Plantar

Encaro o plantar como um processo de aprendizagem e experimentação.

E sei que normalmente já se pensa no colher.

De muito do que planto, não espero colher no futuro. Não faço para ter volta. Não faço contando que as pessoas me devem uma.

Faço porque sei que consigo contribuir com o caminho de alguém. E espero que elas possam contribuir com o caminho de outras pessoas, do jeito delas.

Eu vejo as pessoas, e considero essa uma das minhas principais habilidades. Eu vejo e também gosto de enxergar o lado B das pessoas, encontrar suas causas e seus reais interesses. Os projetos paralelos normalmente moram ali.

Uma das minhas maiores frustrações é quando convivo com pessoas que importam para mim, que não me veem. Não ser visto nem considerado por quem me importa é a minha Kryptonita.

Venho trabalhando objetivamente formas de não precisar de validação externa. O publicar diariamente no blog é uma ação buscando de algum modo não me importar, pois a mudança é sistêmica. Muito dos projetos de criação tem um foco na minha necessidade de expressão.

Eu preciso encontrar formas de evitar essa “transformação” de pessoas comuns em pessoas que me importam, considerando que estas pessoas me tratam de forma utilitária e não possuem interesse em construir algo em conjunto.

Que eu possa plantar o que vai me causar bem. Independente se sou eu ou outra pessoa que vai colher os resultados

— Daniel Wildt

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