Actually the important thing is if the ghosts believe in themselves.
That’s Ted Lasso’s motivation I know, but I have some motivation for you too.
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If it’s your mission, if it’s something you feel the need to do… who are these people that tell you not to do?
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Do you remember Yoda?
Do or do not. There’s no try.
YodaI totally agree on that… but if I fail or miss something while doing it… I see myself in a “not yet” mode. Let me expand this.
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Let’s look at the definition of reactivity, according to wikipedia: “…the chemical reactions of two or more substances that interact with each other…“. And of course, I’m using a definition that can help me talk about creativity and realism as two types of substances that can create a reaction?
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OK, eu sei que muitas vidas são baseadas em tempos certos e agenda rígida, mas ainda assim você pode ter abordagens para saber como funciona para fazer o seu trabalho acontecer. E poder ajustar conforme o seu desenho de estilo de vida.
Estava ouvindo uma fala de Ryan Holiday, que tem uma prática de escrita muito forte, que comentou uma questão que eu vivo muito e que aparece de diferentes formas no meu planejamento. Quero comentar esta história dele e depois vou trazer exemplos e como eu acabo me organizando nas agendas.
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Repetição ou crescimento?
Por vezes só queremos ver ideias darem certas. Não temos a preocupação de aprender.Oi Daniel! Hoje é pra você.
Recentemente você conheceu pessoas que participaram de um projeto que cresceu, aconteceu e depois parece que falhou… e ouviu destas pessoas que elas tem na cabeça que falharam. Dizem que precisam procurar um novo projeto, para mostrar que a culpa não era delas.
No fim, isso não é se repetir? Tem algum propósito isso?
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Então, se importar para?
Poucas coisas farão diferença na vida. Muitas vezes me importo com o que não tem importância… e descubro só depois, claro.
É, no fim, uma questão de prioridade?
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Estava ouvindo um livro que fala sobre estar errado, ou sobre perceber que podemos estar errados, que talvez não tenhamos todas respostas. E uma das histórias conta sobre o tempo, menos de 20 segundos, como sendo a média que médicos demoram para interromper pacientes contando uma história. Muito na questão de querer dizer que a pessoa não sabe o que está falando e querer direcionar pro “certo“.
E claro, lembrei de situações onde (só eu acho que) não tenho tempo de ficar ouvindo histórias e quero ir logo pra solução. Isso vale em conversas presenciais e também em conversas usando ferramentas digitais, que possuem algumas ferramentas de interrupção interessantes também… e que precisam da nossa atenção.
Ver o futuro repetir o passado pode ser visto de forma positiva ou não. Entendo que a falta de tempo e ansiedade só atravessa de geração em geração. Essa parte não é tão boa.
Agora, se atuarmos com o princípio da Teoria U, conectados com uma mente aberta (curiosidade), coração aberto (compaixão) e vontade aberta (coragem), pode ser possível criar um futuro a partir do passado, de forma construtiva e colaborativa.
Será que tem como? Vou tentar trabalhar essa situação que comentei, da minha falta de paciência, olhando o início do ciclo de funcionamento da Teoria U.
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