Ou simplesmente dar um tempo?
Um sabático?
E quando esse “tempo” contínuo não está disponível?
(mais…)Ou simplesmente dar um tempo?
Um sabático?
E quando esse “tempo” contínuo não está disponível?
(mais…)Estava pensando sobre o meu processo de escrita e como ele se inspira pela leitura de outras pessoas. Não existe escrever sem viver. Não existe escrever sem consumir diferentes estruturas e técnicas.
Aprecie diferentes artes, pessoas, estruturas, técnicas, olhares. Até encontrar a sua própria arte, se assim for seu interesse.
(mais…)Quando sai uma declaração e o silêncio me possui, nem sempre esse silêncio indica neutralidade.
Na verdade, o grande problema é quando o nosso silêncio reforça algum tipo de violência acontecendo no contexto.
(mais…)As questões fisiológicas?
(mais…)Quando temos hábitos, temos gatilhos. Isso pode ser bom.
Só que gatilhos, nos termos que ouço muito por aí, indicam que é algo que nos “deixa mal”. Algo que nos afeta. Que nos transtorna.
Ter alguma frase ou situação que muda o nosso estado interno, é bem complicado. Ao mesmo tempo, bem comum. Para o bem e para o mal.
(mais…)Aprendi muito!
Bom demais!
Vida tranquila!
Me sinto leve!
Hora de celebrar!
Que dia bom!
Viradas de ano, viradas de mês, viradas de semana. Todas oportunidades de reiniciar. E assim pode acontecer com uma noite de sono.
(mais…)O principal: ela é finita.
Todo dia eu olho pra uma moeda que tem escrito “memento mori”. Que basicamente indica que podemos deixar a vida em qualquer momento.
Frase clássica, mas ela diz muito sobre aceitarmos a nossa finitude.
E isso não quer dizer que a partir deste momento todos nós devemos só nos alimentar de coisas saudáveis e buscar uma vida perfeita para viver o máximo possível. Se você consegue fazer isso, show, mas eu ainda não consigo. Temos nossas vidas, hábitos e nossos vícios (hábitos ruins).
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