Com qual objetivo de resposta? Aquisição, consciência?
É melhor falar algo ou ficar quieto? E se falar, com qual amplitude? É um gerador de escassez? De urgência? Pode virar contra o próprio planejamento do projeto?
O “é só falar” ganha novas perguntas quando existe impacto na nossa existência. Prometer infinitos ou o que está fora de alcance é um problema para ética, para quem ainda tem.
Eu brinco que tenho minhas iniciativas de consciência de tempo, e a única garantia que eu dou para as pessoas é que elas serão capazes de ver melhor o tempo sendo desperdiçado. E a partir disso terão mais ferramentas para reagir e depois evitar que aconteça novamente.
Parece trágico, mas considerando que tem pessoas vivendo décadas no piloto automático… ter mais consciência pode ser interessante.
— Daniel Wildt
Vem fazer parte! Projetos paralelos, consciência de tempo e apoio no seu caminho de aprendizagem, através do projeto A Filosofia da Tranquilidade! Olha também a newsletter e projetos do agora.
Deixe uma Resposta