Apreciar o presente. Seria o básico da vida? Eu vou sorrir a partir do que eu sinto. O que gera o sorriso pode acontecer a partir do que leio, vejo ou escuto. E como isso ressoa comigo.
Por vezes parece um “chorrindo”, quando quero rir no meio de algum sofrimento, tentando ver o copo meio cheio. Quase rindo de mim.
De todo modo, vejo meu processo atual valorizando mais o “apreciar o presente”.
A cara fechada não deveria tomar tanto do nosso tempo.
Nem a nossa preocupação em “reclamar da vida”.
Que a gente seja capaz sim de “reclamar a vida”.
E o tempo calmo. E as pausas. Certamente tem um sorriso por ali.
— Daniel Wildt
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