Sobre encontrar formas de conectar com o mundo.
Quero colocar projetos para rodar, e preciso garantir a minha existência ou talvez resistência financeira seja um termo melhor. Eu já banquei inúmeros projetos paralelos, muitos dos quais falharam e eu perdi todo o dinheiro, mas me conecto em filtros e formas de poder fazer projetos ganharem vida. E sinceramente não penso muito no que perdi financeiramente, mas no que ganhei em aprendizado. E sigo vivo e pagando minhas contas… então não foi tão ruim assim.
Só que me vejo muitas vezes com esse movimento do fazer. Do fazer acontecer. Isso por vezes me coloca em situações interessantes.
Explico.
Dou tempo, tenho paciência, mas por vezes corro ou paro total.
Tenho evitado muito “deixar as coisas irem no seu tempo“.
Me vem sempre uma frase do Yoda, o verdinho:
“Do or do not, there’s no try“. Não existe tentar. Faz! Ou não faz!
Quando penso no modo adaptador, penso em formas de fazer um determinado projeto acontecer ajustando o que precisar para operar no mundo presente e no mundo real. Com as restrições que existirem.
Tocar o mundo real se torna o mais importante. E talvez quando aconteça e eu veja que é possível, eu perca o interesse em seguir em frente, por já ter validado que era possível.
O desafio agora é para alguns projetos pensar em continuidade com autonomia. De seguir em frente sendo capaz de bancar os movimentos com os próprios projetos. Expandir projetos, pensar em mais entregas e conseguir gerar impacto positivo.
Sustentabilidade e continuidade. E comunidade.
— Daniel Wildt
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