Jason Calacanis (This Week in Startups):

If you are looking for some material in Portuguese related to AARRR, check this presentation from Rafael Helm.

Palestra RS on Rails 2013 – Construa um produto. Quando? Neste final de semana.

RsRails

Hoje foi dia do RS on Rails, evento da comunidade Ruby do RS. Eu gosto muito de participar do evento, pelo engajamento da comunidade. Reencontro com muita galera que eu respeito pelo trabalho que faz.

Fiz uma palestra com um título instigando o pessoal a criar um produto. Que seja até só para o fato de criar um. O objetivo não é fazer dar certo, mas entender o processo de pensamento e desenvolvimento da ideia. O pior que pode ocorrer nisso tudo é dar certo. 🙂

Falei sobre muita coisa que gosto. A apresentação pegou alguns aspectos.

  1. Falar sobre a pessoa que vai querer criar o produto. Comentei características que precisamos desenvolver como profissionais.
  2. Depois falei sobre vontades, aí convocando o pessoal a pensar em ideias que querem fazer acontecer, criando algum tipo de restrição de tempo para fazer acontecer. Comentei aqui sobre o Business Model Canvas e sobre o Lean Canvas.
  3. Os medos. Muitas vezes não fazemos algo porque temos medo. Receio de falhar. Aí eu reforço que a falha já está nos acompanhando. Que o nosso objetivo é sair da inércia de estar em um modo falha. Isto nos ajuda a perceber que nada temos além de uma ideia, que provavelmente outras pessoas pelo mundo tiveram e algumas devem ter até implementado.
  4. As capacidades. Considero o conhecimento de Metodologias Ágeis, e no caso de quem é desenvolvedor, se especializar em práticas focadas na engenharia de software. Neste sentido o eXtreme Programming é a melhor das metodologias para focar. Também puxo no aspecto cultural, da melhoria contínua e cultura de aprendizado, prevenção. Neste sentido ninguém melhor que o Lean para puxar todo o conhecimento que precisamos. E no final comentei sobre momentos de reflexão. Precisamos parar para refletir sobre o que estamos fazendo, para podermos melhorar.
  5. E o plano? A base do plano vai nas premissas: (a) tudo é um experimento, (b) estamos funcionando em ciclos PDCA (Plan-Do-Check-Act) ou BML (Build-Measure-Learn) e (c) que apesar do mundo lá em cima nos sonhos ser lindo, estamos aqui para validar ideias. 🙂
  6.  Ah sim, o plano!! Fui trabalhando com o pessoal aspectos que considero úteis para a montagem do plano de um produto, e algumas ferramentas que podem ser bem úteis para apoiar o processo. Na prática o que queremos aqui é conseguir clientes, nutrir eles e tratar bem, para que eles se tornem fãs do seu produto e serviço e praticamente defensores do que você faz. Eles vão ajudar a trazer novos clientes, porque vão se sentir parte do seu processo do dia a dia.

Eu gostei muito de fazer esta palestra. E espero que ela comece a render frutos. O ponto é que as pessoas que se cadastraram durante a palestra, e na prática qualquer um que se cadastrar a partir de hoje, vai fazer parte de um grupo seleto de pessoas que eu vou ajudar e trocar ideias sobre as coisas que estou testando e sobre coisas que eles queiram testar e criar.

Esta palestra provavelmente daqui alguns meses vai virar um curso, e até lá e depois mesmo, estas pessoas que estão me ajudando poderão ganhar novos conhecimentos enquanto eu vou ajustando e agrupando os conhecimentos para criar este curso.

Se interessou?

Então dá uma olhada nos slides aí e entra pro time.

Incubadoras, aceleradoras, capacitação, execução, inspiração – Quem faz?

O mercado de empreendedorismo vem crescendo e muito no Brasil. Conhecer mais sobre modelos de negócio e desenvolvimento de negócios é um skill que deveria (eu acho que deve!) ser padrão para qualquer profissional. Independente da sua área de atuação.

Quem faz parte deste ecossistema?

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