Inspirar pessoas nas pesquisas. Nas perguntas, na aprendizagem. Como faz?

Ao longo da nossa vida vamos perdendo a capacidade de perguntar…

  • Faça assim. Não precisa tentar.
  • Copie do manual.
  • Deixa a outra pessoa fazer. Ela sabe.
  • Não tente fazer sem a pessoa que já sabe fazer.
  • Não pode errar. Faça certo.
  • O que vão pensar se não conseguir?

Eu parei de fazer perguntas por um tempo e achei que sabia algumas coisas… falta de humildade que chama né? Importante ter princípios que ajudem a manter as perguntas vivas. Tenho fortalecido estes.

Ao longo do tempo a curiosidade vai dando lugar ao medo, ao receio. Crianças são curiosas por natureza, mas ao longo do tempo esse interesse e curiosidade vai baixando em intensidade. Provas, modos de avaliação de conhecimento que não deveriam mais existir, julgamento em critérios que de nada adiantam, e assim vai.

Agora, me diz aí… você consegue dizer “não sei”? Consegue não ter certezas sem dados e vivências? Consegue dizer “não consegui”, “falhei”, “fiz errado”, coisas deste tipo?

Em algum momento da vida, por disponibilidade de tempo, recursos financeiros ou por entrar no modo “fight” do “fight or flight“, vamos querer defender o que acreditamos. Vamos priorizar nossa curiosidade. E vamos fazer algum projeto com as perguntas que queremos investigar.

Eu tenho percebido algumas coisas que me ajudam neste processo do aprender e das perguntas.

Mantenho as perguntas vivas com projetos que tenham abertura. Que expandam em um determinado tema. Que permitam a conexão com pessoas. Não apenas perguntas em que se encontra resposta em buscas de internet.

Fazer projetos que ajudem na construção de algo, ou de alguma representação do que já se viveu no passado, pode ser interessante.

Que perguntas você tem aí para responder?
Quais temas você tem interesse em avançar?

— Daniel Wildt

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