Confia mas não esquece de pensar.

Confiança pode ser posta como princípio ou construída. Se construída, é por exemplo constituída em formato de pequenas provações ao longo do tempo. E pode ser “perdida” da mesma forma.

Se é posta, é porque por padrão confiamos nas pessoas e nos processos existentes. E isso não precisa e nem deveria ser traduzido como fé. Lembrar também que contratos servem para dar base, mas pessoas podem falhar mesmo tendo dito e assinado em cartório que não iriam fazer alguma determinada ação.

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Cinco minutos para o silêncio, para respirar. Ou… eu preciso deixar meu eu jogar.

Treino é treino, jogo é jogo. Amistoso não é jogo. Agora, o modo treino e o modo jogo deveriam ser um só, mas por algum motivo meus sensos não detectam essa urgência nos esportes.

Eu sei que o meu modo treino funciona muito bem. Presente, focado em acertar a próxima bola, em fazer o próximo movimento. Com visão de presente e pra frente.

Nas ações do trabalho com tecnologia e na gestão de crises e onde preciso puxar toda criatividade possível, ele funciona muito bem. Talvez por eu acreditar que somente a prática e a vivência me permitem chegar na excelência. Me mantenho relaxado também pois aprendi que não existe solução gritando com software, por enquanto. E mesmo que venha a existir, não acho que vai adiantar.

E nos esportes, não consigo estar em modo jogo diariamente. Eu não tenho jogos todos os dias. Já pensei em criar algo parecido para construir essa consciência, mas o meu corpo atual não iria aguentar, mas isso é assunto para outro texto.

Então estou indo por um outro caminho, no caso dos esportes.

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O fazer acontecer e o vale da desilusão

Quando iniciamos uma jornada temos uma certa esperança sobre o caminho. Temos animação, uma força de vontade e o desejo de ter sucesso nessa jornada, não tenho dúvidas.

O problema é que normalmente o caminho não é limpo e tranquilo.

Teremos bloqueios.

Teremos problemas que nos farão pensar se estamos com a preparação correta ou não.

Vamos pensar em desistir.

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Formalismos podem ajudar no aprendizado

Formal é uma palavra que gera gatilhos por aqui.

Formal pode estar conectado com educação, mas não precisa estar diretamente conectado com educação formal, do tipo ensino superior e trilhas que temos como padrão (faculdade, pós, etc.). Formal pode estar conectado com protocolos, com forma de se vestir, pode até indicar alguma rigidez, mas formal pode ser mais leve.

Venho ressignificando que formal está mais conectado com forma, com padronização, mas não exatamente com conteúdo, nem condução. Formalismos me ajudam no entendimento de como envolver mais pessoas dentro de determinado assunto, pensando em limites para entrada. Em alguns casos, a palavra rotina poderia estar neste jogo aqui.

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A importância das sensações práticas. Praticamente incomparável com a teoria e histórias que aprendemos.

Lembro quando fui apresentar um curso, na época de verão. Era um curso de extensão. A divulgação foi bem fraca e tinha uma sensação de que teria muito pouca gente presente. Para me ajudar na motivação, eu teria que me movimentar mais ou menos 40km para ir ao local e voltar para casa depois.

Uma parte minha queria pedir o cancelamento do encontro. Outra parte queria se preparar para tornar aquela oportunidade a melhor possível dentro dos problemas que poderiam acontecer.

Já tinha vivido situações parecidas.

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