Você tem disponibilidade e algumas habilidades. Você possui uma rede que pode ativar, oferecer e entregar serviços. Os serviços possuem valor, preço, escopo e limites. Os limites permitem que você melhore, atue, crie e documente os seus aprendizados.
(mais…)Categoria: português
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Sabe que já recebi algumas advertências e cobranças por atrasos nas entregas de ementas no período que ministrei aulas em graduação e pós graduação? Eu me usava do “último momento responsável”. Ou um pouquinho mais que isso. 😛
Ao longo da minha vida em sala de aula, eu tinha o interesse de trazer o agora das pessoas presentes ali. Suas perguntas e suas demandas. Logo, eu estava sempre revisando materiais e mudando direção ao longo do semestre. Isso complica dependendo de como você opera com materiais e a estrutura de sala de aula. Eu mudava, criava slides e materiais de apoio, listas de exercícios para prática e assim era o meu caminho. E muitas vezes ia criando com as pessoas ali presentes.
Estava lembrando de algumas histórias dessa época das aulas em faculdade, e resolvi separar aqui, para falar sobre educação.
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Aprendizado emergente. Eu aprendo via Design Thinking, estratégias de pesquisa e outras dinâmicas ligadas com análise de negócios a ouvir mais e mais. E entender que o ouvir pode acontecer de conexões emergentes. Através do Learning Canvas temos uma estrutura de pensamento que pode ser útil para operar em um ambiente de incerteza ao mesmo tempo que é um ambiente com múltiplas experiências.
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Transparência não acontece sem escuta, sem abertura. Opiniões e histórias nos ajudam a compor uma pesquisa, um entendimento de situações, de contextos. Entender suposições ou ter mais visão de quais dúvidas estão pairando um determinado entendimento.
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Dan Olsen fala sobre produtos, sobre priorizar o que temos que fazer.
Fala em importância e satisfação, modelo que aparece em diversas estruturas, mas o modo como ele trouxe em uma leitura que estava fazendo me pareceu tão… “como se pode pensar diferente”?Eu gosto de pensar em estratégias de priorização e entender quando posso usar no dia a dia. Falo muito sobre priorizar pensando em risco, valor e diversas outras formas de olhares. Também já discuti sobre pensamento de resultado e satisfação. Kano já trazia este conceito da importância do que os sistemas entregam, com a percepção dos clientes. E já muito vivi muito no passado um olhar MoSCoW (Must / Should / Could / Would Have).
O ponto que sempre pensava era: na perspectiva de quem? É ainda muito comum ver iniciativas rodarem baseadas na opinião de alguém, ao invés de pesquisas e investigação com o mundo real.
Importância e satisfação são conceitos simples e que podemos acessar a partir dos nossos clientes e até de alucinações com as equipes internas. E aí, como operar com estes conceitos?
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Eu estudo em um percurso para desenvolver meu estilo parental. Iniciei em 2008, e sempre serei um aprendiz. E seguirei até o último dos meus dias. E dizer que sou aprendiz não é um ticket para poder pedir desculpas automáticas para todas besteiras que fiz e ainda farei sendo pai.
Mas sabe que venho aprendendo a viver algumas situações novas ultimamente. Não que eu saiba passar por elas ainda. Eu me perco. E o caminho vai para um lugar não legal, por estar usando sarcasmo quando eu deveria estar ficando quieto escutando ou achar um modo onde eu consiga ajudar e escutar. Talvez não precise fazer nada.
O que é sarcasmo mesmo?
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Adoro essa frase: movimento dá sentido, define significado. Ela vem nos princípios do Material Design. Eu olho pra essa frase e consigo falar sobre hábitos e sobre o fazer.
Um hábito brota por sequência de vezes que fazemos algo. E esse fazer começa a partir de algum sinal, alguma deixa que nos leva a começar algo. Que pode ser algo bom ou ruim.
Uma meta não vai resolver o problema de um hábito, mas sim o senso de progresso.
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Certa vez me indicaram para palestrar em um TEDx. O x no final não importa. Era um convite para fazer parte de uma rede, uma comunidade interessada em compartilhar ideias. E aí na conversa sobre possíveis assuntos falei: eu posso falar sobre ser inútil. 🙂
Um pouco de silêncio na conversa, e seguimos na ideia.
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Dá para falar sobre isso pensando em lotes. A vida que a gente vive gera aprendizados. A partir das práticas que temos, aprendemos. Refletimos. E?
Se queremos seguir fazendo o que fazemos, podemos organizar estruturas que nos permitam refletir sobre a prática e projetar “mudanças”. Mudanças que tornem o nosso trabalho mais leve. Aqui penso em melhoria operacional, facilidade de gestão da tática e mais consciência da estratégia.
Junta com isso um pensamento sobre como reabastecemos o nosso trabalho. Vamos de ciclos curtos ou ciclos longos? Aqui entram os lotes.
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Lavar a louça ou se alimentar? Dormir ou arrumar um armário? Praticar exercício ou ler um livro? Projeto A ou projeto B?
A base está no seu sistema. Hierarquia, decibéis, chefe manda, qual é o seu jogo?
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