Continuar andando. Com os caminhos presentes e percebendo os novos pelo caminho.
Operar com o que a vida oferta. Operar com o que está presente nos silêncios.
Caminhar não é opção, é continuidade. É movimento.
Alguns passos vão causar dor, outros felicidade. Quero entender sobre o sofrimento, ressignificar. Quero entender para ser mais o que posso ser.
Quero deixar o ressentimento pelo caminho. Tornar o que me faz sofrer, indiferença. Pouco a pouco celebro o que foi vivido, mas aprendo a deixar pelo caminho o que não deve seguir caminhando comigo.
Aos poucos trocar as relações utilitárias pelas relações presentes e reais. As relações que crescem e se desenvolvem com o nosso movimento.
— Daniel Wildt
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