Procuramos independência.
No fim acabamos “precisando” de pessoas e por vezes emocionalmente nos tornamos dependentes. Acreditar em certa distância das pessoas pode ser importante.
O problema maior pode ser somar a isso dependência financeira.
A independência completa, sobre sermos capazes de cuidar das nossas emoções e das nossas finanças deveria ser o básico.
Talvez sermos capazes de viver somente conosco, mas saber que nos potencializamos com a presença de outras pessoas. Das relações eu-tu como diz Martin Buber.
Uma utopia? Provavelmente, principalmente para alguém que cresceu em relações e uniões. Aprendendo a operar em novos formatos e principalmente contar somente comigo.
Se fala sobre ensinar educação financeira nas escolas. Deveríamos ensinar sobre emoções. Educação emocional. Ou pensar no medo de sofrer e de errar que muitas vezes nos deparamos. Da nossa incapacidade de dar passos no desconhecido.
Talvez seja educação sentimental mesmo o principal, para tratar de apego e sofrimentos e outros cuidados que nos faltam. Talvez possamos ter uma visão mais minimalista ou mais conectada ao essencial da vida.
— Daniel Wildt
P.S.: Educação Sentimental é música de Kid Abelha. Independência é música de Capital Inicial.
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